insignificante
Thursday, July 31, 2008
 
Só me apetece poesia... durmo pouco....acordo com cãibras....não tenho tempo sequer para o tempo...entre fogos e foguinhos...alguma coisa há.de ser, como diz o tal...poema.
Tenho tido vagar só para chegar aqui e tentar responder a toneladas de mails e lixo sideral, e a vontade de escrever e pensar nas articulações não larga essas ultimas.
Hoje reuniões sucederam-se, de trabalho, de outro trabalho e ainda de outro e outro trabalho.
Mas vamos papilhonando e segue.
 
Tuesday, July 29, 2008
 
Dormir tem sido escasso, numa semana que não tem parado.
Acompanhei o andamento trepidante da preparação da intervenção dos CPL na reunião de amanhã da CML, tratei de mais umas coisas pelo Gabinete.
A AI ocupou-me muito tempo, responder a emails, tratar de alguns assuntos e preparar burocracias.
A produção dos dois próximos livros está a chegar ao ponto em que volta a dar trabalho, montagem e rebites finais, e outros assuntos também se acumulam na agenda.
E depois também conversas, muitas conversas por aqui e por ali...
Surpresas podem estar no horizonte ou não. Vamos entrar no mês em que tudo pára. Vamos ver, sentir, olhar, ouvir....
A paciência como o zen pode aguentar....

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Saturday, July 26, 2008
 
Sem tempo...
porque entre a Fabrica do Braço de Prata e a EPUL, entre um salto até Barrancos, para assuntos de família, e duas desgastantes reuniões executivas da Amnistia Internacional, entre "aprimores" da re-edição, do novo livro sobre energias suaves, e renovado contacto com o Francisco Abreu, agora Esfera do Caos, e os casos do sr. Podimiani ou da sra Otilia e outros casos de outra relevância por aqui por ali, o tempo esgotou o tempo e nem para uns minutos a parar e organizar esse tempo sem tempo...
Alguns dossiers digeridos, os jornais todos lidos que isso vem com o encargo para funções voluntárias para a semana em apoio às executivas da CPL, na vereação da CML...
e ainda tempo para algum convivio sem tempo...
Sem tempo, com tempo, a vida continua seja esse parado ou a andar sem ser visto.

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Wednesday, July 23, 2008
 
Tempo para nada, tempo para tudo, são 23 horas de 4ª feira e finalmente tenho um pouco desse para pensar nesse.
Desde que cheguei que não paro, a CML a ocupar-me muito, e a questão da EPUL a provocar fricção e a Fábrica (Braço de Prata) empenho, além de outras questões e questiculuncas, além de uma sortida pela paz, com Helena Roseta à quinta da Fonte, uma reunião para começar os acabamentos da re-edição do #energias Sem-fim# e outros projectos, outra para tratar de burocracias associadas, uma ida à Amnistia Internacional para tratar de assuntos pendentes...
entretanto também atenção ao #uranio# e a outros casos que vão surgindo.
Isto tudo e cerca de 300 emails, verdade seja dita que metade foi quase na hora para o lixo, sempre com o risco de algum não dever ter esse caminho.
Tudo isso e mais almoços e janteres de trabalho ou de estórias, e hoje uma saltada até Barrancos, onde quase não sai de casa tal a quantidade de assuntos que de cartas a emails e teles me retiveram.
Tempo para nada, tempo para tudo...

