insignificante
Wednesday, April 29, 2009
 

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NUNO TEOTÓNIO PEREIRA, filme de Joana Cunha Ferreira

É um filme notável sobre um HOMEM de excepção.
Era um dos que fazia parte dos meus mitos, sabia-o naquela capela, falava-se lá em casa.
Depois do 25 de Abril a minha militância no entorno do MES fez-me aproximar-me dele, com ele tive um simpático momento ainda em 1975.
Só o vim, todavia, a conhecer, melhor e pessoalmente, através da minha amizade com a filha mais nova, a Helena, em cuja casa passávamos muito tempo...
De uma simplicidade à medida da sua grandeza, que é soberdamente contada nas grandes e pequenas histórias e estórias deste/neste filme, a sua obra enorme é também o compromisso cívico e social que é a sua vida.
Obrigado Nuno, por tudo!

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Dia 27 foi o 2º aniversário do Grupo de Amigos da Tapada (das Necessidades).
É um grupo notável, cuja vida tenho acompanhado, com empenho e amizade.
Defende a manutenção deste espectacular pulmão verde da cidade como espaço público, estuda a sua história cultural e vegetal e empenha-se na sua salvaguarda, tal implicando além de uma apropriada gestão do espaço, uma acção de recuperação da estrutura edáfica e dos caminhos, das fontes e dos elementos estético-monumentais.
Implica tornar este espaço vivo, no tempo e no espaço.
O Grupo tem desenvolvido acção cívica junto dos poderes municipais, Câmara e Freguesia, pressionando para solução destas questões e propondo medidas. E tem desenvolvido a investigação e a amizade para solidificar o seu sentir.
Com muito gosto estive no jantar destes amigos, a manifestar o meu empenho... e a sua continuação, em nome dos C.P.L.s, e transmiti uma saudação particular de Helena Roseta.
A vida é feita de cactos e papagaios, também, e esses florescem e procriam na Tapada, com esta amizade por ela.

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Monday, April 27, 2009
 

O sol, a água, o mar, o vento, a imaginação a esvanecer-se pelos interstícios da realidade, e o sonho, o sonho de sustentabilidade, de bem estar social e felicidade individual.
Hoje, aqui, esta imagem símbolo de esperança....

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Sunday, April 26, 2009
 
Foi há 23 anos.
Já aqui contei a minha vivência do dia, desses dias.
Hoje é bom que não se esqueça, é bom que se recorde, porque homens e mulheres continuam a morrer, hoje já não contabilizados pelos estudos oficiais, desse acidente, de cancers e leucemias, de problemas associados às defesas imunitárias terem sido quebradas, pelas radiações isotópicas/radioactivas.
Todos os dias, todos os dias continuam a morrer pessoas de Chernbobyl, mesmo que tal possa ser só na média. Centenas, muitas centenas morrem todos os anos!
O risco inexistente, diziam os meus professores de mestrado no Laboratório Nuclear de Sacavém, nessa mesma semana na 2ª feira, foi desmentido na 3ª ou 4ª, o risco possível é, de facto, máximo, a desgraça é incomensurável.
E não há nada, mesmo nada que justifique o seu regresso da tumba, onde jaz em Chernobyl para sempre e vigiada dadas as fugas que já se verificam.
As alterações climáticas não têm solução, nem mitigação, com a nuclear, que só intervem no sub-sector eléctrico, e no qual além de todos os riscos a ela inerentes, é contribuinte poderoso para as emissões de CO2, seja no processo de extracção de uránio, seja no processo de construção, seja por os investimentos (que no caso da única! central em construção já dispararam quase para o dobro) não permitirem que esses sejam realizados onde tem utilidade na economia e eficiência energética, em novas áreas e sectores de melhoria da eficácia e da rede energética.
Irei editar (Ed. Colibri) em Maio mais um livro onde, nomeadamente no excelente prefácio de Carlos Pimenta, tais questões são abordadas com simplicidade mas dados e bases sólidas.
Hoje é um dia para não esquecer. É um dia para recordar.
Contra tudo e contra todos, que pretendem reconstruir ou eliminar passados que não lhes agradam. Como diz Kundera enquanto não deixarmos a memória ser derrotada pela esquecimento mantemos a vida.

