insignificante
Friday, March 31, 2017
 
Estou no mercado, novamente passados cerca de 15 anos, em busca de outro trabalho que me dê farinha, embora ainda com esperança de continuar a colaborar com as eólicas, que a moem. Mas há mais marés que marinheiros...ó Mar Salgado.
Volto a um livro que tem estado pendurado. Um livro de viagens, sobre viagens, sobre o tempo e estórias nesse.
Que irá picar textos, documentos que aqui foram sendo acumulados. Também vou falar de livros, de BDs, de outras artes.
Não é, ou não será um best seller, nestes tempos em que temos que enfrentar a pós-verdade, ou como já nos dizia George Orwell a # mentira é a verdade#, como regularmente nos chega em textos de um iletrado que ocupa a Casa Branca.
Novamente em viagem hoje.
Ver a Lagoa e ler, esta excelente compilação dos 2 tomos  das #3 Formules du Professeur Satõ#
que curiosamente sempre me escapou...
e se tiver tempo um livro de Olivier Rolin, também sobre petróleo.
O tema não saí da agenda!

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Thursday, March 30, 2017
 
Numa altura em que volto a sonhar com Oceanos, leio uma revista, com partes do New York Times, mas globalmente a merecer um suficiente com esforço, bem sei que nesta área o meu nível de exigência é grande....
mas, ainda assim , bom para divulgação...

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Sunday, March 26, 2017
 


Tenho estado a ler, confesso que algo inebriado este fabuloso livro, que relata, com imensas biografias e informação histórica um acontecimento crucial para o desenvolvimento do pensamento e das suas inter-relações, além de absolutamente relevante para enquadrar o nosso conhecimento histórico.
Além de uma escrita suculenta e inúmeras referências literárias, que ficam desde já retidas para outras leituras.
Análise também do fundo psicológico de elementos charneira no século XX, de Breton a Lévi-Strauss, passando por Victor Serge e uma plétora de outros que não podem ficar esquecidos da nossa cultura e conhecimento.
As árvores portáteis são o território sobre o qual andamos, é a vida que construímos, com a bondade e a maldade, com o pensamento e o discurso que o torna inteligível ou não.
Este livro é uma descoberta, de um tempo que ficou no tempo, mas que hoje parece regressar....

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No Auditório Municipal de Esposende assisti ontem à representação pelo GARFO (Grupo de Artes Recreativas de Fonte Boa) da peça A Maluquinha de Arroios, de André Brun.
É sempre um prazer ver como o teatro é popular e como contra ventos e marés estes grupos de amadores vão sobrevivendo.
A peça é tipo "vaudeville" e as interpretações estiveram numa média alta. A sala, cheia a abarrotar, registou com comportamento e aplauso final.
Os discursos continuam vivos.


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Saturday, March 25, 2017
 
Recordei quando no início do século dei o passo inicial a tudo o que se tem vindo a passar em Guimarães. As agendas XXI. É certo que havia grande disponibilidade do então presidente da Câmara e das equipas camarárias. Esse processo (as Agendas XXI) ficou nas mãos de uns vigaristas, eu a minha equipa fomos todos afastados, mas deixámos a ideia e a estrutura.
Em Guimarães, com surpreendentemente por todo o país agora invadido por chefes e chefinhos, e por pizzas e hamburguers em proporção simétrica, não há é nem um, nem um restaurante com qualidade e comida regional na ementa...
é que não chega só dar música....

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Wednesday, March 22, 2017
 

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Tuesday, March 21, 2017
 
Aqui, os termos da contestação que todos devem enviar!:
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Referente ao projecto de construção de um Armazem Temporário Individualizado para combustível usado na central nuclear de Almaraz (Caceres) vimos

( nome e dados de identificação)

Enviar para Agência Portuguesa do Ambiente

 apresentar as objecções que seguem:

Desde logo não encontramos a necessidade desta construção, dado que só em 2020 se satura a piscina da Unidade I, enquanto que a da Unidade II só se satura em 2021.

Concluímos, portanto sobre a não necessidade da sua construção a não ser no quadro da continuidade do funcionamento dos 2 reactores mais do que os 40 anos, esses já acima da lógica inicial da sua colocação em base.

E nas alternativas especificadas no Projecto não se especifica a de proceder ao encerramento da exploração, quando as piscinas actuais atinjam a saturação, com a subsequente tomada de outras medidas para a sua gestão.

