insignificante
Friday, August 31, 2007
 
Holmes Place
Irei na próxima semana apresentar uma queixa crime contra essa empresa, já aqui referida por erros diversos todos eles de má gestão e falta da mínima noçao de planeamento estratégico e de capacidade operacional.
Pois agora sou surpreendido com uma carta de extrosão e ameaça dessa empresa, referenciando inclusivé que se não lhes pagar uma certa quantia colocarão no meu "encalce" uma quadrilha de malfeitores a quem pagam serviços.
Tentativa de extrosão e associação criminosa.
Desnecessário tudo isto.
Novamente imputável, sim eles são imputáveis!, a grosseiros erros de gestão.
Imaginem que após lhes ter comunicado por diversas formas, verbais e por escrito, que deixava de ser sócio dessa empresa, e ter recebedido insistentes sms dessa empresa para voltar a aderir... acham que tenho que lhes pagar quota! dos meses em que deixei de ser sócio, com os métodos de bandidagem canalha que referi.
Irei apresentar queixa e divulgar esta situação.

P.S.
Um detalhe que me havia escapado, e que mostra a incompetência dos gestores desta empresa. A carta foi enviada dia 27, recebida dia 29 e refere que o pagamento (o expurtelamento) deve ser feito em 7 dias (no Totta, no Totta!), e dá dia 1 de Setembro como limite.
Notável, nem sabem contar até 7!

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Tuesday, August 28, 2007
 
Barrancos,
Pelas 7 da manhã ouviremos os primeiros foguetes, que anunciam que os toiros chegaram do campo, e ao cair das 8 soarão a avisarem que se movimentam em direcção à praça, onde pelas 18 horas serão toreados e mortos.
Desde há muito, desde o século XIX que é assim, com as pequenas alterações que a modernidade impôs.
É assim, porque assim se continua o povo, se marca o tempo, se pára o tempo, para este momento mágico/ritual de convívio e reforço da vida e da sua continuidade.
As festas, toda a estrutura da festa, seja a religiosa, seja a profana (e uma não pode existir sem a outra, porque são como a trindade, três em um, rituais religiosos, a missa e a procissão, rituais taurinos o encierro e a corrida, e rituais gastro-festivos), molda o povo e perspectiva-lhe, na renovação da Comissão de Festas, o futuro.
Foi um dos momentos gloriosos da nossa história a resistência, colectiva, não violenta, empenhada e solidária usando as leis e os limites desta, recorrendo aos tribunais e a todo o quadro juridico que se dispunha, utilizando a imaginação e as suas manhas, unindo o povo na sua vontade colectiva de resistência a uma moral de fanáticos, a um disparate de ignorantes,
foi tudo isto que fez que hoje as nossas festas sejam tranquilas e se possam continuar, com o povo, e re-inventar para o futuro.
Amanhã lá estarei, a ver a corrida, a matar o toiro, no convívio e na festa, no aqui e no ali.
Adeus a todos darei.

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Monday, August 27, 2007
 
No meio de leituras estivais encontro uma reedição do Portugal, de Miguel Torga.
Por aqui se vê um homem, nas suas fraquezas (há coisas muito más no livro!) e na sua força (o livro tem uma escrita fabulosa e alguns trechos de antologia). Portugal é assim!
Assim fantástico e é uma das leituras que irá para a cabeceira (mal traduzido...) o "Do Fanatismo" de Eric Hoffer, livro fundamental para perceber as dinâmicas sociais, os movimentos de massas e o faanatismo, que agora entrou, por Silves, em Portugal e que hoje teve na televisão com Mário Crespo a entrevistá-lo Gualter Baptista, porta-voz do que se soube ser coisa nenhuma pois os Verde Eufémios desapareceram, e o porta voz desse nada a não ver encapuçados nem pontapés, nem espigas a serem arrancadas, só viu (mas ninguém mais viu e até M.C. teve que pôr-lhe aspas...) "não vilolência".
Cobardia, hipocrisia, desumanidade, violência foi o que vimos, mas o porta-voz estava a falar (ah, vaidade a quanto obrigas!) para o jornais ali ao pé, mas não teve nada a ver com a coisa, era porta-voz de coisa nenhuma,
É assim que se gera o fanatismo, o eco-fascismo, a imposição da ditadura de alguns por um suposto bem colectivo, de que não quero ser participante.
Voltarei a este "Do Fanatismo".

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A importância das coisas...