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Saturday, April 25, 2009
 



25 de Abril Sempre


Fascismo Nunca Mais
 
Friday, April 24, 2009
 
Tudo está relacionado com tudo na vida.
Trago aqui, com recomendação de assinatura uma petição:
http://www.peticao.com.pt/reserva-agricola-nacional
sobre uma questão essencial para a manutenção cívica, cultural e social da comunidade, das comunidades que se definem no território hoje nacional.
A defesa do solo vivo e das suas potencialidades e usos, no quadro de interligação de lógicas de sustenbilidade é incompatível com a adulteração de importante legislação do Estado que protege, no quadro de uma catalogação de solos que é certo que devia ser melhorada, o solo agrícola e cultural que temos.
Permitir a florestação intensiva ou facilitar a sua passagem a zona urbano/industrial é um completo absurdo e hipotecar a possibilidade de regenerar a vida de aldeias e comunidades, manter solos vivos em áreas já hoje urbanas e abrir as portas, ou descancará-las para lógicas compressoras de imobiliário ou fileiras de floresta industrial que hoje não viabilizam a economia e ao contrário afastam pequenas dimensões de vivência social e potencial de desenvolver, nesse solo, muitas vezes é certo que já muito degradado novas culturas e espaços e lazer e benefício socio-económico.
Tudo isto é feito, mais uma vez num período em que as atenções para estas questões já são abafadas por acontecimentos efémeros e sem qualquer, repito sem qualquer consulta às Organizações não governamentais de Ambiente (como se a manutenção e perenidade do solo não fosse de essencialidade para o nosso futuro) e sem que o Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável tenha sido ouvido.
É necessário desde já alertar toda a gente, como parece que por aqui e acolá, vamos com algum sucesso fazendo.
O 25 de Abril fez-se para derrotar a ditadura, que tinha uma matriz, como não me tenho cansado de referir em colóquios, na inexistência (ou precária) de industria nacional e necessidade de proteccionismo para esta, e na extensão da propriedade do solo, bolsa para trabalho sem direitos, e claro a guerra colonial com a consolidação dos chamados tubarões (capitães, mas do lado errado, da indústria se chamavam) do regime em articulação com os elementos antecedentes.
E a ausência de liberdades públicas que articulava isso tudo com um pensamento e práticas do pior bafio.
Hoje temos que defender o contrário, uma economia saudável que estimule o bem estar social e a felicidade individual.
Sem solo e a sua perenidade, sem transparência de métodos e lógicas de ouvidura e participação o futuro não é risonho.
 
 
A Sombra de D. Roberto, de H. Engstron e J.D. Spoerer,

Este magnífico documentário sobre a memória e os fantasmas do esquecimento, sobre o silêncio exterior e o interior, sobre o tempo sem tem de todas as solidões antecedeu uma simpatica tertulia organizada pelo núcleo de direito da Amnistia Internacional.

Cerca de 30 pessoas assistiram a este muro no estomago e à intervenção de um dos heróis do século XX português, Edmundo Pedro, ao contar algumas das suas muitas memórias, num debate interventivo e animado onde se viu que há força que resiste, há força que diz não.
Gente jovem e com ideias e estamina parace ser um bom alfobre para que a intervenção cívica não esmorreça, a participação na polis, que foi por todos estimulada, e o pensamento.
Pensamento a caminhar também foi o menu de ontem do almoço, que continuará num jantar hoje em Caldas da Rainha.
E antes de um reencontro de memórias pela noite, de ex-associativos, ainda pude ir dar um grande abraço ao querido António Borges Coelho e ouvi-lo de catedra falar sobre os tempos da inquisição e enquadrá-la políticamente.
E comprar o excelente desde já ao folheio e na apresentação "Dicionário do Judaísmo Português" e a assinatura estimosa da Esther Mucznik, umas das autores.
Quem não tem memória não tem futuro. Mais que isso não tem presente.

