insignificante
Saturday, December 29, 2007
 
E não se puderão exterminar???
da lusa, sem comentários.
(...)
Sobre as acusações de que a actividade da ASAE está a acabar com as tradições, António Nunes (director geral) disse que o organismo “não pode deixar de aplicar parte do regulamento que está previsto na legislação devido às tradições que existem em Portugal”.
(...)
Ou melhor com um comentário, mais uma vez um conceito com diferentes entendimentos e enquadramentos é desfocado para servir o pensamento único. O do regulamento.Cego, surdo e mudo.
Allah Uakbar.

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Friday, December 28, 2007
 
Buda,
leio com especial prazer o último livro de 2007, que por mero acaso é um dos que se acumulava há algum tempo buscando o tempo do espírito ou da "pedra", que é "uma coisa composta de um certo número de atributos-os necessários para compor aquilo a que se chama uma pedra" segundo Alvaro de Campos.
A #Revista Lusofona de Ciencia das Religiões# , o nº11 editada por ocasião da visita do Dalai Lama a Portugal é um notável compêndio, com interessantissimos artigos sobre a presença do budismo em Portugal e as interligações de alguns dos expoentes do espírito nacional e este corpo de pensamento espiritual.
Outros artigos também de grande interesse na que é certamente a melhor publicação nacional sobre o fenomeno religioso com alcance de ciência. Al cance.
Acabo o ano com o espírito mais ágil talvez mais velho (será que o espírito envelhece?), com mais uma curva do caminhar concluida, deste caminhar que faz o caminho, e com as sandálias de vento a conduzirem este insaciável viajante, este judeu errante em busca do mundo, ou de uma pedra.

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Thursday, December 27, 2007
 
Hoje... PROTECÇÃO DE DADOS...
Junto troca de emails com uma Comissão Nacional.
Talvez do disparate.

Ex.mos srs
Claro que isto é surrealista.
1-Essa entidade NÃO TEM QUALQUER AUTORIZAÇÃO MINHA para usar os meus dados, ainda por cima pirateou-os erradamente de qualquer local apocrifo!
2-Não percebo porque carga de água teria eu que gastar tempo e dinheiro para comunicar a essa entidade que está a infringir a lei para deixar de o fazer.
3-Volto a apresentar queixa dessa instituição, agora tendo percebido que é essa a entidade adequada para o fazer esperando que o simplex possa inspirar-vos a dar andamento a este processo que divulgarei desde já, como exemplo da infuncionalidade das instituições do Estado para a protecção do cidadão
Com os melhores cumprimentos
António Eloy

On 27/12/07 10:45, "duvidas" wrote:
Exmº Senhor,
Em resposta ao seu e-mail, vimos por este informar que deverá exercer, por escrito em carta com aviso de recepção, o seu direito de oposição (artº 12º da Lei 67/98, disponível para consulta no nosso site em: www.cnpd.pt – legislação – nacional) à comunicação dos seus dados pessoais a terceiras entidade.

Quanto às entidades que já receberem os seus dados deverá efectuar o mesmo para ir eliminado os seus dados das diversas bases de dados.

Caso, após ter tomada a(s) diligência(s) acima indicadas não for cumprido o legalmente previsto poderá optar por formalizar a sua queixa, juntando cópia da(s) sua(s) carta(s).

Ficando à sua disposição para qualquer esclarecimento adicional, subscrevemo-nos
Com os melhores cumprimentos,

Ellen Barends

(GAP - Gabinete de Atendimento ao Público)
CNPD - Comissão Nacional de Protecção de Dados

Rua de S. Bento, 148 r/c

1200 - 821 LISBOA

LINHA PRIVACIDADE - Informações e Dúvidas (Dias úteis das 10h00 às 13h00)

Tel: 21 393 00 39

Fax: 21 937 68 32

e-mail: duvidas@cnpd.pt

site: www.cnpd.pt


-----Mensagem original-----
De: Geral - CNPD [mailto:geral@cnpd.pt]
Enviada: quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007 9:04
Para: duvidas
Assunto: FW: Queixa

-----Mensagem original-----

Enviada: quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007 16:08
Para: geral@cnpd.pt
Assunto: Queixa

Sou informado que sem o meu consentimento, e sem sequer o meu conhecimento, a empresa ACXIOM Portugal anda a vender os meus dados pessoais, para empresas que me assediam a caixa do correio com propostas inacreditáveis.
Venho solicitar ou a vossa intervenção ou indicação a quem devo participar esta situação.

P.S. E o mais notável é que me comunicam que esse uso dos meus dados pessoais, sem meu conhecimento nem obviamente autorização, é feito com a "autorização da...Comissão Nacional de Protecção de Dados"!, que agora se exime de toda a responsabilidade!

