insignificante
Monday, March 30, 2009
 
Abril a chegar e, no prelo, o próximo Energias Sem-fim, Contrariando as Altrerações Climáticas e também o Pelas Terras da VentoMinho.
O fim de uns documentos e o início de outros, agora as páginas na rede e um filme, em projecto,
E também para entrar em edição em Maio, ainda sem nome, outro documento a navegar.
Tudo resultante de ligações, de tempos e modos, quem sem esses o futuro não se orienta.
Tem sido uns tempos cheios, de trabalho, intercalado muito por militantismo social que também conta nesse, para esse, modo.
Direitos Humanos e cidadania, por aqui, por ali, por acolá...
Hoje numa entevista para um simpático programa (Etnias) da SIC pode voltar a perceber o imenso valor de falar verdade e ter a alma no sítio certo, e o que essa representa de adquirido na bolsa das relações que fazem a vida.
Um pensamento justo ou justamente, sómente, um pensamento que se orienta entre valores e honra.
Falta um mês para pausa e olhar para outros lados, que o bichinho da polémica e da discussão, do confronto está a despertar na alma leda e cega,,, como dizia o vate ilustre...
 
Sunday, March 29, 2009
 
Discriminar não é humano

Discriminar, independente da raça, do género ou da orientação sexual é não ter leis iguais para todos, independente desse/a.
Casar e constituir família é um articulado e um desiderato que procede de códigos, de leis, é enquadrado por esses/as.

Discriminar não é humano?

Não, não é humano, é a resposta que devemos, temos que dar no quadro do exercício da Declaração Universal dos Direitos Humanos!

Não é humano limitar o acesso aos beneficios e usufrutos que a lei permite, a ninguém, independentemente da raça, do género ou da orientação sexual.
Fazê-lo é, independentemente das motivações, resultado de algum preconceito, mesmo que esse seja subliminar, e com raízes profundas no pensamento que nos estrutura, e mesmo que recusemos assumi-lo.

Os defensores dos DHs não podem ter a mínima, a mínima hesitação em relação a esta questão, e não podem enfiar a cabeça na areia, baseados em quaisquer tipo de subterfúgios nem por qualquer receio de ocasionalmente tal coincidir com uma meritória iniciativa, se bem que limitada, de um qualquer partido político.




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Friday, March 27, 2009
 

hoje, talvez repetido, lembrei-me, a recordação é sempre uma repetição da realidade...
de um poeta...outro.
 
Thursday, March 26, 2009
 
A praça Jamaa El Fna foi o meu local de centralidade desde a última posta,,,
Entre contadores de estórias, videntes, encantadores de serpentes, tratadores de micos, vendedores de tudo e da banha da cobra, e uma sopa de harira e um kefta ou um merguez, com um couscous a acompanhar assim se passaram uns dias, para recuperar de outros no hotel Kenzi Farah numa pouco útil reunião onde só não se falou de direitos humanos e onde pode assistir a como se manipulam, em nome de um putativo consenso, consciências na base da injecção de "power points" arrasadores...
Marrocos árabe e sobretudo berbere é um mundo de paz e tranquilidade, nos toques, de acordo, no negócio, e nos olhares que se cruzam, mesmo quando velados, sobretudo.
Os souks que vão perdendo a produção mas produzem contacto humano e onde a "bancarota" está sempre na corda bamba.
A hospitalidade é aqui a base, e o ambiente cheio de areia do deserto ou do Atlas que a limita e empurra, e entre couscous e tagines o uisky marroquino tempera a alma como se fosse chá de menta.
Sem muita monumentalidade que iguale a que brota da civilização da praça El Fna por aqui e por ali sinais dos tempos dão-nos a dimensão da enormidade deste.
No Riad Kais jumelação de dois palácios "andaluzes" com pátios luxuriantes e mobiliário de distinção e do terraço deste o futuro paira, com o passado a recordá-lo.
Nesse está o tempo, todo.
 