Embora no Projecto esteja mencionado que a Unidade I estará saturada em 2018, os cálculos dizem-nos que só o estará em 2020, dado que as recargas na actualidade são feitas cada 18 meses.

O Projecto de ATI esta previsto para a proximidade da barragem de Arrocampo, pelo que uma hipotética fuga radioactiva contaminá-la-ia e propagar-se-ia ao Tejo, com repercussões para Portugal incalculáveis, além do impacto na flora e fauna.

De igual forma não se avalia o efeito de qualquer fuga radioactiva na população, sobretudo no âmbito das simulações realizadas  realizadas após os acidentes de Chernobyl e Fukushima.

Consideramos insuficientes os planos de Emergência e sobretudo não há qualquer menção da população portuguesa, que seria claramente afectada.

Registamos ainda a existência de Zonas de Protecção de Aves e de três habitats de elevado valor ambiental, que serão altamente afectadas pelo movimento de veículos com materiais para a construção e o movimento de terras assim como ruídos que o processo de construção provocará.

As máquinas pesadas utilizadas terão consequências imprevisíveis sobre esta zona, protegida no âmbito europeu.

A segurança do armazém é também desvalorizada, dado que não há referência a possíveis intrusões via aérea, e a possibilidade de algum atentado, também esses por via terrestre não são considerados

A possibilidade, hoje real face às alterações meteorológicas de uma ruptura na barragem de Valdecañas, com as consequências na nova construção.

O limite radioactivo estabelecido para a zona controlada é demasiado alto. Está fixado em 3 microSv/h muito superior aos 1,25 microSv/h para o público em geral.

Consideramos também o limite da dose de 0,5 microSv/h na zona vigiada é demasiado alto, especialmente quando é necessário fazer rondas entre os contentores.

Analisar os impactos na saúde humana é um dever absoluto e um estudo epidemiológico prévio parece-nos imprescindível.

Também não são questões menores as relacionadas com os veículos para transportar os contentores. Seria imprescindível contar com pelo menos 3 caso seja necessário actuar em caso de acidente, assim como ter mais um grupo gerador de emergência, caso falha do previsto.

Finalmente é com consternação que vemos a total omissão de relacionamento do ATI com a central e as suas interacções, em particular uma avaliação de algum incidente na central no funcionamento deste.
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Este é o documento base, que cada um poderá adaptar à sua vontade disponibilizado pelo Movimento Ibérico Anti-nuclear: movimentoibericoantinuclear.pt@gmail.com


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Monday, March 20, 2017
 
Hoje enquanto esperava a disponibilização dos documentos sobre ALMARAZ, que a A.P.A. teve a gentileza de me enviar, li este documento/biografia sobre o criador da Joaninha mais famosa da história, Gotlib
e tive tempo para ler este excelente documento, que só lamento não se desenvolver noutras áreas, mas certamente havia que colocar-lhe limites, por exemplo as energias ou a biodiversidade no território.
Um notável registo de dados e seu levantamento, com análises cuidadosas e extremamente útil para todos os que se preocupam com a coisa pública.
Parabéns à Margarida Correia Marques, que coordenou este trabalho, que sei que é uma função de alta dificuldade e à UTAD e toda a equipa, onde registei a qualidade do trabalho em curso.

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Sunday, March 19, 2017
  Chuck Berry - Johnny B-Goode

Deixou-nos, mas os seus temas ficam para sempre.
Este, com uma composição fantástica, é um dos muitos!
Muitos tempos e modos foram ao som deste.

https://www.youtube.com/watch?v=rVT65M4mRnM

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Tenho andado sem tempo para ter tempo. Viagens, conferências, reuniões, problemas para resolver.
Leituras penduradas, também.
Encontrei esta BD, que desde já retenho por excelente.
Entrei no 1ª tomo:
leitura rigorosa,  desenhos clássicos, enredo bem construído. Didáctico e fascinante.
Continuarei pelo 2º tomo.
talvez ainda aqui venha comentar.

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Wednesday, March 15, 2017
 
Até lá muitas águas passarão...
mas desde já para quem estiver disponível...

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Tuesday, March 14, 2017
 
Já lá vai o tempo das grandes obras e das grandes revistas. O Spirou sempre foi a 3ª opção. Continua.
apesar do Gaston....

