insignificante
Wednesday, June 30, 2010
 

O Etna em erupção...

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Tuesday, June 29, 2010
 
Considero-me um epicurista de várias, muitas coisas. E também de futebol, embora não seja o meu desporto favorito. Tenho visto alguns jogos e sobretudo quase todos os lances polémicos e golos.
Acho lamentável e absolutamente descredibilizador do futebol os escandalos que tem, continuam a marcar o jogo, sem que ao contrário de outros que aprecio mais os árbitros sejam corrigidos pelas novas tecnologias. O jogo Alemanha-Argentina por exemplo será um jogo entre duas falsidades, absolutas. Noutros jogos tem havido pequenos erros em comparação com esses enormes que beneficiaram essas equipas.
Este mundial não tem nenhuma, nenhuma mesmo, equipa com estatuto de vedeta ou favorita, nem nenhum jogador a sobressair. É um Mundial da mediania em que só a rasgos uma ou outra jogada dão inspiração ao negócio. Em que de facto se converteu todo este espectáculo.
Espanha hoje fez um jogo digno contra uma selecção sem rei rei nem roque, onde o palhaço egocentrico nem sequer existiu, e é a minha favorita para a vitória, sendo que o próximo jogo contra o Paraguai nem tem espinhas no caminho para encontrar na final o ... Brasil.
O futebol transformou-se num grande ganhócio... precisa de melhores regulamentos para sobreviver.

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Monday, June 28, 2010
 


O pior são os embondeiros... crianças prestai atenção aos embondeiros!

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Sunday, June 27, 2010
 
Formámos, formamos um grupo "curioso".
Foi o 1º mestrado em Economia da Energia (IST/ISEG).
Formações diversas, perspectivas de vida divergentes, ideias opostas, e tempos de gestão da produção teorica e da prática desta também.
Morreu um dos nossos, o Rui Moura, que era um estudioso da minúcia, infelizmente dominado por ideologismos vários, do sovietismo (que teve um baque com Chernobyl) e nuclearismo (achava num jantar em finais de 80 que no inicio do século XXI íriamos estar cheios de mini centrais nucleares!), passou para a "mitologia anti-climática" (no último jantar exultou com o flop de comunicação universitário de nada servindo eu dizer que era falso!), onde elaborava alguns dados, muitas vezes com mais ideologia que sentido (era autor do blog. Mitos Climaticos).
Mas era um homem bom, com o qual as discordâncias eram também minuciosas.
A vida vai passando...

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Uns dias no "paraíso", no qual Ulysses pode ter deixado marcas.
A Sícilia é um espaço repleto de história, estórias e tempos. E claro muitos templos antigos e modernos que também são as pedras vivas.
Muito vimos, muito ficou por ver. Fiquei surpreendido, um dia se o temple "esse" e o duende que o acompanha me forem benéficos, escreverei o meu "Carrossel Siciliano", no género Lawrence Durrell.
Todos os momentos foram de tempo parado, todas as caras e pedras registos sem tempo no espaço.
Do Museu da Marionete ao alto, quase ao alto, do Etna, dos templos de Agrigento ao barroco notável de Noto, das ruas e palácios de Ortigia ao mercado de Ballaró, entre as portas de Taormina aos locais de Selinunte, do Palácio dos Normandos ao Cancellete Verde ou a todos os templos gastronómicos (inolvidável o de Modica)tudo cheira ao passado no presente.
As pedras são também isso, mesmo quando se lhes tira a lama e se descobre que podíamos estar noutro lugar, noutro momento.

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Thursday, June 17, 2010
 
Há concursos para tudo.
Agora promovido por gente respeitável e que estimo surge um concurso para a ex-maravilha de Portugal.
Num site onde vi noticia deste, de mais este concurso, que verdade seja dita tem meritórios objectivos de sensibilização coloquei uma nota.
A culpa não é dos promotores do dito mas do desgraçado país que temos se o enfoque deste está a falhar...a memória e o conhecimento não abundam...

(...)Pois acho lamentável que a maior ex-maravilha natural de Portugal que está debaixo do pântano de Alqueva, o fabuloso castelo romano da Lousa, o convento do Alcance (que com o da Tomina era uma das duas estruturas únicas de uma curiosa dissidência religiosa medieval, e também este está em ruínas e à beira do colapso), o espaço que foi a antiga aldeia da Luz, as herdades notáveis, uma natureza sem par, agora submersa e a apodrecer debaixo de água (dado que 20/30 metros não foram...desmatados o que provoca enorme eutrofização e impraticabilidade de qualquer turismo nas margens!), pois o grande pântano e o que submergiu não está seleccionado, mas seleccionaram-se umas valências relativas (a linha do Tua??? ainda se fosse o vale do mesmo!)e esqueceu-se, portanto, o fundamental.
(...)