Wednesday, March 18, 2009
 
Discriminar não é humano, tem sido um dos temas que temos apresentado no âmbito de intervenção contra o racismo e a xenofobia, no âmbito da acção política da Amnistia Internacional.
Em Barqueiros o que se passa, ou passava,,, era uma clara discriminação racista,,, que o Ministério da Educação referia como sendo uma discriminação "positiva".
Do género, e desde já refiro isso só como elemento para realçar a evidência, como colocar os judeus no gueto era discriminar positivamente, para o #bem deles#.
Inclassificável e desde já tenho que referir que tive, pese a minha qualidade de moderador, responder a um senhor que ontem veiu com o argumento que os "patriarcas" da comunidade tinham defendido tal segregação.
É mentira, podendo haver alguns que defendem tal!
Não há nenhuma justificação pedagógica para esta animalidade, não pode haver a mínima complacência com esta grosseira transgressão da Constituição da República e há que exigir responsabilidades.
Há que exigir que este enxotar com o problema para debaixo do tapete, como propõe o Valter Lemos (secretário de Estado da Educação) não fique sem responsabilidades.
Exigir a demissão de quem foi conivente com esta execrável situação é um imperativo de cidadania, é um imperativo de humanidade.

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Tuesday, March 17, 2009
 

A palavra raça não identifica nenhuma realidade biológica reconhecível no DNA da nossa espécie, e portanto não há nada de inevitável ou genético nas identidades étnicas e culturais, tais como as conhecemos hoje em dia.

É a diversidade cultural, fruto do tempo e do clima que molda a humanidade, e cada uma completa a outra e é da sua mestiçagem que resulta a evolução sócio-cultural.

A mestiçagem do mundo e individualização das consciências é o desiderato que perseguimos

Este é, também, a recusa do bárbaro que só existe na crença da barbárie, na crença na inexistência das ciências e no desprezo da humanidade.

Esta HUMANIDADE, para nós, para os defensores dos direitos humanos não tem classificações, não tem minorias, não existe em grupos.
A humanidade é antes de tudo o individuo, qualquer, e esse não é asocial mas provem da evolução vital da sociedade, e das vivências dessa.

Saber, conhecer, envolver-se na afirmação desse/nessa é estar aqui e dizer não ao racismo, não à desumanidade

Hoje tive oportunidade de dizer essas palavras antes da moderação de um debate sobre o relatório da Numena para a Amnistia Internacional, nos locais do antigo palácio da Inquisição, actual Teatro Nacional D.Maria II.
Foi um excelente momento em que o Bruno Dias, principal expoente do relatório, a Esther Mucznik, o Antonio Veiga e a Mª Dulce Nascimento deram expressão e opiniões, em seu nome e honrando as suas comunidades.
Honrando a humanidade!

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Monday, March 16, 2009
 

Já aqui faltava....

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Sunday, March 15, 2009
 

Com o passamento do João ainda no olhar, lembrado com saudosa amizade em conversa com o J.M.Pureza, no âmbito da excelente manhã do seminário sobre a Palestina, que moderei, continuo...
Nesse intervenções de registo. Do Jorge Martins sobre a história e a sua importância para perceber e agir no presente, que é decisiva, e o excelente contributo de Tariq Al Kudayri, que com sabedoria soube dar conta da evolução da realidade e defender o possibilitismo como metodo, que foi reforçado pelo J.M. Pureza que fez uma também brilhante explicação dos caminhos e processos para conciliar a história com a realidade e nessa encontrar caminhos da paz.
Na conclusão voltámos a ter excelência com o relato pelo Luis Paulo do caminho no processo de Timor Leste e o Vitor Nogueira, também velho camarada, fazer um relato sóbrio da intervenção que deve marcar quem defende o direito, todo, em todas as ocasiões.
Fico com pêlo eriçado quando me falam de Bizancio para escamotear que sem direitos só temos pol pots e ainda mais quando me dizem que tiros nos joelhos, ou lapidação, ou mutilação genital é normal na sociedade deles.