Pois para mim é mais importante combater o metodo e a lógica violenta dos presuntivos activistas anti-ogm, que destruiram (sendo a percentagem da destruição irrelevante! DESTRUIRAM!) a plantação em Silves, que desenvolver qualquer discussão sobre estes (OGMs), os seus impactos, os príncipios a que deve obedecer a sua plantação, a necessidade (obvia!) da rotulagem.
Todos esses aspectos devem ser discutidos, num quadro de debate aberto e sem constrangimentos, mas só podem ser discutidos se for esclarecido claramente o carácter violento e ao arrepio de qualquer iniciativa cívica ambientalmente justa destes bandalhos ditos "VerdeEufémios".
É importante, para que fique claro qual é a posição dos ambientalistas efectivos, repetir à exaustão o carácter banditesco e cobarde deste acto, agora que os seus próprios instigadores (o tal Gaia) dele se demarcam, certamente para não perder o subsídio e as prebendas ou os dinheiros internacionais.
Só quando estiver claro, claro e transparente como a água pura, tudo isto é que se poderá discutir, com seriedade o transgénicos. Antes é só palhaçada!

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Sunday, August 26, 2007
 

Moinhos,

moinhos de vento estruturam a paisagem e dão vida, património e futuro ao tempo. Por todo o lado há que acarinhá-los...
Por todo o lado há que defendê-los e a sua integração nos ecosistemas.
Estes no Rabaçal fizeram o seu tempo de produção, agora são memória de outros passados e apontam o futuro.

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Saturday, August 25, 2007
 
Eduardo Prado Coelho,
morreu, hoje. A última vez que o vi, e não o reconheci tal a magreza e o ar distante, foi na tomada de posse de António Costa. Quando me confirmaram que era ele perdi-o de vista.
Tive pena, então, de não lhe dar um abraço, que aqui fica com sentimento, pela importância da sua escrita na formação e pensamento de muitos.
Partilhámos tempos e relexões, trocámos opiniões e divergências, e sempre o considerei um tubarão de sentidos e palavras. Os comia.
Hoje lembrar essas reuniões na Faculdade, do núcleo, do qual também fazia parte o pai, ou os tempos sem fim do festival da Figueira, ou a gentileza que teve quando me envolvi na luta pelos direitos culturais do povo de Barrancos, do meu povo, são registos que ficam para a posteridade.
Envolveu-se em lutas, gostava de comida de que era devoto, apreciava mulheres de que era sedutor, apreciava a discussão e a cultura desta.
Fica no tempo onde o tempo passa o que escreveu e o que não escreveu.
A vida continua e E.P.C. será memória de muitos.
Um abraço reconhecido.

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O Queijeiro, na queijaria

3 momentos de paragem, de reflexão.

1-
O BURGO, é uma catedral.
Das autênticas, das que não esquecemos, que ficam gravadas na memória dos sentidos.
Aí, num espaço fabuloso, em terras agrestes onde se produzem os animais que aí terminam na mesa, com simpatia e tranquilidade dessa resultante comi a melhor chanfana da minha vida, e garanto-vos que já comi muitas e boas.
Cabra velha, ingredientes de tempero, vinho tinto e caçoila de barro preto, forno e boa cozinha. Um néctar dos deuses, de seu Olimpo, chamado BURGO, restaurante/catedral da Serra da Lousã.
Ainda comemos um sensacional cozido no pão, mas depois desta chanfana não há mais nada, mais nada a dizer.
Fantástico.
Aqui fica o telefone para quem quiser verificar: 239 991 162, que aos fins de semana é de marcar.

2-
Na zona, mas no concelho de Penela, fomos encontrar outro ex-líbris.
No Rabaçal, os queijos, lindos. E uma queijaria artesanal impecável.
Com muita simpatia fomos recebidos e o processo foi-nos demonstrado, numa explicação envolvente e com laivos de socio-antropologia.
Os queijos vieram diversos no bornal e uma prova dos mesmo ficou na agenda.
É a Quinta do Juromelo, onde o José Luís Torres nos recebe e ilustra.
Marcar a prova: 968 198 732

3-
Sete sóis Sete Luas, é um número cabalístico que ontem nos trouxe ás fabulosas instalações da Fábrica da Polvora o Café Amam.
Indizivel a sensação, a espinha a ser percorrida pelo espasmo, o som a invadir o espírito.
Um Café que ajudou estas memórias recentes a juntarem-se para o extase!
Assim vai a vida.