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Wednesday, December 26, 2007
 
VIII,
Ainda #inverno em Lisboa#, de um dos nossos António Munoz Molina, é uma interrupção na espessura das leituras da quadra.
Hoje com a melhor bifana da mundo, nas Vendas a pontuar o dia, em que o balanço do fim de 2007 começa a diluir-se no novo ano que começa a marcar a agenda.
Ao jantar no excelente rodeo bull um sushi-sashimi de palato esquisito, como dizem nuestros hermanos também pontua este tempo.
É inverno em Lisboa e finalmente talvez os espíritos se tenham acalmado um pouco e lembrado da continuidade dos homens chove, um pouco, ainda muito pouco, no Alentejo, nas extremas, na Andaluzia e Extremadura. É inverno e a escrita de Munoz transporta-nos a todo o tempo que existe no segredo, no segredo das palavras.

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Tuesday, December 25, 2007
 
O lume esteve agitado, o espirito das árvores da vida, em protesto contra o padre Alberto, contra a falta de chuva, contra os malandros que lhe tentaram puxar lume antes do lume, contra sabe-se lá o quê, os espiritos estiveram agitados na Praça da Liberdade ontem.
Muito fumo onde vemos a memória, as memórias do passado, verdadeiro ou inventado, e a imaginação que queremos do futuro se agitaram no lume ontem.
Talvez influenciado pelo #Tratado da Árvore# de Robert Dumas li com mais atenção o tempo em que a árvore se convertia de terra em ar, pelo fogo e libertando a água, qual deus criado e recriado anualmente num ciclo de vida que nos continua.
Acabei as leituras e os livros da quadra, este ano densos e espessos a propiciar conhecimento e bases para outras memórias.
O ano anunciou surpresas neste hanukah que é todos os natais, festa pagã do nascimento de Mitra reconvertida utilitáriamente em Jesus deus que morre e ressuscita, tal como o seu emúlo mitraico.
O que resta é um excelente solomilho e uns ovos quase"rotos" e o tempo, que como a vida que leva, também se continua.
Até amanhã!

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Sunday, December 23, 2007
 
Leituras VI
Ler diccionarios é uma tarefa curiosa, lembro o Clovis Brigagão (por onde andará?) que me confidenciou -entra e não saí!.
E de facto desde que fiz um, ou melhor um glossário temático, não resisto.
O nome deste blog, o signo, o significante ou insignificante tem a ver com isso ou com o jogo dos significados e o sentido que damos ás palavras o que queremos que elas signifiquem.
Tenho uns contos em várias editoras sobre as palavras e a sua diferença, entre Portugal e Brasil ou Espanha, Canárias e Argentina onde a mesma quer dizer outras coisas, que normalmente tem que ver com a língua, o signo antigo....
O ano aproxima-se do fim, hoje é claro que o Natal não comemora senão o deus sol que renasce a partir deste dia maior no hemisfério norte e com ele um novo ciclo de vida.
A morte é uma das entradas sublimes deste diccionario de Savater, onde os conceitos e as palavras que os enformam são dissecados com escorreita escrita.
Escrita- dom de dar sentido ás palavras que se juntam (ver discurso...)

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Saturday, December 22, 2007
 
Leituras V
Entrei no #Diccionario filosofico# de Fernando Savater.
Chego ao #d# e mergulho em densa análise do conceito "Democracia" que devia ser obrigatória nas nossas escolas, e desmontada e remontada.
Os nossos vão aparecendo, Camus, Cioran, segue Diderot, outros virão num livro que escorre.
As grandes leituras são sempre inesquecíveis.
A democracia é como o vento.
 
Friday, December 21, 2007
 
Asae (continua) as leituras....

Anteontem foi o dia do cordeiro, felizmente a ASAE não estava lá ou teríamos problemazitos...
Este dia consiste no sacríficio doméstico, se não houver outra hipotese, do bicho em memória da voz de deus que comandava Abraão a matar o seu filho e depois o trocou por um ovino.
Depois segue-se um ritual de partilha, no qual a ASAE levaria todos presos, então não é que se come à mão e todos da mesma travessa, sabe-se lá partilhando que bactérias e outros animalejos do género.
É um ritual islamico já instalado entre nós...ai,ai,ai a ASAE!!!!
Finalmente vou poder dedicar-me aos livros escolhidos, embora o dia seja também de colocar ponto em jornais e revistas acumulados.
Hesito entre começar (sim, sim leio dicccionarios!) pelo #Diciconario filosófico#, do Fernando Savater ou continuar #As origens do totalitarismo# de Hannah Arendt, os dois nos meus favoritos.
Hoje vou comer cordeiro, talvez à mão e talvez não.

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Thursday, December 20, 2007
 
Leituras (IV)
está a ser uma época atípica, cheia de eventos e com comentários e respostas a encherem este tempo,todo, que também passa por reuniões e conversas.
As leituras vão avançando, acabo agora mesmo #o património judaico-português#, actas do colóquio de 1996, encontradas por acaso na Fábrica do Braço de Prata, entre perdidos.
Tem comunicações notáveis para o conhecimento e registo de elementos fundamentais da nossa identidade e do nosso passado também judeu, marrano, ladino e sefardita, e outros que já foram revistos e aprofundados e que continuam a merecer melhor aprofundamento.
Vespera do dia do cordeiro, que marca o final do ramadão, ocorrência maior do islamismo este documento/registo faz-nos pensar na necessidade de ecumenismo, na necessidade de educação para os valores cívicos e a mémória.
Todas as memórias presentes e futuras.