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Saturday, July 19, 2008
 
Fora do mundo, perdido pelas ilhas de calypso passei a semana.
Muito irei contar, em conversas a perder o sol e por aqui, ao correr do dedo.
Para já já escrevi ao secretário permanente (é assim que eles lá chamam aos ministros, na tradição anglofona que domina e se sobrepõe na polis, pese o quase arabe da língua, maltesa, e o muito italianar das falas) do primeiro ministro (tipo ministro da Presidência) sobre os bons e maus sinais que pelas ilhas se encontram.
A sustentabilidade não é um mito, nem uma pegada, é uma prática.
Comentários vários sobre este país especial, as três ilhas metade da ilha da Madeira (quando é que lhe damos a independência e nos livramos dessa?), mas melhor, muito melhor em todos os aspectos, salvo na Laurisilva... virão aqui poisar, nos próximos tempos.
Não quero deixar de mencionar a notável catedral de La Valetta e nessa, além dos tumulos dos cavaleiros, dois Caravaggio de perder a respiração e mesmo a cabeça, e os testemunhos das primeiras civilizações os notáveis, e muito descuidados quase ao abandono, templos e artefactos, esses no Museu de Arquelogia (onde quase ninguém entra!), que são os maisa impressionantes testemunhos que já vi de civilizações antigas e dos seus cultos telúricos que tive ocasião de ver e sentir.
E a magnifica gastronomia mediterrânea, as notáveis frutas (melões e seus congeneres, tomates, "ananazes") além das hortícolas. Também o excelente queijo de cabra com pimenta e os vinhos, que foram uma descoberta assim como os licores, nomeadamente o de cacto.
A proximidade da Sicilia desenvolveu notáveis massas e fantasticas pizzas, tudo a jogar com muita, muita mediterraneadade.
Lembrei por St. Julian, o Manduca, companheiro de muitas lutas que por aqui mantém o espírito e teria gostado da carta que enviei às autoridades políticas locais.
Notáveis as estruturas urbanas e arquitectónicas (já a serem devassadas por tonterias como o Hilton) e soberba a cidade do silêncio Mdina, assim como os nichos de artesanato de que merecem menção as notáveis "loiças" e os magníficos "vidros", sendo que os alinhavados, o trabalho da filigrana ou da pedra valem referência pelo que nos aproxima, os aproxima das nossas tradições.
As festividades religiosas, de um povo onde cada lugar é evidenciado por uma...catedral... e onde vamos encontrar a 3ª maior copula do mundo (a seguir ao Vaticano e a Santa Sófia) numa...aldeia..., são invejáveis, tanto quanto as saias-camisa que mostram pernas exuberantes são de cortar a respiração a qualquer cristão, virgem maria, madonna mia.
No caminho para Gozo a miragem da Lagoa azul enchem o sonho e nesta ilha o tempo para, na camioneta que data dos anos 30 do século passado e na calma que os ilhéus imprimem à vida.
Voltarei.

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Thursday, July 10, 2008
 
Os piores fantasmas, infelizmente bem reais, regressam à Europa.
Na Itália de Berlusconi a sombra do Duce ganha tamanho nas medidas racistas do governo em relação à comunidade rom, medidas que se encontram na linha das primeiras medidas do nazismo em relação aos judeus.
O silêncio da comunidade internacional, que por vezes é a não notícia, o esquecimento é grave, muito grave.
Em Itália e no Parlamento Europeu aqueles que estão com os direitos cívicos e a sua extensão em todas as circunstâncias estão activos. Alguns eurodeputados (de que sou informado de entre eles pelo menos um português, Miguel Portas) inquiriram o presidente do conselho assinando com a impressão digital, sobre o caso.
Os meus companheiros do Partito Radicale, na 1ª linha :

PE approva risoluzione sui Rom promossa dai radicali del gruppo liberal democratico. Adesso dossier informativo sia completo
Il Parlamento Europeo ha approvato oggi con 336 favorevoli, 220 contrari e 77 astenuti la risoluzione sui Rom a seguito della presentazione di una serie di interrogazioni dei deputati Cappato e Mohacsi. I gruppi del Partito popolare e dell'Europa delle Nazioni avevano chiesto di rinviare il voto a settembre ma la mozione è stata rigettata con 293 favorevoli e 316 contrari.