P.Scriptum

Recebi do responsável por este concurso a seguinte resposta:

Caro António,

a iniciativa diz unicamente respeito a ex-maravilhas da natureza e não a património edificado.

Um abraço,

Pedro

__________________________________
Pedro Quartin Graça

Deduzo a minha ignorância, linhas de comboios são natureza.
Milhares, milhares de hectares de história humanizada e onde estão referências importantissimas da continuidade do homem desde o paleolítico nesse que foram submersas por um pântano que não serve para nada, não interessam.
Nada mais a dizer!

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Tuesday, June 15, 2010
 
Eram passados exactamente 90 dias quando me chegou às mãos resposta a um requerimento que fiz ao Vereador José Sá Fernandes.
A resposta ao requerimento de 11/3 foi dada pelos serviços competentes em 23/3!
Durante dois meses e meio deve ter sido vítima de algum Fernandex no gabinete do sr. Vereador.
E talvez com o objectivo de levar ao esquecimento as espantosas (no sentido castelhano da palavra) que o referido deu na reunião da vereação anterior ao meu requerimento, e que face a este se mostra que estavam todas, todas erradas, e mostraram a leviandade com que este cavalheiro trata os assuntos que lhe competem tutelar.
Desde a mentira, que agora se chama "falta à verdade", sobre os procedimentos e recolha de Oleos Alimentares Usados, ao facto objectivado na resposta de haver operadores que funcionam na área da CML sem licenciamento, ao rídiculo que são os 60 litros recolhidos em 3 meses (uma creche em Cascais recolhe o dobro num mês) nada do que esse sr.vereador disse teve a miníma, a mínima consistência.
Já não bastava estar de costas viradas para os serviços e só andar a agir aos tropeções....
Apresentarei uma proposta sobre a lógica de recolha e tratamento deste produto. Nem que seja só para mostrar o que não se deve fazer, ou melhor só faz quem não percebe nada dos assuntos que é suposto tutelar.

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Monday, June 14, 2010
 
Hoje, com o impulso do meu amigo Jorge Mangorrinha, incansável lutador em defesa das águas e das suas valências, que são todo o seu termo ambiental, estético e cultural, que as fazem vida publicou o jornal Publico este documento, com firmas de relevo em defesa de uma lógica global para gerir o espaço.

Carta Aberta pela Defesa da Mata e do Parque das Caldas da Rainha. Património Secular do Termalismo e do Hospital Termal.
Caldas da Rainha possui, ainda hoje, o maior espaço verde em centro urbano histórico de todas as cidades portuguesas, e deve-o à secular actividade do Termalismo e da Administração Central do Estado Português. A partir do final do século XV, Caldas da Rainha formou-se em torno do seu complexo hospitalar, e a reserva por parte do Hospital de terrenos arborizados ou destinados ao cultivo de vinha e de produtos horto-frutícolas bloqueou, desde logo, o crescimento urbano nessas direcções.
No século XVIII, a “refundação” deste Hospital, através das obras promovidas pelo rei D. João V, manteve as áreas verdes de enquadramento e protecção dos recursos aquíferos termais, acção consequente e reforçada no final do século XIX, quando a Administração Hospitalar, com o financiamento do Governo, fez do Passeio da Copa um grande Parque, implantado numa faixa de terreno do Hospital.
Desde esse período, a Mata e o Parque têm sido os principais espaços da ritualização dos aquistas das termas, incluindo neles os antigos e mais recentes edifícios complementares à prática termal e fundamentais para construir um cenário capaz de proporcionar o estado de repouso, convivência e diversão. Estas duas grandes áreas verdes do Termalismo local e da Cidade são lugares onde o aquista estabelece o contacto com a Natureza, o lazer, o silêncio e a celebração, após o seu contacto íntimo com as águas. Mas, também, a Mata e o Parque sempre foram de entrada franca, permitindo a sua apropriação pelos usos urbanos e pela população em geral.
Estas características fazem deste conjunto um exemplo importante no contexto das cidades termais europeias e singular pelas suas características históricas associadas ao particularismo da História do seu Hospital Termal, fundado em 1485, o primeiro e mais antigo do mundo, no qual, desde sempre, o Governo do País soube manter como seu todo este Património.
Mesmo considerando a futura participação da iniciativa privada na reabilitação e gestão de parte do restante património construído para efeitos de regeneração do Termalismo local, os subscritores desta Carta Aberta solicitam ao Ministério da Saúde que este Património não seja desagregado, mantendo a Mata Rainha D. Leonor, o Parque D. Carlos I e o Hospital Termal como unidade funcional, estética e simbólica, sob uma mesma gestão.
Separar a Mata e o Parque das Caldas do Hospital Termal é destruir um trajecto de mais de cinco séculos de História, é pôr em risco uma área vital, a ser protegida e valorizada necessariamente numa lógica de integração multidisciplinar, como zona de lazer e de saúde e local diversificado de convívio.