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ASAE (II)
Devido a deficiências de leitura e incapacidade de perceber a ironia por parte de um sr. alemão numa lista em que participo (ambio) tive que (re)elaborar as respostas que também aqui postei sobre a referida autoridade policial, e que enviarei a pedido.
Elaborei também para tornar mais compreensível esta pequena nota, que não pude traduzir para o referido elemento:
O problema da ASAE é equacionável em três áreas:
1. Obedece a uma lógica de higienismo que hoje se torna dominante nas nossas sociedades em que tudo o que é natural, feito em casa, reciclando materiais, cumprindo funções sociais não enquadráveis por lei, tudo isso é considerado ilegal, por uma leitura restrita dos agentes desta força policial, que não conheço minimamente noutros países europeus e que portanto não tem a ver com lógicas de directivas mas com a sua aplicação prática.
Haveria muito para escrever sobre isto. Os casos da bola de Berlim, da empada ou do jornal para embrulhar a castanha são exemplares. Ou da açorda.

2. Tem a ver com uma lógica progressiva anti-liberal de controle pelo Estado de tudo o que é autonomia do cidadão, ou seja regras, regras e mais regras que afectam direitos, liberdades e garantias individuais e que passam também pela legislação anti-tabagica ou a obrigação de vacinar o colo do útero.
Ou o cartão de identificação único.

3. Incapacidade de resolver problemas simples e agilizar procedimentos que deem garantias ao cidadão de que a lei existe e é para cumprir. Tenho respostas surrealistas da ASAE a dois ou três processos que coloquei a empresas...simplesmente não leram as queixas...enviaram-me uma resposta tipo. Mas para perseguirem o sr. Manuel que vende bolas ou entrarem de metralhadora em casa da sra Guilhermina que faz empadas caseiras já estão prontos e com a TV a potenciar a imagem.
Haja Deus.

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Leituras (III),
só agora tive tempo para acabar de ler o livro de Dulce Simões sobre #Barrancos na Encruzilhada da Guerra Civil de Espanha#, editado pela Colibri que mantem a linha de divulgação e promoção do nosso património.
A história é chave para perceber muito do presente, das angustias e dos projectos, da identidade e da fronteira.
Lembrei o meu amigo Cesar Oliveira que ficou com esta guerra por estudar mais a fundo e as suas interfaces do nosso lado, que aqui no que respeita a Barrancos a Dulce faz com um saber sólido, feito de investigação rigorosa e de bons informantes, travejado com uma ánalise séria da problemática socio-histórica local e o enquadramento teorico que este tipo de trabalho, que é produção de tese, deve ter.
O facto de ter um olhar de fora criou alguma "distância" mas também nos faz ver com instrumentos de outra optica a nossa sociedade.
Tenho que referir, embora perceba o enquadramento e o envolvimento, que me deixou pouco entusiasmado o depoiamento de Gentil Valadares, que vale todavia como emoção e já não é pouco.
A todos os colaboradores da Dulce e sobretudo a ela uma forte abraço de reconhecimento.
Á Colibri os encómios habituais, salvo no que toca à capa do livro, que não honra a sua habitual qualidade criteriosa.

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Wednesday, December 19, 2007
 
ASAE,
Interrompo as leituras, da quadra, para desmentir o comunicado da ASAE:

ASAE MENTE!

(...) ridicularizar a actividade da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), tendo mesmo surgido uma petição anónima que, via Internet, se insurge contra determinadas acções de fiscalização que, ou não foram realizadas, ou ocorreram dentro de contornos que não correspondem ao que tem sido veiculado.

R:Não é anónima. Eu sou um dos milhares de identificados que a subscreve!


Bolas de Berlim - A acção de fiscalização da ASAE relativamente às bolas de Berlim incidiu sobre o seu processo de fabrico e não sobre a sua comercialização na praia. O que a ASAE detectou foram situações de fabrico desses bolos situações sem quaisquer condições de higiene e com óleos saturados e impróprios para consumo

R:Não é verdade! Como é que os srs sabem isso?
O que tem acontecido é que estas são, de facto, proibidas pelos srs da ASAE.

Quanto à sua venda nas praias, o que a legislação determina é que esses produtos devem estar protegidos de qualquer forma de contaminação. Se as bolas de Berlim forem produzidas num estabelecimento devidamente licenciado e comercializadas de forma a que esteja garantida a sua não contaminação ou deterioração podem ser vendidas na praia sem qualquer problema

R:Numa embalagem de plástico!!! Tenham juízo!