E na véspera (6ª) ainda passei por mais uma sacanice do Partido Socialista contra a vida e os direitos dos ex-trabalhores da zona uranífera da Urgeiriça (sendo obvio que só retirar a maioria absoluta ao PS pode resolver este problema humanitário e social) e pela Boa-Hora.

Hoje, enquanto preparo conferência amanhã sobre alterações climáticas e direitos humanos, recebo uma imagem que não resisto a aqui deixar.
Pensando também nas raízes que partilhavamos, tantos, com o João Mesquita.

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Thursday, March 12, 2009
 
Morreu o João Mesquita

Sou surpreendido pela notícia, já esperada, nunca esperada da morte do João. Logo recordei a nossa última conversa, na Convenção do Bloco, em que estávamos convidados, e a esperança e força que o animavam. Pareceu-me bem e lutador, de corpo doente e espírito ousado. Falámos sobre a Marisa Matias e deu-me a sua opinião coincidente com a minha, sobre a capacidade e renovação que esta dá à lista liderada pelo Miguel. Falámos também de coisas várias, sempre tentando não saber do limite, dos limites do futuro.
Que hoje passa a ser passado para o João, e memória para os amigos e para a Clara e a filha que ele extremava.
Encontrámo-nos em diversos momentos, percorremos juntos alguns trilhos, partilhámos ideias que continuarão.
Honra e Memória para quem parte com a estima e o lastro que o João, nos deixa.
A luta pelo futuro continua. A vitória é que não dura.

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Já aqui chamei a atenção para o Seminário de Sábado dia 14, na Associação 25 de Abril.

Junto excertos de um texto de divulgação:

Não existem lados para os direitos humanos!


Realiza a secção portuguesa da Amnistia Internacional, em conjunto com a ATTAC, o CIDAC, o Fórum pela Paz e os Direitos Humanos e o GRAAL, (...)
um seminário sobre a Paz no Médio Oriente que tem chamada para título Solidariedade com o Povo Palestiniano.

Sei que desse título pode resultar ambiguidade. Que também existe ou existiu quando nos empenhamos pelo povo Tibete ou Timorense, ou qualquer outro. Mas seja desde já entendido que ao defendermos os direitos de todos a um Tibete Livre estamos a defender a China Livre, ao defender Timor com direitos estamos a defender os direitos também na Indonésia e ao defender a Palestina também é o direito a Israel que defendemos.
Não existe dualismo de critérios, nem os direitos humanos são moeda ou têm dois lados.

Neste seminário irão estar presentes os mortos, todos os mortos em atentados e guerras, estarão presentes prisioneiros de consciência em Israel como Mordechai e as milhares de Anima sem direitos em Gaza ou nos países árabes por imposição da Sharia, estarão presentes os refusniks de Israel e os mortos na luta entre as várias facções que se degladiam na Palestina.
E estará certamente presente a Humanidade que não existe nos mísseis que são lançados pelo Hamas contra Israel ou nos bombarbeamentos “selectivos” sobre escolas ou instalações da Nações Unidas ou quaisquer que Israel, utilizando armamento proibido pelas leis internacionais realiza no “gueto” de Gaza.

Discutir, interrogar, agir e deixar a nossa assinatura, com outros que partilham as nossas dúvidas e terão outras é o nosso objectivo,

(...)


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Tuesday, March 10, 2009
 
Uma vela pelo Tibete!

