O ar cheira a fim de alguma coisa. Talvez fim deste governo que ignora a realidade e onde um bando de ignorantes se mostra incapaz de equacionar um só dos muitos problemas em que este país se vai atolando.
O ar cheira a algo, ao fim de um regime que não ouve, que não sente, que usa o pauzinho para amolgar cabeças sem qualquer nexo, em total infracção da lei e procurando limitar o direito e as liberdades públicas.
O ar dá nos com o cheiro que se sente também vontade. A questão da habitação, a questão da saúde, a questão da educação, a questão do trabalho, a questão do ambiente, a questão da vida, têm que ser.
Têm que ser momentos para enquadrar novos paradigmas, propor novas soluções, alterar modos de proceder, envolver diferentes ideias, e ligar, fazer as ligações.
É importante a luta, as lutas, e ligá-las e com elas desenvolver pensamento que lhes dês estrutura e acutilância.
E nada e tudo.