Utilização de colheres de pau – Não existe qualquer proibição à sua utilização desde que estas se encontrem em perfeito estado de conservação. (...) Por isso, os inspectores da ASAE aconselham os operadores a optarem pela utilização de utensílios de plástico ou silicone.

R: Faz lembrar o prof. Martelo!!!

Copos de plástico para café ou outras medidas – Não existe qualquer diploma legal, nacional ou comunitário, que imponha restrições nesta questão. O tipo de utensílios a disponibilizar nas esplanadas dos estabelecimentos de restauração ou bebidas é da inteira responsabilidade do operador económico, sendo válida qualquer opção que respeite os princípios gerais a que devem obedecer os materiais e objectos destinados a entrar em contacto com os alimentos.

R: Claro que o plástico de deitar fora é mais higiénico que a chávena de porcelana... Mas andam a brincar com quem????

Venda de castanhas assadas em papel de jornal ou impresso – A ASAE não efectuou qualquer acção junto de vendedores ambulantes que comercializam este produto nem nunca se pronunciou sobre esta questão. No entanto, desde o decreto-lei que regulamenta o exercício da venda ambulante, refere que na embalagem ou acondicionamento de produtos alimentares só pode ser usado papel ou outro material que ainda não tenha sido utilizado e que não contenha desenhos, pinturas ou dizeres impressos ou escritos na parte interior.

R: Não precisamos de ser chineses para perceber que as castanhas ,que tem casca...., não podem ser embrulhadas em listas telefónicas ou jornais, só papel branqueado!!!!

Faca de cor diferente para cada género alimentício – Em todas as fases da produção, transformação e distribuição, os alimentos devem ser protegidos de qualquer contaminação que os possa tornar impróprios para consumo humano, perigosos para a saúde ou contaminados. Não sendo requisito legal, é uma boa prática a utilização de facas de cor diferente, pois esse procedimento auxilia a prevenção da ocorrência de contaminações cruzadas. Mas se o operador cumprir um correcto programa de higienização dos equipamentos e utensílios, entre as diferentes operações, as facas ou outros utensílios poderão ser todos da mesma cor.

R: Essa só contada por você!!!

Azeite em galheteiro – O azeite posto à disposição do consumidor final, como tempero, nos estabelecimentos de restauração, deve ser embalado em embalagens munidas com sistema de abertura que perca a sua integridade após a sua utilização e que não sejam passíveis de reutilização, ou que disponham de um sistema de protecção que não permita a sua reutilização após o esgotamento do conteúdo original referenciado no rótulo.

R: Será a única onde acho sensato,,, mas prefiro o galheto e a vigilância do utente...mas para isso os ASAE nunca estão lá.

Bolo rei com brinde – É permitida a comercialização de géneros alimentícios com mistura indirecta de brindes, desde que este se distinga claramente do alimento pela sua cor, tamanho, consistência e apresentação, ou seja concebido de forma a que não cause riscos, no acto do manuseamento ou ingestão, à saúde ou segurança do consumidor, nomeadamente asfixia, envenenamento, perfuração ou obstrução do aparelho digestivo.

R: No coments...

Guardar pão para fazer açorda ou aproveitar sobras para confeccionar outros alimentos – Não existe requisito legal que impeça esta prática, desde que para consumo exclusivo do estabelecimento e, desde que o operador garanta que os alimentos que irá aproveitar estiveram protegidos de qualquer contaminação que os possa tornar impróprios para consumo humano.

R: Será que um bocadinho de bolor conta... vão dar banho ao cão!

Géneros alimentícios provenientes de produção primária própria – Os Regulamentos não se aplicam ao fornecimento directo pelo produtor, de pequenas quantidades de produtos de produção primária ao consumidor final ou ao comércio a retalho local que fornece directamente o consumidor final.
Não obstante esta regra de exclusão, os referidos regulamentos estabelecem que cada Estado-Membro deve estabelecer regras que regulem as actividades e quantidades de produtos a serem fornecidas. Até à data não foi publicado o instrumento legal que concretize esta disposição.

R: E o tratado constitucional também não!

Refeições não confeccionadas no próprio estabelecimento – O fabrico das refeições, num estabelecimento de restauração é uma actividade que se enquadra como actividade de restauração, estando sujeita às imposições do regime legal para o seu exercício. (...)Nestes termos, não poderão as referidas refeições ser provenientes do domicílio do proprietário do restaurante ou de um estabelecimento que careça de autorização para a actividade que desenvolve.

R: Senhores porque nos dais tanta dor!

Venda particular de bolos, rissóis e outros alimentos confeccionados em casa – O fabrico de produtos alimentares para venda é uma actividade que se enquadra como actividade industrial, estando sujeita às imposições do regime legal para o seu exercício, pelo que a venda destes produtos em local não licenciado para o efeito não é permitida. Para os estabelecimentos onde se efectuam operações de manipulação, preparação e transformação de produtos de origem animal, onde se incluem os rissóis e empadas, é necessária a atribuição de número de controlo veterinário, a atribuir pela Direcção-Geral de Veterinária.