Jorge Mangorrinha . António Eloy . Arnaldo Rocha . Eugénio Sequeira . Fernando Catarino . Helena Gonçalves Pinto . João Caldeira Cabral . José Charters Monteiro . José Sancho Silva . Madalena Braz Teixeira . Maria Helena Portugal . Nuno Valadas . Paulo Aguiar . Paulo Ferreira Borges . Victor Valente dos Santos

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Friday, June 11, 2010
 
Uma comichão nos pés,,, levou-me a uma pausa, que aproveitei para leituras.
Um excelente catálogo da exposição que está nos Paços do Concelho de Lisboa "O Jogo da Política Moderna!", excelentes desenhos e caricaturas que se podem transplantar quase ipsis verbis para os dias de hoje, só com pequenas adaptações.
A vida cívica e política nacional continua com os mesmos personagens, com os mesmos problemas...
E um livrinho de Miguel Cardina, confuso, muito confuso titulado "A Esquerda Radical".
Diz que é a base para tese de doutoramento,,, pois triste estado vão os estudos académicos com este livrinho.
Muita confusão que impossibilita um fio de leitura, nenhuma análise e ausência de qualquer linha explicativa. Conheço pessoalmente mais de metade dos mencionados no documento o que desde logo me que coloca em posição de parcialidade de leitura.
Para quem não os conhece, e sabe da maior parte destas estórias,esta leitura vai deixar uma visão muito parcelar e limitada do que se passou nestes anos, nestas organizações, com estas pessoas. Mas é uma futura tese de doutoramento!Ora bem.

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Hoje, António Vilarigues, em artigo no Público, utiliza a expressão Pulhas, dirigida a grande parte da classe política que se opõe às suas ideias, mto bem desenvolvidas.
E não vá o caso de algum dos membros desta serem da mesma laia dos Reisinhos de Matosinhos, socorre-se desde já do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora.
Pulha- Pessoa sem caracter,BANDALHO
São mesmo uns bandalhozecos esses referidos machotes de Matosinhos.

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Thursday, June 10, 2010
 


Sou pouco de espectáculos, musicais. Mas de vez em quando...
Ontem fui assistir a um excelente.
Emir Kusturica e The No Smoking Orchestra (antecedidos por um simpático grupo ""Melech Mechaya).
O espaço, Coliseu de Lisboa, era apropriado, o público "cool" para um espectáculo envolvente e entusiasmante, que por momentos fez esquecer a crise real das finanças que nos atinge o bolso e só não cria constrangimentos a quem não tem que contar o guito...
Os animadores (e desde logo quem pensasse que era um simples espectáculo musical com músicos de conservatório ficou certamente desiludido) foram excelentes, seja na música, onde não houve todavia génio, seja no "entertainement", excelente, e na vivacidade e empatia com o corresponsivo público.
Juventude de muitas idades e um dançar à exaustão, além dos notáveis apartes de interacção com a plateia, para uma noite tranquila...

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Wednesday, June 09, 2010
 
Hoje após um almoço amistoso e para pôr escrita em dia e sentir saudades dei por mim a pensar sobre a razão porque uns biltres homofobos se mantêm na Amnistia Internacional.
Sendo que a sua manutenção nesta é obviamente contrária aos príncipios da organização, que não obviamente aos seus, dificeis tal como a sua honra e dignidade de descortinar.

Explicações podem ser muitas, embora julgue que com esse estatuto procuram evitar a sua condenação... sendo que é meu entendimento que de nada lhes valerá.
Má fé e homofobia, a que se juntarão outros pecadilhos,,, são desde logo constatações de facto...
Vou entretanto coleccionando acordãos sobre liberdade de expressão e sentenças várias, além de textos exemplares do TEDH.