Hoje juntar-me-ei a alguns, poucos, muitos que se recolhem pelos direitos humanos num país colonizado por um grupo (o grupo han), onde a cultura e as gentes são reprimidas, a língua ostracizada, o espaço violado, o tempo e os templos deste saqueados e as populações obrigadas ao exílio interno ou externo.
Um país antigo, onde floresceram diversas muitas artes e significados, onde passa uma espiritualidade especial, veiculada por gente cujo espírito vem de longe, de muito longe, e cujo dharma atingiu as alturas que também aqui, no tecto do mundo, tem as montanhas do pensamento.
Não há esquecimento, enquanto os humanos cultivarmos a memória, e a épica deste povo humilde e digno, na sua história e passado que se continua, se continuará para sempre no ser que é o espírito, enquanto continuarmos a ter a vela acessa, enquanto continuarmos a denunciar a selvática ditadura que domina a China, aos seus oligarcas e cleptocratas, enquanto houver um sopro de espírito o Tibete está vivo, continua vivo.
Porque a terra é feita por várias coisas, a continuidade dos povos e do que os faz.
O imenso Tibete é terra onde o som do corno se expande pelo ar puro das montanhas. Queiram os que o querem transformar numa terra sem povo e sem espiritualidade ou não. O som, esse som, como a vela continua.

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Monday, March 09, 2009
 
Com a Primavera a aproximar-se é tempo de preparar mudanças....
O mês de Março é um mês de fim de ciclo...o começo de outro.
Hoje entreguei o projecto do filme sobre Energias ao quem poderá produzi-lo e o livro sobre as mesmas a editor. O powerpoint está nos finalmente e a página na web a arrancar.
O livro sobre a água, um está já em trabalho de edição e o outro nas mãos de quem poderá patrociná-lo.
estou a resolver outras pequenas questões empresariais.
O seminário sobre a Paz e os direitos humanos na Palestina de sábado 14 está em conclusão de produção. Já tenho preparado conferência sobre #os direitos humanos e o ambiente# e algumas notas sobre o#racismo#.
Estou a preparar, também, ou pelo menos a pilha de documentos já se acumula, reunião em Marraquexe, a que se seguirá tempo de nevoeiro...
Abril será mês de produções,,, e de outros tempos que o tempo vai trazer,,,
O mês de Março devia ser o último do ano, ou o primeiro como já foi em tempos antigos....
 
Saturday, March 07, 2009
 
Nojo! Nojo!

Mete nojo o sr. bispo de Olinda e Recife e os seus acólitos, o piorio da igreja católica, que do meu ponto de vista são criminosos e portanto desde logo estão excluidos da comunhão e portanto interditos de propôr ou sancionar qualquer excomunhão que seja.
Pois este senhor, um criminoso por sancionar e incitar o crime, decidiu excomungar (com que direito?) a equipa médica que realizou o aborto à criança de 9 anos que depois de repetidamente violada pelo padrasto desde os 6 anos, aos 9 anos engravidou (de gémeos) e corria grave risco de vida, dada a sua estrutura corporal e óssea, se leva-se a gravidez a termo.
A equipa médica realizou um acto de profilaxia sanitária, e salvou a vida à criança, além de ter perservado o seu direito ao seu corpo e intimidade desse, contra o crime continuamente praticado nele, que o tal bispo absolve, como aliás o faz aos actos praticados nos seus seminários, pedofilia e continuas violações de crianças e adolescentes, sobre os quais nunca li qualquer excomunhão, assim como sobre disparates como o Katrina ser punição divina, como o Titanic já o tinha sido, ou a inexistência afirmada por bispos nomeados do Holocausto.
Regressei ao convívio da Amnistia Internacional no quadro das discussões sobre os direitos reprodutivos e o direito a uma maternidade consciente, ie, o direito à interrupção voluntária da gravidez, ao aborto, como direito humano.
Nojo, nojo é o sentimento face à desumanidade destes facínoras, travestidos de autoridades eclesiásticas, que com autoridade que não têm decretam quem participa ou não da comunidade.
Com eles estou certo que não.