Roma/Strasburgo, 10 luglio 2008

• Dichiarazione di Marco Cappato, eurodeputato radicale e Marco Perduca, senatore radicale eletto nel PD e promotore dell'intergruppo parlamentare di amicizia coi popoli Rom

Le preoccupazioni destate dalla gravità della situazione italiana sono tali che per la prima volta la Commissione europea ha deciso di raccogliere informazioni da uno Stato membro dell'Unione su politiche nazionali in potenziale violazione degli obblighi in materia di diritti umani. Prendiamo atto che le risposte preliminari del Ministro Maroni non sono state sufficienti e salutiamo il suo impegno a presentare un rapporto entro la fine del mese di luglio, che non mancheremo di integrare nelle prossime settimane. Occorre tenere alta l'attenzione politica, ma anche popolare, specie in vista delle visite nei campi nomadi quando la Commissione libertà pubbliche del PE vi si recherà su invito del Ministro.


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Hoje, pensando, na relatividade da natureza, dei por mim a encontrar este poema cirurgico sobre a de António Gedeão.
O tempo não volta para trás, mas enquanto ele dura o vamos vivendo...

«Poema da Minha Natureza»

Crescem as flores no seu dever biológico,
e as cores que patenteiam, por sua natureza,
só podem ser aquelas, e não outras.
Vermelhas, amarelas, cor de fogo,
lilazes, carmezins, azuis, violetas,
assim, e só assim,
tudo conforme a sua natureza.
Ásperas são as folhas, macias, recortadas
ou não, tudo conforme;
e o aprumo como tal,
ou rasteiras, ou leves, ou pesadas,
tudo no seu dever,
por sua natureza.

É como os animais.
Em cada qual, por sua natureza,
todo o dever se cumpre.
Comem, dejectam, dormem,
fazem amor nas horas competentes,
lutam, caçam, agridem,
rosnam à Lua, trinam, assobiam,
escondem-se, espreitam, fogem, amarinham,
dançam, mudam de pele, agacham-se, disfarçam-se,
tudo conforme a sua natureza.

Assim eu penso, e amo, e sofro, e vou andando.
Tudo conforme a minha natureza.


 
Tuesday, July 08, 2008
 
Manipulação é a melhor caracterização para os tempos que correm.
Tudo é, tudo pode ser, manipulado.
Nos jornais, nas notícias e na política, que é sobretudo comunicação e manipulação dessa. Vivemos um tempo de traficação de dados ou de leituras de dados sempre convenientes, conforme o lado que lhes tem o poder.
A verdade não existe porque diluida pela desobjectividade dos factos que são percepcionados consoante quem os transmite. A edição põe tudo nos eixos. Os donos do discurso convertem-no em realidade.
O "newspeak" que Orwell tão bem classificou e estigmatizou é o outro lado do espelho onde a realidade é fusionada pelos donos desta, que nalguns casos já foram também da verdade, da pravda, e dessa fizeram voz do povo.
Não há realidade, vivemos num tempo em que tudo é forjado.
Será que temos que compaginar-nos?

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Monday, July 07, 2008
 
Lisboa, continua a arder.
Passado este tempo todo, parece que foi ontem que acordei com o Chiado em chamas.
Deserto, sem gente, ao sabor de materiais inflamáveis acumulados por todos os andares transformados em armazéns, pasto de qualquer faulha que mesmo inocente era um ponto de um crime, o crime do abandono, da negligência, da incapacidade de dar vida ao espaço, de impôr regras aos proprietários que deviam desde logo ter sido responsabilizados por cumplicidade, assim como os responsáveis políticos por negligência conivente.
Recordo Kruz Abecassis que nem uma "barata tonta", e a expressão é retórica que ele era um homem de fina qualidade, a lançar o nome da "vaca sagrada" Siza Vieira em cima do fogo para desviar as atenções, e a escapar às suas responsabilidades, do património por culpa também dele destruído.
Hoje foram uns prédios velhos na Av. da Liberdade, mas não foi só isso, foi muito mais que isso, foi a credibilidade, muito da credibilidade deste executivo camarário, que tem sido incapaz de enfrentar os interesses na área da especulação, mesmo quando essa fica retida por uma tal certidão. O que aconteceu tem responsáveis reais, porque um fogo, como aliás o do Chiado e em relação a esse também foi aberto um inquérito, na hora, não começa num prédio vazio ás dez e trinta da noite por ignição espontanea. Mas precisou da negligência da autarquia, dos serviços, de alguns serviços da autarquia e tem que ter responsáveis políticos, e essa negligência não necessita de comisões de inquérito para apontar dedos.
Tudo o resto é conversa.