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Tuesday, April 21, 2009
 
Concluir uma série de trabalhos, vê-los produzidos, é um momento de distensão, de paragem do tempo. Neste momento com a brochura e o cd, com o livro, com mais um painel tudo isso em edição e a sair no ínicio de Maio, já estou a ser levado para as próximas, outro livro também em detalhes finais e as páginas na rede em produção inicial. E o filme a procurar financiamento.
As coisas abrandam ou aceleram mas o tempo continua-as.
Volta a política de mansinho, as europeias, intercaladas com locais, aqui e ali, implicando a partir de meados de Maio pausa noutro, no outro, activismo social, sem que entretanto não deixe de passar por dois ou três locais, a faculdade de direito, tertúlias e congressos para falar do espírito e do direito desse à liberdade.
E cansaço, a requerer férias ou uma pausa....e tempo para leituras e caminhadas....
 
Monday, April 20, 2009
 
Amnistia Internacional na 2
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=23283&idpod=24437&formato=flv
entre os 36.30 e os 43.m +/-

"Todos contra todos,,,, alguém a favor!"

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Sunday, April 19, 2009
 

É uma imagem notável. Penso que diz tudo. Um país esburracado, onde cada buraco serve para uma couve, um jeitinho para a sopa, onde adiamos, adiamos para as calendas, a construção de caminhos, a construção de alternativas e vamos continuando a esburracar, pois se já está assim.
Na água veêm-se reflexos, será só das couves ou também os nossos que olhamos?
 
Saturday, April 18, 2009
 
Estive ontem no lançamento do livro do "andarilho", e companheiro de andanças Camilo.
O Camilo Mortágua, com o Hermínio Palma Inácio e o Fernando Pereira Marques fazem, com outros é certo, parte da mitologia do meu passado.
Recordo-me a ler a noticia da sua (de qual deles?) prisão num quadradinho do jornal e do romance que lhes imaginava. Recordo o tempo em que os ouvi contar estórias, essas e outras, e do convivio, que sobretudo com o Fernando tive.
Ontem fui dar-lhe um abraço ao Camilo, revi o Fernando de quem o tempo me apartou e não o Hermínio, que sei caminhar para o ocaso da vida.
Posso contar que estive no congresso (1º? único?) da LUAR, no Coliseu dos Recreios creio que em 1975, como "observador" que todos eramos, e voltei a encontrar-me em andanças com o Camilo, e também com o Fernando. E com eles partilhei políticas e empenhos.
Voltei a ouvir-lhes estórias, que nos jantares essas, tem sempre épica.
E ontem foi com prazer que revi outros companheiros e camaradas, de outros tempos, de outras memórias, juntos pelas memórias do Camilo, pelas andanças, suas.
Estas antes do meu tempo....
Por aqui, por ali, por acolá, por onde nos leva a vida....

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Thursday, April 16, 2009
 
Hoje foram para produção/edição, após últimas correcções, o "Por Terras da VentoMinho" e o "Energias Sem-fim, Contrariando as Alterações Climáticas".
No ínicio de Maio estarão a ver mundo e o mundo à sua procura.
Foram trabalhos arduos que deram grande gozo. As colaborações e sinergias foram, em todos os casos, excelentes e o resultado final é impecável.
Voltarei a trazé-los aqui.
Hoje voltei à CML e o ambiente também está bom.
Helena Roseta apresentou os resultados da 1ª fase do PLH, que com brilhantismo de produção intelectual, com base nos dados recolhidos pela equipa ela tem coordenado.
E dei duas longas entrevistas a simpáticas e bem informadas jornalistas da RTP e da Lusa, sobre sustentabilidade e direitos humanos e racismo e xenofobia, respectivamente, na qualidade dirigente da Amnistia Internacional.
E estive em sessão para a formação da comissão de apoio ao Tribunal Russell sobre Israel/Palestina.
E mais meia duzia de assuntos para encerrar com esta #constipação# aziaga que me persegue.
Amanhã é outro dia.