Licenciamento da actividade artesanal – O estatuto de artesão é reconhecido através da emissão do título “Carta de Artesão”, sendo que a atribuição da mesma, supõe que o exercício da actividade artesanal, no caso vertente da produção e preparação e preparação artesanal de bens alimentares, se processe em local devidamente licenciado para o efeito e que o artesão cumpra com as normas relativas à higiene, segurança e qualidade alimentar. Existem dois aspectos fundamentais: a obrigatoriedade de licenciamento dos locais onde são produzidos os bens alimentares e o cumprimento das normas aplicáveis em matéria de higiene e segurança alimentar.
R: Estes dois pontos articulados matam qualquer defesa da ASAE. Eles mentem, sem pudor!

Concluimos portanto que:
Com este esclarecimento fica claro que os alegados abusos a que se referem esses artigos de opinião e a petição têm a ver com a real prática da ASAE. A actividade de fiscalização não se tem pautado pela transparência e pelo estrito cumprimento da legislação existente.

R. Obrigado.



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Leituras (II),
ontem ainda papei uma Assembleia Municipal. Sem a minima qualidade com uma oposição do piorio, sendo que a maioria fez o seu papel e bem.
O P.S. de Barrancos está entregue à pior chulagem, em sentido figurado claro, sem ideias a não ser a bronquidade e boçalidade e não se anunciam melhorias, até se nota vergonha nalguns dos seus membros.
Não resisti a matar memórias e aconselhar a maioria a para o próximo ano cuidar de desenvolver um orçamento participativo, que é a forma da qualidade de gestão se manter por muitos anos...

Hoje de manhã lenha e umas voltas e à tarde a finalização do #verão perigoso", sem comparação com #fiesta# mas revelando um Hemingway profundo conhecedor a mais nobre das artes ibéricas e com muito feitio...
Antes li a revista # Memória Alentejana# que me chegou pelo correio. Alguns artigos com interesse sobre as minas e os deuses antigos e um lamentável e despudorado obséquio desnecessário e inapropriado ao dono da instituição que a edita, em forma de dossier refogado sobre cantores de intervenção, qualquer dia até saiem artigos sobre os roling stones...
Este CEDA (Centro Estudos Documentais Alentejanos) de que fui sócio fundador e que este ano após 3 anos sem ouvir nada dele e me terem enviado uma nota de dívida ( e talvez por os ter mandado dar banho ao cão...) que agora me comunica que continua vivo não tem emenda com este sujeito à frente!
E vou começar para ficar pelo Alentejo ao som do crepitar do lume # As Forcas do Distrito de Portalegre#, de Jorge Oliveira e Cristina Tomás, edição da Editora Colibri, cuja vitalidade e olhar ao país profundo saudo, e com ele pensar na vida que defendo e nos desafios do futuro.
Os emails continuam a chegar com novidades agora que o telemóvel começa a ficar sem pilha.

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Tuesday, December 18, 2007
 
Leituras (I) ...
Lutando contra o esquecimento li dois pequenos livros para escapar aos tormentos do mesmo:
"breves apontamentos sobre a história geológica da região de Barrancos", Piçarra e alt, editado pela CMB, curioso livrinho com informações úteis para o melhor conhecimento deste território e de alguma da sua história...
"conversas de inverno", edtado pela Ler Devagar hoje em aposta de sobrevivência com a Eterno Retorno, na Fábrica do Braço de Prata, antologia de conversas organizada por Isabel do Carmo e Alexandre Melo com figuras menores e maiores de algum imaginário. Uma desilusão histórica.
Vou iniciar um livro há muito na prateleira, "verão perigoso" de Ernest Hemingway, sobre este e esta festa que é a base da formação socio-cultural da Ibéria e da sua continuidade identitária e religiosa por aqui me fico.

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Monday, December 17, 2007
 
Retiro,
foi um ano esquisito. De difícil memória, memória que parece se escapar... vejo os livros acumulados e tenho arrepios, recomeço a lê-los e recomeço.
Lembro-me de alguns, sei de cor outros quase inteiros, relembro-lhes pequenas frases, e outros até os estranho, e todavia foram lidos, sublinhados, anotados, mas nada, é como a vida, deixa-nos pequenos episódios, deixa-nos memórias dispersas, e outras não.
Nunca poderei esquecer o "On the Road" do Kerouac (nem do trem de mercadorias onde fizemos um chá ao percorrer a meseta ibérica herdeiros dos vagabundos do tempo) lido sofregamente numa noite de natal, sempre li muito nesta época, agora organizo os livros por ordem de leitura, mas em dezembro é sempre confusão, são tantos, este ano talvez não que escolho grandes, grossos, de calibre.
Continua um ano esquisito, de desinquietamento, de estranheza.
Muitos imprevistos, não programados, coisas.
Talvez seja a memória....
Talvez...