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Comprei-o em Edimburgo, já lá vão uns meses, mas só desde há uma semana me tem acompanhado. Hilariante, e sendo eu uma vítima de acúsia, com muitas estórias no género. Estar a falar com uma pessoa e responder, sim, pois, não me digas, vê lá tu, e não ouvir nem uma palavra não é nada que não me tenha passado. E fazer, ou dar mais que orientação para teses de mestrado, uma até a fiz inteira... com o nome da senhora, que nem me pediu licença...também.
Vivos os momentos de morte no livro, também similares aos que passei, mas é a vida.
Um livro fantástico.

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Saturday, March 11, 2017
 
Hoje estive em mais uma Assembleia Geral, agora da Coopérnico:
http://www.coopernico.org
cerca de 30 cooperantes, que era uma A.G. sem estórias mas o compromisso é sólido e a cooperativa segue de vento ou melhor de sol em popa.
À tarde estive no S. Jorge numa reunião dos movimentos contra a exploração de petróleo.
Fiquei seriamente desapontado. Falta de clareza, falsos protagonismos, estratégias confusas, falta de orientação política e de táctica, gente a falar para se ouvir ou em total despropósito, má direcção da reunião, pouca gente e só os convencidos, felizmente, porque ninguém que não o fosse beneficiaria nada desta missa, mal enjorcada.
Dizem-me que a reunião de manhã, só entre os grupos foi muito positiva. Oxalá.
Há muito trabalho pela frente, ainda pensei intervir e dar o bom exemplo do MIA como um movimento com uma estratégia, uma organização em torno desta, a definição de objectivos e clareza organizativa, mas encontrei inútil face a uma reunião onde só estavam para se auto-ouvir, inacreditável nem se ouviam uns aos outros.
Furos? mas porque raio se luta contra furos? É como lutar contra o armazém de Almaraz...
O que se deveria era lutar contra a exploração do petróleo, da qual os furos são um elemento acessório.
É que não haverá extracção de petróleo em off-shore, nunca, no quadro dos actuais preços e tendo em consideração os custos, mas dizer algumas verdades face a gente com um quadro de referência só, só parcelar e dogmático, cuja luta é contra as empresas, sobretudo contra as empresas em geral, não tem cabimento.
Os furos, claro que temos que nos opôr, mas porque se enquadram na lógica da continuação da economia da outra revolução. Capitalista ou socialista, mas do crescimento sempre.
Temos que mudar o paradigma, também destas missas.

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Friday, March 10, 2017
 
Estive na UTAD numa, mais uma sessão sobre o clima, a energia, a nuclear, a Coopérnico, das novas energias, a política e a sociedade.
É um campus cheio de vida, só o conheci no ínicio edevo dizer já me não lembrava de nada assim, imenso, muita gente, muitos deslocados e hoje locais, uma poderosa, como todas as universidades e institutos que têm valias, âncora para o desenvolvimento e sustentabilidade da região.
A conferência, muito bem organizada graças às Margaridas, correu bem, foi participada e com contraditório, não muito, que já sou muito compressor, que a "idade" não perdoa, e com a minha velha amiga Mila ( Simões de Abreu) dos tempos da luta contra Foz Côa (a barragem) dei uma volta pelo campus e vi um interessante projecto www.rupestris.com e aqui:
de plantação de aromáticas e "alimentares", que me dizem tem mercado nos melhores restaurantes e certamente é mais uma mostra de emprendedorismo e dinamismo da Universidade e da sua ligação à sociedade, criando ou potenciando postos de trabalho e ajudando ao processo de ligação que é a educação ou deve ser.
A estufa, cheia das mais diversas plantas é a base para a incubação de uma enorme variedade ( pensei que bem que se daria, dará quando for legalizada aqui a cannabis)  e também para a formação.Tive pena de não poder ver a parte da Veterenária da Universidade, que estava muito animada quando saí já quase com o sol a pôr-se, de uma viagem muito positiva.
No regresso passsei pela Montemuro, onde com os amigos confraternizámos à volta de um magnifico arroz de lampreia.
A vida é feita de muitos momentos...

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Tuesday, March 07, 2017
 
A história é feita de incidentes e acidents e entre estes alguns que lhe retiram a linearidade. Não há continuos no desenvolvimento.
Há algum tempo que acompanho a vida da floresta amazónica.
Aqui:http://amazonia.org.br/2017/03/pesquisa-com-geoglifos-indica-que-amazonia-teve-uso-sustentavel-ha-milhares-de-anos/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Not%EDcias+da+Amaz%F4nia+-+7+de+mar%E7o+de+2017
um artigo fantástico que nos evidencia a sucessão da história e nos dá pistas do passado para o presente.