Hoje no Expresso artigo de registar do Presidente (em França o título é definitivo, e em Itália idem...) Mário Soares e do Paulo Albuquerque meu estimado companheiro na direcção da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, sobre um tema que já mereceu decisão desta, em total sintonia com o teor do artigo referido.
A memória dos espaços, é a memória que do tempo devemos perservar para que o tempo não volte e dessa dar coerência no presente para o futuro.

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Wednesday, March 04, 2009
 

Ponham na agenda (carreguem na imagem para aumentar).
Penso, pelo trabalho de preparação e as bases de pensamento e orientação que se foram estabelendo, e desde logo estão reflectidas no texto que convoca, será um momento de reflexão sobre as causas, os antecedentes históricos, e os matizes sociológicos de um conflito no qual os direitos de cada qual são postos em causa, também por falta de diálogo e de pontes para esse.
O direito, os direitos são também respeito pelos quadros legais, nacionais e internacionais e procura de os aumentar, modificar se for caso disso por vias pacíficas e de mobilização cívica.
 
Tuesday, March 03, 2009
 
No meio de reflexão sobre o racismo, a diversidade cultural e a sua ligação ao tempo e ao clima sou levado a pensar na Guiné.
Tenho por essencial neste conflito que se desenrola, seja esse a morte de cargos do Estado, a luta entre cartéis de droga, diferentes cartéis que lutam pela supremacia e controle das vias de escoamento do produto, mal, muito mal proibido.
Sou um anti-proibicionista radical e penso que a Amnistia Internacional também terá, mais cedo ou mais tarde, que dedicar pensamento a esta questão que é fonte dos maiores atropelos aos direitos humanos, seja pela lógicas de violência e poder que gera sem controle, seja pela destruição de formas de cultura e vida das colectividades e comunidades, seja pelo tráfico de armas e branqueamento de capitais que lhe está associado.
A luta pelo poder na Guiné um Estado nas mãos do narco-trafico deve ser compreendida neste quadro e levar à reflexão sobre o sistema mundial de proibição de psico-trópicos .
Curiosamente a referência a esta questão que ela sim poderia fazer diferença na compreensão da situação é escondida debaixo dos tapetes.
E depois encontram-se nas diversidades culturais entre balantas, mandingas, fulas, bijagós, etc explicações, baratas e erradas.
Ou na impotência de problematizar o verdadeiro problema fazem-se umas declarações ocas sobre a disponibilidade e a solidariedade.
 
 
Um pôr do sol espantoso na Foz do Arelho deixou-me pequeno face a toda a realidade, e às pequenas ilusões que nesta se desenvolvem.
Neste fim de semana de assinalar que o pensamento e a sua justeza foram, são também referências reais e que no "Trombete", da Foz entre um Cohiba e um BussMills 20 anos se pode divagar pelos ares, ou melhor sons, de Miles Davies e ainda voltar a discutir os direitos, todos os direitos.
Também durante estes três dias pelas Caldas as eleições autárquicas foram centrais e como e porquê e o modo e o processo.
As "águas mornas" continuam a viver mergulhadas na maior incapacidade de união positiva e sustentada e não se vislumbra quem lhes possa começar a inverter um dos piores ciclos da vida política autárquica portuguesa.
O presidente Costa e os seus "delfins", já anunciados são ou o piorio ou quem lhe dá continuidade e reforço. E as oposições de billhardice e presporrência, como diz o ex-candidato socialista (Galamba) também a falar para dentro, improdutivas. Totalmente!
Claro que também houve outros momentos, outras discussões, algumas com o ranço do tempo que não passa,,,, outras a pensar noutros futuros, numa reunião de quadros e estruturas da Amnistia Internacional, mas sobre tal recolho-me.
Hoje, concluímos a organização do que será um importante seminário sobre a paz no Médio Oriente, antes ainda estive no S.Luís a dar um abraço ao Miguel Portas e à Marisa Matias, a correr, porque o tempo luta contra o relógio.
 
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