E também, para gaúdio próprio e de diversas comensalidades, entradas de dicionários.
Além de que em leituras (desde um texto notável do meu querido amigo Francisco Sousa Tavares aos dos meus próprios que tive que defender em Tribunal, dado haverem sido publicados em jornal sujeito a legislação ..., e assim obter uma derrota e humilhação exemplar do ainda presidente da Câmara das Caldas Fernando Costa, com testemunhos de gabarito!)em leituras diversas ir encontrando utilização de expressões cultas com que adjectivo, correcta e objectivamente, sem especificação é certo,,, os sujeitos.

Encontrei num texto a deliciosa expressão (que com muito carinho uso...) biltre referida a um homem que, esse sim, estava a ser notóriamente injuriado (seja qual for a divergência política com ele). Alvaro Cunhal é designado como tal.
A liberdade de expressão e o quadro de debate político, e a honra e dignidade que o caracterizava, levou a ignorar o substantivo, no quadro do debate e confronto de ideias.

Chamar biltres homofobos... a homofobos, não me parece que extravasse o âmbito da honra e dignidade de titulares do 2º substantivo, ainda por cima infiltrados em organizações de direitos humanos, com que esses cavalheiros, esses machotes devem ser admoestados.

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Tuesday, June 08, 2010
 

Hoje foi um dia cheio, em cheio.
De manhã uma sessão de equilibrio e de esvaziar de dúvidas do pensamento.
Um almoço sobre políticas editoriais e o futuro da edição.
Uma última (ou não...) visão do #Portugal, Energias Sem Fim#.
Pelo meio um afinar da carta aberta sobre o espaço urbano e social (com tudo o que isso implica) em Caldas.
Depois uma reunião da CNA ao Tribunal Russell sobre a Palestina e a provável vinda cá de Norman Finkelstein, filho de dois sobreviventes do Holocausto e um cultor da dialéctica.
E muitas conversas pelo meio, além da quantidade habitual de mails para responder.

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Saturday, June 05, 2010
 
Ontem no blog da, ambio.blogspot.com, o Henrique Pereira dos Santos lançava a ideia de uma candidatura ecologista e, do meu ponto de vista cívica e liberal.
Tenho estima pelo Joanaz de Melo, e julgo que seria um bom agitador de águas.
Mas julgo daí o meu apoio, timorato há que referir, a Fernando Nobre, que para uma candidatura ter sucesso é necessário uma substância que ultrapasse lógicas doutrinárias e que defina grandes desígnios e objectivos.
Julgo que desde logo um desígnio é a continuação e estruturação da acção política que se vier a estruturar no decurso do processo político da candidatura, independentemente do seu desenlace.
Não vejo João Joanaz a intervir nesse sentido.

Já referi que não tenho a minima simpatia, não pela pessoa, mas pelo projecto político de Manuel Alegre (com mais ou menos secretismo é o tal Partido da Esquerda). E julgo que esse que ele agora procura congelar, por necessidade táctica, será (ou não,,,) resultante do acto eleitoral. Não quero fazer especulação mas o resultado eleitoral será mau e daí resultará certamente um novo cenário entre o PS e o BE, tendo, ainda por cima!, de ter em conta o resurgir, inevitável, do PCP

Não faz minimamente parte da minha cultura cívica apoiar o forte (é absolutamente certo!) candidato do PCP (que aspirará a recuperar espaço que o BE deixa desguarnecido,,, pensando no futuro...) e não estimando, igualmente, a re-eleição (no caso dos problemas de saúde lhe darem luz verde) de Cavaco Silva, julgo que é importante que o espaço cívico demo-liberal, ligado a movimentos sociais e com ideias de recentragem política, felizmente facilitadas pelo disparate do BE, se possa afirmar e lançar sementes para outra lógica de intervenção.

E, embora tema que Fernando Nobre não esteja a ser adequadamente assessorado (embora já tenha visto no seu entorno bem pior), julgo que talvez ainda seja em volta desta candidatura que seja possível criar possibilidades de re-generação da participação e da alteração dos paradigmas políticos.

Infelizmente, temo que as eleições presidenciais se convertam em mais um momento de novilíngua; ou de narcisos em busca da tal, longinqua,,,,Penelope.

Vejo já demasiados sinais, muitos, muitos ...

