É assim...
Como dizia Chaplin, nada é definitivo neste mundo em que vivemos, talvez só o passado e cada um tem, inventa, descobre, teoriza o seu, à sua maneira. Cada um constrói a sua própria história, mesmo quando essa é dos outros, mesmo quando documentos, registos, estórias e a história indicam outro caminhar, somos nós, cada um que interpreta, concretiza em discurso o presente e o que nele corresponde ao passado.
Claro que nessa correspondência temos referentes, encontros e desencontros, sentimentos contraditórios, notícias inesperadas e mudanças de caminhar.
Claro que temos as palavras e tudo onde estas se significam. Como aqui insignificantes e a passar pelo tempo.
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