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Friday, July 04, 2008
 
Isto está mau, e não se vê hipotese de melhoras.
Quase todas as conversas tem esta articulação presente. Os casos de algum sucesso são pequenas ilhas no mar imenso que começa a ser a realidade.
Por todo o lado só se vê incapacidades, impotências, incredulidade, indigências, ininteligências, e impossibilidade de equacionar uma linha que seja capaz de desenvolver articuladamente uma perspectiva de futuro.
Estamos condenados ao tal Sebastião?
Penso que infelizmente, outro im/im negação não se avizinham tempos heróicos. Tenho que mencionar que continuo empenhado na criação de uma alternativa liberal, socialmente ancorada e que se reveja no libertarismo como forma organizativa e eixo de fazer política, mas que essa ideia tem patanido em encolhos vários e ainda não encontrou firmeza para caminhar.
É necessário antes de tudo vontade, vontades individuais relevantes, que ou não se motivam ou se encontram sensibilizadas para outros combates.
Mas não há como prosseguir com atenção os sinais do tempo e ver se eles nos conduzem a algum porto.
Neste momento estamos perdidos.
Mas sabemos que existem estrelas e que caminhos existem.
PS.
De um lado temos uma senhora que parece saída da pedra lascada, seja em termos da sua avaliação dos direitos cívicos individuais seja em termos de potencial apresentação de qualquer via de roptura com a actual prática governativa, do outro temos só o Pinóquio, outro exemplar do talPinóquio, que parece que é o que temos para a rifa.
Não vale a pena falar, embora haja que reconhecer um ou outro mérito, nos amigos das FARC e do paraíso da Correia do Norte de Cuba ou das defundas sovietadas, do taxi já rezou a história que lhes fique pia. O Bloco continua a ser uma mistura do melhor e do piorio, a exemplo de alguns dos seus dirigentes que são ou mal aconcelhados ou arrastam passados presentes nos armários e por tal se mostra incapaz de ultrapassar o tempo.
Aqui do Alentejo interior tudo isso parece muito relativo, tudo isso parece muito real.
Hoje o porco preto, amanhã o urânio onde ele está bem
 
Thursday, July 03, 2008
 
Um grupo de bandidos sem qualquer ideologia ou moral, vivendo do narco-trafico e de outras actividades criminais, como o rapto para obter resgates sofreu hoje uma derrota histórica, as autoridades do Estado Colombiano numa operação militar exemplar recuperaram um grupo significativo de refens entre os quais Ingrid Betancourt.
A derrota é também a dos que pensam que metodos violentos são uma forma de lutar contra as imposições e os erros do poder, é uma derrota dos despotismos napoleonicos que dominam a América Latina e do inenarrável Chavez, amigote desses bandidos denominados FARC.
Só processos não violentos que usem as possibilidades, todas as possibilidades mesmo no limite das leis vigentes, podem conquistar forças para a transformação necessária do contéudo e lógica de desenvolvimento do actual sistema económico dominado por diferenciais numéricos e que não tem minimamente em conta a verdadeira vida.
Hoje foi um dia que nasceu com mais possibilidades.

 
 
Carapau, azeite e alho.
Ontem no Speakeasy, local que cultei nos anos da Expo e onde agora passo ocasionalmente.
O ambiente era simpático e o gang da Rocha Conde de Obidos que dá pelo nome acima, acima da média. Divertido ou muito, a roçar tudo do pimba ou não pimba e sempre a roçar.
Vale a pena dar atenção a esres carapaus, de corrida ou alimados.
Hoje pelos extremos alentejanos noutras andanças...
 
civetta.buho@gmail.com

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