insignificante
A Ibéria, á noite, vista do espaço:
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Ainda recordo as correrias pela zona de Atocha, já Franco era morto mas o regime ainda estrebuchava.
"España, mañana será republicana" ecoava com outros estribilhos,,,
a democracia instalou-se e fica registado o papel de Juan Carlos "el pelele" (idiota útil), mas hoje com os escandalos da monarquia, as viagens ao Botswana, os dinheiros embolsados pela Infanta, o descrédito da função a Republica volta a ser tema, e com futuro.
Bandeira já há:
julgo que só uma España federal, uma Ibéria federal pode ser base para uma nova alternativa política que conquiste a Europa e possa conduzir a um mundo mais equilibrado.
"España, mañana será republicana" ainda me ecoa nos ouvidos, com os disparos e as vozes de mando e as correrias, na zona de Atocha.
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Penso que se poderia dividir em três Portugal, uma Alémtejo e outra Trás-tejo e criar outra no entorno de Lisboa e integrarmo-nos na Federação Ibérica, democrática, ancorada nas suas diversidades culturais e linguisticas, e pilar de uma Europa, também federal.
Esse é um dos muitos sonhos que tenho, na linha de alguns dos mais ilustres pensadores, nacionais, ibéricos e federalistas.
Tenho muitos sonhos, que por vezes entrelaço, como imagino se podem entrelaçar vidas.
Cada sonho tem-me conduzido a locais, pessoas, momentos de reflexão ou acção.
O sonho da sustentabilidade, o sonho do anti-proibicionismo, o sonho de um sistema político melhor e com pesos e contra-pesos adequado, o sonho da liberdade livre e dos direitos todos dessa, o sonho da mulher e dos seus direitos que são-o, também, da humanidade.
O sonho onde faço realidade. Essa e outras que também invento nos livros que leio ou que faço, produzo e escrevo.
O sonho das línguas, ou melhor o seu fascínio, o fascínio de cada uma, respirá-la, ouvi-la, senti-la, vê-la, tocar-lhe, até parece que estou a desviar-me do assunto e da língua, ou não.
E tudo isso procurando manter a coerência e as regras que enformam a civilidade, contra todos, mas não contra tudo.
Encontros e desencontros, estes mais divertidos quando, tantas vezes depois levam a novos re-encontros, normalmente no meu encontro.
Situações e acontecimentos, por vezes inesperados como dizia Bakunine, esse satrápa russo, a propósito de festas sem inicio nem fim, onde a todo o momento alterações podem implicar diferentes enquadramentos.
Hoje dormi outra vez mal, o que parece ser sina dos portugueses, o pouco já faz parte da estrutura, mas as dores pelo corpo dispensava. Quando me levanto ficam na cama à minha espera.
Hoje tenho um convite para outra rádio e vou talvez ler mais qualquer coisinha ou cinemar, ou outra coisa qualquer.
Na vida real essa passa.
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Conquista el Alentejo!
Aqui:
http://www.conquistaelalentejo.com/
é uma excelente campanha publicitária dirigida aos espanhóis, promovendo uma das nossas melhores regiões turisticas e os valores dessa.
Claro que uns trogloditas/nacionalistas do piorio já se puseram em campo para contestar a campanha (e assim lhe darem mais difusão!) com o argumentário mais idiota e imbecil que seria imaginável, mesmo para essa gente.
Sem sequer perceber a lógica publicitária, sem ver os materiais da campanha e o amor que estes põem nesta terra e sua gente, sem comprenderem nada de história de passado e futuro, já andam por aí a infestar o ambiente mediático e a bandeirar-se de "pátria".
Mas a esta escumalha estamos obrigados, por darem a conhecer este excelente trabalho, e assim podermos honrar os criativos do mesmo, e dele beneficiarmos.
Labels: Alentejo, IBERIA
Foi uma boa vitória, que tem um alto valor político, numa altura em que os absurdos nacionalismos regressam à Iberia.
Espanha é deveria ser a Iberia dos povos que fosse o Estado desses num quadro de uma Europa política, esse é o meu sonho de há muito.
Eu, europeista e iberista que me confesso, não nacionalista e defensor da culturalidade e da base dessa que é a língua, a nossa língua comum que é o latim, alterado por povos vários no galaico-português, no castelhano-leonês, no castelhano-andaluz ou extremenho, no catalão-aragonês ou maillorqui é a língua ibérica, e com a excrecência hungaro-finlandesa que é o basco que usa o latim para comunicação, também latino-americana.
Gostei de festejar, com os parentes aqui em Encinasola, a vitória de Espanha, porque essa é a vitória dos que acreditam na pluralidade cultural num espaço comum de culturas e referentes, é a vitória contra as rupturas nacionalistas que todos os provincianismos procuram.
Hoje deu-se um passo em frente por uma europa federal e de culturas deu-se um passo em frentre por uma Ibéria dos povos, federados e sem lógicas broncas de nação a atamancar o futuro.
Viva Espanha, Viva a Ibéria Unida, Viva o M.I.U. (Movimiento Iberia Unida!)!!!!!
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Iberia,
alguns amigos tem-me referido que o MIU (Movimiento Iberia Unida) tem andado muito silencioso, no âmbito da polémica que o escriba ex-comunista Saramago atiçou.
Pois como tudo o que esse senhor fez na vida, além de escrever o que para mim são quase sempre tontadas ilisíveis, é ditado ou pelo Partido, ou pelos intestinos, ou pela Pilar, para continuar na crista da onda, na prancha do pensamento ditatorial.
Claro que na referida entrevista, talvez por usar o espanholês, está tudo mal formulado e não tem ponta por onde se pegue.
A Ibéria já está em movimento e estas "boutades" do escriba só lhe podem prejudicar o caminhar, e talvez sejam para isso mesmo. Integração no quadro da economia global e articulação de todos os níveis das economias e mercados ibéricos, integração cultural por via da homogeneização linguistica e do número crescente de portugueses que fala mais que os espanholês do sr. Saramago, homogeneização por via das lógicas socio-políticas da União Europeia e necessidade de manter autonomia socio-linguistico-cultural, integração por via das mudanças populacionais ( o regresso dos latinos da américa!) e o probressivo islamismo.
Claro que daqui a 50, talvez 100 anos Portugal se terá diluido e oxalá seja na Ibéria para manter a tradição e alguma invenção que é a "nossa" história, mas o MIU prefere a luta de retaguarda, onde tem obtido inúmeras vitórias, em vez de abastardar os príncipios em nome de uns minutos de glória, que apena já para ela não dá.
Ibéria continua a ser um sonho de Sefarad, do Al-Andaluz, dos dois reinos cristãos dos Filipes e hoje uma necessidade face ao avanço do rolo compressor do pensamento único, do qual não nos esqueçamos o escriba Saramago é defensor. É que o pensamento único tem duas faces...
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