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Sou um praticante do zen, em diversas formas.
Também um adorador discreto de Mitra.
Recebi todos os sacramentos do catolicismo.
Tenho origens judias familiares.
Li o Corão e os Vedas.
Participei no "cabomblé"
Estudei com interesse a história das religiões e iniciei-me na mediologia (estudos da relação social com o "espírito", de que é referência Regis Debray).
Diverti-me quando me sondaram para assumir uma paróquia como titular.
Não sei porquê fiquei até adormecer a pensar no fio condutor do pensamento e do espaço que neste é consagrado ao ritual ou à estruturação deste em ligação ao tempo.
Ouvi, e talvez tenha sido deste pensamento indutor, um pouco dos Fados do coitadinho, editados no livro curioso (que acho pouco correcto que seja desvalorizado) de José Alberto Sardinha #A Origem do Fado# e pensei como tudo é uma questão de enquadramento das palavras e atitudes.
E pensei também no final da tarde e nos conceitos, nas palavras e na sua perversão, na honra e dignidade. Todas valem o que valem.
Amén.

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Friday, June 04, 2010
 
Hoje tive uma agradável conversa com o Comandante da força (G.N.R.) de Barrancos.
O assunto continuou a ser o "daqueles" de Matosinhos, que a honra e consideração lhes seja dada ao conhecimento.
Já não havendo nada a dizer, e esperando o seguimento adequado do processo no Tribunal Judicial da Comarca, indiquei ao Comandante Ventura, embora sejam desnecessárias mais testemunhas, o Torrinha, com morada na Porto Editora.
Devo a propósito do Comandante da força local referir o meu maior apreço pelo nível e qualidade dos actuais comandos e mesmo a generalidade dos praças da G.N.R.
Simpatia, compreensão, bom acolhimento e protecção dos cidadãos, além de formação adequada e intransigência na observância da lei.
Só me admira como é que os tais reisinhos, e o outro que desconheço mas deve ser do mesmo calibre, de Matosinhos ainda andam por aí,,,
Foi uma conversa divertida, que me recordou outras e outros tempos...
Chapéus há muitos como dizia o saudoso Vasco.
O do Comandante da G.N.R. de Barrancos e o dos seus homens, que são gente boa e dedicada, assenta-lhe lindo ou "bien, coño bien", como se diz no meu povo.

Nota:
Achei fabulosa a ideia desses biltres que pelo facto de ter sido constituído arguido ia perder a minha liberdade de expressão e deixar de chamar os bois ((sem nenhuma referência desprimorosa, dado que nem respondi aos insistentes pedidos de amizade da sua mulher, ao tal Reisinho))pelos nomes...

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Wednesday, June 02, 2010
 


Ontem cantou-se o FADO na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa.
Por vários interpretes começando por Rui Vieira Nery e concluindo com o fadista (melhor que político!) Gonçalo da Câmara Pereira, com assistentes eméritos e uma unanimidade que não foi de circunstância.
Já ouvi fados em tabernas, locais de boa ou má fama, palácios, centros culturais, casas esconças.
Já ouvi muito fado vadio, marinheiro, corrido, operário, aristocrático, em vários pés e com diversas métricas.
Com voz rouca, suada, esganiçada, suave.
O fado é um momento em que o sliêncio enche a alma com o cante, duende, e onde do fundo hondo surge o raio de luz que ilumina.
Agora candidato a Património Imaterial da Humanidade...

Nota:
A Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial no seu artigo 2º:
1. Entende-se por “património cultural imaterial” as práticas, representações, expressões, conhecimentos e aptidões – bem como os instrumentos, objectos, artefactos e espaços culturais que lhes estão associados – que as comunidades, os grupos e, sendo o caso, os indivíduos reconheçam como fazendo parte integrante do seu património cultural. Esse património cultural imaterial, transmitido de geração em geração, é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função do seu meio, da sua interacção com a natureza e da sua história, incutindo-lhes um sentimento de identidade e de continuidade, contribuindo, desse modo, para a promoção do respeito pela diversidade cultural e pela criatividade humana. Para os efeitos da presente Convenção, tomar-se-á em consideração apenas o património cultural imaterial que seja compatível com os instrumentos internacionais existentes em matéria de direitos do homem, bem como com as exigências de respeito mútuo entre comunidades, grupos e indivíduos e de desenvolvimento sustentável.

2. O “património cultural imaterial”, tal como definido no número anterior, manifesta-se nomeadamente nos seguintes domínios:

a) Tradições e expressões orais, incluindo a língua como vector do património cultural imaterial;
b) Artes do espectáculo;
c) Práticas sociais, rituais e eventos festivos;
d) Conhecimentos e práticas relacionados com a natureza e o universo;
e) Aptidões ligadas ao artesanato tradicional.

3. Entende-se por “salvaguarda” as medidas que visem assegurar a viabilidade do património cultural imaterial, incluindo a identificação, documentação, pesquisa, preservação, protecção, promoção, valorização, transmissão, essencialmente através da educação formal e não formal, bem como a revitalização dos diferentes aspectos desse património.

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