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Saturday, December 15, 2007
 
Escória,
tenho que referir com alguma mágoa, que fiz parte ou participei em reuniões dos orgãos máximos de dois destes grupos políticos e que nesse âmbito nesses dois, em sedes diversas é certo, propuz a dissolução ou integração noutros.
Vejo com lamento que hoje esses (o PPM e o MPT) se juntam à pior escórria da sociedade política e que sem quaisquer principios procuram com eles manter-se à tona, mantê-los à tona (e alguém me explica como é possivel juntar partidos de extrema direita e de extrema esquerda com outros supostamente democráticos???).
Devem ser extintos, porque há lógicas da sociedade democrática e de direito que somos que devem ser respeitadas e porque é ridicula a sua manutenção, sem sócios, sem militantes e sem ideias.
Todos iguais...e se se fundissem todos...ou talvez nem assim chegassem aos 5.000... e pensar que para concorrer a Lisboa tivemos que ultrapassar os 4.000...
Que tristeza, que tristeza...

Fiz parte ou acompanhei outros partidos ou proto-partidos que tiveram a dignidade de se dissolver, e de cuja memória ainda se conserva a dignidade, menciono a exemplo o MES e a UEDS, onde tive ligações e miltância, também acompanhei outros que não menciono e que com honra encerraram as actividades.
Porque será que hoje estes segundos de ridiculo ainda dão ilusão?
E ainda estou empenhado, com outros, em encontrar uma força cívico-política que possa intervir na sociedade potuguesa.
Uma das condições será que após duas eleições sem resultados visíveis dissolver-se-à, automáticamente!!!!
Isto que se passa é uma vergonha, para a classe operária e para as outras!

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Friday, December 14, 2007
 
CPADA
Amanhã vai-se realizar um encontro das associações de ambiente.
Convidaram-me para apresentar algumas ideias sobre os 20 anos da passagem da Lei de Bases do Ambiente e da nefasta Lei das Associações de Defesa do Ambiente (a lei de tutelagem).
Irei intervir com a frontalidade habitual e talvez ser o incontornável polemista, ou talvez não. Tudo depende do "ambiente" da inspiração, dos restantes intervenientes...
Preparei em meia hora livre algumas notas, que poderão ou não servir de cábula.
Aqui ficam para registo:
A)
Até 1985, entrada na história.
1ºs leis, 1ºs lutas significativas, meios escassos, voluntarismos, serviço social. Total ausência de financiamentos do estado, pelo menos até 1984, exceto à LPN então uma estrutura rígida e formal e pouco aberta à lógica movimento.social

a) lutas locais, constituição das estruturas do Estado na área do ambiente 1º tempo de luta anti-nuclear e estabelecimento de uma base política que ainda hoje é espinha dorsal do verdadeiro movimento social ambiental
Referencias Correia da Cunha, Ribeiro Telles e outros


B)
de 1984/85 a 1992, estruturação do movimento associativo, novos quadros vindos da academia, lógicas de poder e financiamentos públicos, ainda algum verdadeiro associativismo. Golpes vários.

b) Criação dos corpos legais que permitem a caminhada dentro e com as instituições e quadro comunitário de referencia assim como legislativo.
Período dos PENs e da consolidação das estruturas institucionais de ambiente.
1ºs casos em julgamento nacional e comunitários
Referencias Carlos Pimenta e uma nova geração de quadros ambientais


C)
A partir de 1993 progressiva lógica de profissionalização e dependência do Estado, mas também abertura de espaços de afirmação cívica independente.
O associativismo e os seus membros encontram-se espartilhados e são espartilhados por esta lógica de esponja/camartelo.

c) entrada dos dirigentes surgidos em b) no aparelho de estado ou empresas, beneficio todavia de mais formação acadêmica e novas lógicas de media (televisões privadas, internet, etc).
Referencias: de nascimento e ocaso mediatico rápido e permanência de alguma veterania

D)
Século XXI, Futuro de incerteza dados os novos desafios e novas rupturas no âmbito da velha unidade que tinha por base:

1-a não violência e a ética social hoje desvirtuadas
( Hoje aparecem violentos admiradores do terrorista Guevarra, como antes havia do Kadafi! no movimento, a violência tem origem em leituras confusas e perturbadas e lógicas externas ao quadro social, humanista e antropocentrico)

2- o anti-nuclear político, mas também ambiental e energético deixa de ser consensual
(a introdução da questão do CO2 provoca rupturas obvias! E luta contra alternativas energéticas alem da recuperação “ambiental” da nuclear no movimento )

3- princípios programáticos são hoje integráveis na lógica dos partidos clássicos
(e hoje são banalizados nestes, que pescam também no movimento)

4- desenvolvimento de idéias de biocentrismo e fundamentalismo que toma conta devido a lógicas mediático-politicamente Korrectas do movimento
(contraditórias com a ecologia social e desadequadas de novas sintonias de pensamento liberal e libertário e surgimento de novas formas de organização social e comunicacional e com a base do pensamento ecologista dos anos 70/80)

5- novos paradigmas sociais e emergência de novos atores
(associações como a AMI, a Amnistia Internacional começam a integrar os conceitos de luta ambiental, movimentos políticos tem mais repercussão que associativismos velhos e com os novos media vamos assistir a revoluções profundas)

Finalmente creio que o associativismo local é com as organizações proto-profissionais, em articulação com novas dinâmicas e paradigmas, com uma melhor definição programática e ideológica o eixo de desenvolvimento associativo neste quadro de referencia.
Será necessário todavia um separar de águas.