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Saturday, March 04, 2017
 
Hoje em Vila Velha de Ródão, embora com uma organização algo desorganizada, 500/600 pessoas desfilaram e manifestaram-se em defesa do Tejo e também pelo fecho de Almaraz.
Continuaremos.

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Friday, March 03, 2017
 

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Thursday, March 02, 2017
 


Um pequeno livro de contos, desiguais, de um autor de grandes estórias, Jack London.
Para ler em viagem, porque é também sobre essa que o autor escreve.
E comecei a ler um altamente, de Enrique Vila-Matas.
Com momentos hilariantes, outros de desmontagem das escritas, outros de piscadelas de olho a outras literaturas, e uma história com emoção e continuidade.
E tudo para escrever, essa delícia.
Lê-se, sem poder parar, embora o final seja um falho.
Um livro, mesmo assim, notável de um escritor portátil!



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Não percebo o silêncio, mas parece que o silêncio e a inclinação são agora formas de estar das organizações de ambiente, mas mesmo assim não percebo o silêncio, nem destas nem dos movimentos que se opõe à extracção e à prospecção de petróleo no Algarve.
É intolerável este silêncio.
A construção de 2ª ou 3ª habitação, clandestinamente em zona de domínio público marítimo é pior, muito pior que a prospecção de petróleo, é um crime ambiental que deve ser sancionado e está, agora em vias de o ser e ser recuperado o que é de todos.
O ambiente só ganha e o património de todos é enfim recuperado para todos.
Não há, não há nenhuma 1ª habitação entre as muitas que foram recuperadas para a posse do Estado para serem demolidas. E se houvesse certamente haveria o ressarcimento adequado.
As autoridades ambientais, no resto dos casos que enfrentam têm andado muito mal, seja a falta de gestão dos Parques e Áreas Protegidas, a complacência com Almaraz, o fechar de olhos em relação a atropelos na paisagem ou nos recursos hídricos ( o caso do Tejo é dramático!), e até no negligenciar do investimento em renováveis, embora aí a culpa seja mais ao lado e até de putativos defensores destas energias, mas só em teoria.
Hoje, depois de mais uma acção para repôr a lei e o direito só tenho que lamentar alguns silêncios, de pedra! E até algumas cumplicidades espúrias!

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CROCODILO CRIOLLO, ontem. Na Fábrica.

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Wednesday, March 01, 2017
 
É capa do The Economist.
e o artigo de fundo é, mais ou menos não garanto que o li em papel, este:
http://www.economist.com/news/leaders/21717371-thats-no-reason-governments-stop-supporting-them-wind-and-solar-power-are-disrupting
e tem razão.
Há gente que tem uma palavra para um lado e depois sopra contra o vento....

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A propósito:
escrevi:
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Um texto fraco para forte gente!

Sobre o Teatro da Rainha já aqui tenho escrito muito (sem ainda ter mencionado o disparate e erro político que é a construção de um novo espaço para este Teatro e deixar um existente, o CCC em uso desvalido) , já tenho escrito sobre a qualidade dos intérpretes/actores, o trabalho de cena e cenografia, agora sobre estes textos menores de Brecht , Europa 39, que com uma magnífica encenação os procura recuperar e resgatar.
Os textos são  muito datados e sem a qualidade de outros do mesmo autor mas a que se procura dar actualidade,  que salta aos olhos , na repetição do que infelizmente não é senão a tragédia da história.
A “situação”, as transigências, o neutralismo, a incapacidade de reagir à intolerância  crescendo, a crescer pelos olhos dentro, que  são puxadas no, do texto e que ganham com o presente para que nos remetem. Com os nacionalismos, a xenofobia e racismo, com a história a repetir-se, outra vez.
Excelentes interpretações e bons cenários deixam-nos com uma hora e meia de reflexão para que não fiquemos parados. Apesar do rio que nos arrasta...
De registar os textos de apoio que dão um bom enquadramento da peça, além de ajudarem a compreender o contexto.
O teatro em Caldas continua a ter espaço e tempo para ser devidamente apoiado.


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Outro dragoeiro!

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