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Monday, April 13, 2009
 
Eleições....
Não há hipotese de negá-las, elas estão aí, à porta e o país já está em pane, de tudo.
Em breve, assim que as condições objectivas se predisponham voltarei aos meus vários empenhos e à sua substanciação, que será absoluta.

Em diversidade de circunstâncias locais, e em cada um dos vários locais onde deixo, ou deixei suor, trabalho e sentimentos não deixarei de dar contributo para o que acho melhor, tendo falhado a iniciativa política que com alguns avancei (um partido de independentes limitado no tempo e com autonomia para encorpar as listas genuínamente cívicas) terei que apoiar essas ou o que resultar desse espírito encarnado em listas de partidos.

Não vejo desde logo contraditório o empenho nas eleições europeias, onde defendo a possibilidade de partidos europeus (e eu próprio sou membro de um transnacional, o Partito Radicale) que possam quebrar a lógica patriótico/foleira que leva um socialista a apoiar um não sei o quê, mas que não se chama Bo, para a Comissão.
Partidos Europeus para eleições europeias, e não sendo tal possível o meu compromisso com quem defende as posições que me são mais próximas, pesem as divergências de pensamento e ideologia, que é o Miguel Portas e a Marisa Matias, que continuarão a sua acção cívica de disponibilidade e defesa intransigente dos direitos, numa Europa que se precisa mais.
Sou contra, aliás, tal não faria qualquer sentido nem nas europeias nem nas legislativas listas de cidadãos para concorrer a parlamentos que são ou serão responsáveis por nomear as funções executivas.
Não faz, para mim, qualquer sentido, listas de cidadãos para o Parlamento nacional, onde acho que tal abriria as portas ao mais bacoco populismo e para as quais acho que são os partidos que representam formas sociais de pensamento e gestão, que devem encontrar representação.
Isto dito tenho que referir que me encontro em linha de confronto com as lógicas partidárias, e a forma de organização dos poderes nos partidos e a sua gestão. Com, ou melhor contra, todos eles. Sou a favor de partidos Assembleia, orientados por regras claras e noções de transparência e rigor.
Não penso que os partidos esgotem a política e a sua representação e acho inconcebível que em vez de procurarem alargar essa em quadros não dogmáticos de pensamento e acção continuem a funcionar como alfobres de mediocridade e de lógicas clubistas.

Talvez vá de férias nesse período, as eleições legislativas, ou talvez não.
Neste momento não me reconheço em nenhuma entidade que a esta se disponha. A esquerda libertária (Castoridiana, está na cara) mas também não violenta (Gandhiana, claro, o que desde logo exclui terrorismos...) e liberal (e esse não tem senão o pensamento radical como referência) não se encontra representada, nem a sua sombra.

Veremos, como o tempo que passa.

P.S.
Sou, também, contra coligações entre grupos de cidadãos e partidos políticos (sendo nesse caso a proibição legal, do meu ponto de vista correcta!). Pois se se constitui um movimento de cidadãos que sentido faz esse coligar-se? Os partidos que convidem e integrem as pessoas individuais, como independentes, sendo assim a transparência total e sem subterfúgios.
Isto dito há que referir que a lei eleitoral autárquica continua a prejudicar as listas de cidadãos, seja em termos de processo de constituição, seja em termos de não utilização de símbolo próprio, seja em termos de transparência financeira.