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Thursday, December 13, 2007
 
Hoje foi dia do Tratado. Do Tratado talvez...
Reproduzo um comentário que coloquei no sem muros:

Dezembro 13, 2007 às 7:28
Penso que foi lamentável a associação da esquerda com a extrema direita. FOI LAMENTÁVEL! Independente deste esclarecimento se não foste tu…foi o teu pai.
E claro que Socrates ganhou, ganhou a valer e calou quem se lhe oponha com metodos grosseiros, violentos e anti-democráticos.
Esta separação do trigo do joio vem tarde Miguel. Foi uma grande, grande argolada!
Agora as questões:
A) Não há verdadeiramente nenhuma questão contra o referendo e devo dizer que acho que em Janeiro Socrates vai anunciar… um referendo!
Ganha em todos os tabuleiros. Dos trogloditas, do Cavaco, do PSD, do PCP, do BE…
B) Dependendo da questão tudo é possível, sendo que a proposta hoje pelo PCP me parece clara e objectiva.
C) Penso que o ganho será o debate sobre a Europa, o porquê do Tatado só ir até aqui e o porquê de se manter a lógica do proteccionismo sobre as decisões políticas da Europa, e muitos outros porquês.
D) Mon coeur balance, sei que optas pelo francês… eu sou por mais muitos mais e longe que este Tratado ambiciona, teria que equacionar o voto, sobretudo porque a tal escumalha anti europeia e nacionalista se iria armar (PND,PRD, etc) junto com a pedra lascada da esquerda…
E) Mas seria um bom período para clarificar as águas e aumentar o esclarecimento, no meio desta confusão (porque será que em Espanha, na mesma Europa não vejo os constrangimentos que cá nos dizem serem motivados por esta!?)
O blog é:http://www.miguelportas.net/blog/
 
Wednesday, December 12, 2007
 
Acompanhei, ontem, o funeral do Maurício. Paz à sua alma que recordaremos, nos comboios da vida. E uma pedrinha.
Estive na inutilidade, no actual modelo, que é a Assembleia Municipal. Discursos bacocos de gente quase toda menor, moções e recomendações só para ouvir os fregueses das mesmas, e réplicas mediocres de debates maiores. Uma enorme falta de qualidade, e uma sessão confrangedora, é o habitual destas assembleias inúteis e sem lógicas seja de que ponto de vista seja. Deveria haver, com abertura e espirito democrárico e participação cívica, um debate sobre as estruturas do poder municipal e o futuro, os melhoramentos que há que introduzir nestas.
Infelizmente a transparência, a publicidade que devia ser pública nos processos de produção de legislação fundamental para o futuro da organização do Estado é congeminada entre meia dúzia de personagens opacos...
É o país que temos...

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Monday, December 10, 2007
 
Mauricio Levy,
O comboio continua a apitar... não deixará de apitar pelo Maurício.
Hoje no Telejornal ouvimos a noticia e logo lhe colocámos uma vela, porque era um homem bom, porque era um homem sempre disponível para uma informação, para uma ideia.
Trocávamos emails, haviamos trocado participações em acções civicas em defesa dos valores em que acreditamos, no presente!, a memória viva do SudExpress onde ele mais que ninguém comungava estórias, e a vida dos comboios, dos comboiantes.
Era um activista dos comboios, e os comboios lhe irão na última viagem, no sonho e na continuidade do espírito.
Um pouco mais de carvão, um pouco mais de força, tutu, o comboio vai arrancar.
Mais uma corrida mais uma viagem.
Nos comboios da vida.
 
Sunday, December 09, 2007
 
Verdades,
foi um fiasco a cimeira UE-Africa, sob todos os pontos de vista.
Não foram estabelecidas parcerias de qualquer relevância, os discursos oficiais perderam-se por entre os banquetes e os sound-bytes, e quem ouviu a triste conferência de imprensa do dito triunfo e só pode lamentar a informação manipulada e manipuladora que temos... que não tenha havido uma edição da mesma que desmascara-se este embuste.
Mais, esta cimeira deu voz aos brontocratas, feliz expressão que cunho dos irmãos missionários combonianos que com a presença e a voz da comunidade do terraço, essencialmente composta por são tomenses e pelo irmão valentim, participaram ontem na vigila que pelo Darfur foi pela Amnistia Internacional realizada.
Brontocrata é derrivativo de uma ordem de dinossaurios, e de crata/poder, e aplica-se ao poder imenso que até cairem da tripeça os bandido que governam, ou melhor esbulham, os muitos países africanos.
Esses mugade, al-gadafi, dos santos e outros escroques viram-se legitimados, seja qual for o ângulo que se queira ver a coisa, e os negocios sectoriais foram feitos nos bastidores (armas, diamantes, urânio, petróleo) pois eles traziam os seus agentes na bagagem.
Do acordo de parceria articulado com regras de direitos civis nada, nada, mas mesmo nada.
O sucesso desta cimeira foi o pandemónio em que Lisboa se transformou e os momentos de televisão que proporcionou para personagens e o seu godot...
Nada, mas mesmo nada vai sobrar desta cimeira que consumiu uma enormidade de recursos para o ar...

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Saturday, December 08, 2007
 
Darfur, todos os darfures.
Vivemos imersos em dramas, de injustiça, de desumanidade, de atropelos dos direitos mais básicos à água, à alimentação, ao estar.
No Darfur, hoje e em tantos darfures, também hoje.
Sentimos a impotência da acção/inacção. Sentimos que o mundo gira e nós continuamos e o Darfur, os darfures estão, ficam, pesam no tempo que não lhes continua a vida.
Continuamos a falar, a não esquecer, a lembrar, com o animo de nada, com o animo de tudo.
Uma vela, uma carta, uma intenção, um contributo, nada, um pouco de nada que existe, que somos nós e o nosso sentir.
Que também fica, fica no tempo, em todo o tempo.
E não esquece.
Hoje um bando de cleptocratas, assassinos, corruptos e corruptores, personagens do piorio que transformariam qualquer penitenciário existente num local de piedade continuam reunidos, em jantares de gala, a rubricarem negócios e mais um jeitinho, em Lisboa. Alguns ouvem o que não gostam, mas como diz o povo sai-lhes pelo outro que o que conta é o negócio e a luz da ribalta.
Podemos protestar, podemos escrever, mas Darfur, os darfures estão, ficam e para esses em nome desses estamos, somos todos, devemos estar e ser todos uma voz.
Uma vela, uma carta, um contributo.

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Friday, December 07, 2007
 
Muammar al-Gaddafi é um vulgar criminoso. Que é, como tantos outros, devido à hipocrisia de que é feita a vida político-social, recebido com honras, quando não tem nenhuma; e convidado a jantar em privado (!!!) pelo primeiro ministro, deixam-no instalar-se como quer e lhe apetece, numa tenda.... e faz pouco de todos nós, dado saber da sua impunidade ao publicar anúncios obscenos a defender o seu direito a produzir e instalar minas terrestres anti-pessoais.
Devia ser preso na hora e julgado em tribunal internacional, com os direitos de defesa que não concede aos seus opositores.
Ele e tantos outros, sendo Mugade, dado o sinistro da personagem, o bobo que esconde uma corte de cleptocratas e vigaros do piorio, que com a conivência da UE e a cumplicidade activa empresas nesta sediadas tem esbulhado Africa dos seus valores e património cultiral, social e economico.
A maioria deles devia, acompanhar o vilão al-Gaddafi no banco dos reus.
Sobre a Líbia e esse facínora irei contar no próximo sábado umas estórias só conhecidas de meia dúzia...
E o drama humanitário e o futuro de Africa, que não passa por estes personagens de opereta rasca não se discute nesta cimeira de finanças e negócios, ou só como incomodo...

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Tuesday, December 04, 2007
 
Lisboa...
Hoje foi dia de paródia e palhaçada. O PSD converte-se cada dia que passa num circo alargado, influência do Santana sem a miníma dúvida. Hoje por todo o lado, por todos os jornais e forúns, até de indefectíveis, era só paródia, por uma tontada que acabou em merecida humilhação.
Este PSD não tem sombra de concerto e o país que se cuide, que temos Socrates para muitos anos.
Em Lisboa as coisas vão, ainda, andando, mas até às proximas que Costa ganhará com uma perna às mesmas e talvez com o Zé no bornal, os tempos serão dificeis. Mas não há alternativa...
E a irresponsabilidade não paga. Mesmo com o material que o PS tem este PSD não vai longe, cada intervenção era só enterro. Embora do Miguel Coelho nem se fale...

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Saturday, December 01, 2007
 
Ainda não passou uma semana mas a petição http://www.petitiononline.com/samusque/ já ultrapassou as 900 assinaturas de gente de todos os quadrantes.
De boca a orelha, de amigo a amigo, assim tem crescido o número de apoios. Sei que na C.M.L. há quem esteja a levar este processo muito a sério.
Mas continuam bloqueios, até de quem não se esperaria...
E penso que o P.S.D. que ficou com a credibilidade que se viu nas últimas autarquicas em Lisboa e depois se viu convertido naquilo... nas eleições internas, devia ao menos deixar a Câmara da capital governar...
Voltarei ao tema, aos temas...

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