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Friday, April 10, 2009
 
Hoje o jornal Expresso, a coberto de um suposto debate sobre a nuclear desenvolve insidiosa propaganda dessa tecnologia.
Claro que quando houver um debate a sério nenhum dos argumentos que são expendidos para incutir na opinião pública (que agora até é informada que ecologistas são a favor da nuclear) a necessidade dessa se aguenta, mesmo com o aquecimento do debate.
A nuclear não é solução nem sequer paliativo contra as alterações climáticas.
A Nuclear não tem resolvidos os inúmeros problemas ambientais, graves, gravíssimos de todo o seu ciclo, a montante deixa um rosário de degradação e de doenças, na mineração, a juzante deixa resíduos altamente radioactivos por milhares, milhares de anos, sem que se saiba onde armazená-los.
A nuclear por muito que reforce a segurança, e tem-no feito à custa de investimentos colossais no que se refere às trepidações do reactor e da sismologia, e à protecção da couraça, que hoje tem que resistir ao embate de avião comercial, não consegue senão com lógicas de re-seguros (que é como comprar activos tóxicos!) garantir a sua protecção em termos dos acidentes, que não são mesmo assim impossíveis.
A nuclear não consegue rentabilizar-se (a central em construção na Finlândia para além dos 4 anos de atraso já disparou os custos para mais...50% do previsto!) sem o recurso ao patrocínio e apoio do...Estado, de todos nós.
A nuclear neste momento tenta desesperadamente recuperar do estado de rigor mortis a que está remetida e mas nem mesmo algumas iniciativas piedosas agora incentivadas pelas alterações climáticas lhe chegam à boca.
É que encomendas,,, nicles batatóides e os nossos promotores e publicistas desta tecnologia estão com o dinheiro a arder-lhes nos bolsos.
P.S. No expresso, na lógica que um debate tem que ter dois lados o Prof. Delgado Domingos, com a sapiência que o caracteriza, desmonta alguma da propaganda deste falso debate.
O seu artigo, só por si, já deita muita água nesta fervura nuclearista. Bem haja!
 
Thursday, April 09, 2009
 
Muito trabalho, muitos kms, muitos telefonemas, muitas reuniões.
A finalização de dois, três projectos, com os finalmentes a serem meticulosamente re-corrigidos, andanças daqui para ali, reuniões outra vez, mais telefonemas,,, almoços de trabalho, emails e mais emails, contas para regularizar, conversas sobre isto e aquilo.
Desde a última posta a só tive tempo para ir coçando a picada de insecto que me deixa o pescoço em dor e mais nada.
Hoje início uns dias 2/3 sem agenda, de não fare niente, como não tenho tido há muito e não terei tão cedo novamente. Santa quadra, da qual recordo, um daqueles momentos que não se esquece quando, Ele, me apareceu a dizer que era uma invenção da cabeça dos homens mas que os rituais, todos os rituais em que os homens e mulheres se reviam para O festejar eram importantes e ancoravam as sociedades.
Mas que não se deveriam sobrepôr ao direito, aos direitos humanos.
Numa sexta, nas vésperas do crisma, vi a complexidade do acto e a sua relação.
Deus somos nós, que o criamos e cultamos, que o religamos, todos diferentes entre os muitos que há, todos iguais porque procedem da mesma parte, como Regis Debray nos diz, do nosso cérebro onde alucinamos.
Bom, hoje contei aqui este segredo. Que vos seja útil, também.
Deus,Yahvé, Allah, Krishna, Astarte, Ra, Eloyn todos o mesmo,,,, hoje e amanhã.

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Sunday, April 05, 2009
 
Hoje, como se fosse noutro planeta, como se fosse outra estória, como se fossem outras palavras, hoje, encontrei o Petit Prince, novamente.
 
Saturday, April 04, 2009
 
Para ver, e pensar,,, se for o caso,,,,

http://www.youtube.com/watch?v=is6OJC0NuR0

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Friday, April 03, 2009
 

Toda a palavra é relativa, em nenhum texto escrito há mais verdade que noutro, e o espírito não precisa de gramática.
Todos os textos valem por aquilo que dizem pelo que não dizem e pelo seu relativo.
Não há palavras, nem livros sagrados.
Nós é que somos.
 
Wednesday, April 01, 2009
 
R.A.N.
É, ou era,,, a Reserva Agrícola Nacional.
Este governo, que só pode ser rotulado de miserável, produziu mais um documento legislativo para acabar com o que resta de bom senso para proteger o nosso território.
Raramente trago aqui outros documentos, mas não posso deixar de vos remeter para:
http://ambio.blogspot.com/2009/04/autopsia-da-reserva-agricola-nacional.html
onde o Henrique Pereira dos Santos, por quem tenho estima pessoal, convergências e divergências escreve uma prosa notável.
Subscrevo!

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