 
 
Saiú no Publico de 23:

Confusões

Não há palavras suficientes para manifestar o total repúdio pela acção violenta e idiota levada a cabo por um grupo chamado “VerdeEufémia” (sendo o nome desde logo motivo para análise da psique politicamente perturbada dos seus epígonos).
De facto para alem da acto criminal, realizado com a passividade e quiçá conivência da G.N.R. (tão diligente em exercer a autoridade, e bem, noutras circunstâncias!) e a “gloriosa” cobertura mediática (que neste caso é tudo!), para além da vergonha que é vermos encapuçados a agirem (dizem eles) em favor do ambiente, para além de absoluta e total censura que o acto mereceu de quem com racionalidade procura limitar os efeitos dos O.G.M.s, há que levantar algumas questões sobre outra dito nesta acção violenta e selvática.
E essa é, FOI UMA ACÇÃO VIOLENTA E SELVÁTICA!
Claro que foi desobediência civil, isso também é o assalto a bombas de gasolina (que até podem ser feitas por estes bandalhos com o objectivo de reduzir os lucros de multinacionais petrolíferas!), mas desobediência civil não violenta e por objectivos claros e transparentes é que não foi!
Participei em inúmeras acções de desobediência civil não violenta, e fui por elas detido, nalguns casos em circunstâncias de risco (na R.D.A. que os Eufémias emulam...em luta pelas liberdades políticas), em Portugal acompanhei e testemunhei o heroísmo de Serafim Riem e outros quando se amarraram, face a retroescavadoras a carvalhos, para lutar contra a eucaliptação, entrei pacificamente na embaixada e deixei um balde de lixo ao embaixador inglês, em protesto contra os despejos nucleares no Atlântico e com o povo de Barrancos acompanhei a resistência colectiva, a desobediência civil e não violenta a legislação do tempo da ditadura nacional, pelos direitos ambientais, patrimoniais e cívicos.
Em Espanha também enfrentei riscos quando nos opusemos de cara descoberta ao avanço de projectos de destruição ambiental do “matoral”
Em Itália acompanhei lutas do Partido Radical, libertário/liberal e não violento seja pela legalização da interrupção voluntária da gravidez seja pela legalização de drogas e um quadro legal para essas, em acções não violentas de desobediência civil que teve desfecho em tribunal ou em modificação das leis.
Este grupo de energúmenos, pagos sabe-se lá por quem (são os mesmos que andam a destruir propriedade por todo o lado de Seattle, a Tóquio, de Lavos a Porto Alegre) mas devo dizer que suspeito que pela Monsanto, ou Exxon ou outra que tal, esta bando de bandidos agiu claramente com o intuito de prejudicar os que se opõe em nome da lei e do direito a actos ou lógicas sociais que consideramos injustas e favorece objectivamente a causa dos O.G.M.s
Há que também denunciar os métodos, porque a não violência não se pode confundir com hipocrisia, leviandade e cobardia.Os meios são os fins. Este eco-fascismo esverdeado de Eufémia é o terror sobre as nossas cabeças. Deve o movimento ambientalista ser claro, ser muito mais claro do que foi na sua denúncia.
A não violência não se pode confundir nem em palavras nem actos com a violência.

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Tuesday, August 21, 2007
 
Ainda os OGMs
Que não são vistos nem achados nesta história em que não existe qualquer debate sobre estes, em que a causa dos que lutam pela rotulagem e pelo principio da precaução e pelos cuidaos e medidas legislativas para evitar a sua proliferação foram por água abaixo na mochila cheia de pulgas de uns energumenos.
Penso que nunca o movimento ambientalista esteve frente a um maior desafio que este. As declarações timoratas de condenação da Quercus e da Plataforma Transgénicos fora do Prato não são suficientes para qualquer recredibilização.
Usarei os meios adequados para mostrar que este bandalhos não tem nada a ver com o movimento cívico independente, não violento, ecologista e por um desenvolvimento sustentável.
Desde já me disponibilizo para testemunhar em tribunal pelo agricultor lesado, independentemente de discordar do cultivo que realizava, pois acho que o mais importante é a observação da lei e do Estado de Direito e a luta no quadro desse por afirmar valores e alternativas com os meios que são legitimos no quadro deste.
E esses podem claro passar por infracção ás leis, mas essas devem ser não violentas e esse é um dado de base e claramente assumidas, sem mascaras ou subterfúgios que só a escória utiliza ( talvez seja os mesmos que expropriam as multinacionais do petróleo com máscaras e mãos no gatilho, que por acaso tem morto tantos, nas bombas de gasolina).
Na ambio teêm-se lido delírios absolutos que provam à exaustão que este movimento ecologista ou toma posições claras contra esta praga ou perecerá.
Não há mais nada a dizer.

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Monday, August 20, 2007
 
Ainda os O.G.M.s
Que foram com esta acção irresponsável disseminados, ao contrário do pretendido ou talvez não.
Esta gente sem projecto nem estratégia que não a do seu mediatismo (e ver como tudo foi combinado com as televisões e articulado com a GNR!, ah "não" violentos de um camando) não pretende lutar contra os transgénicos (e lamento a benevolência da condenação do colectivo Transgénicos Fora do Prato desta acção que tanto mal faz a quem procura lutar contra a disseminação desses!).
Como os chamados altermundialistas na linha do bandido Bové e acolitados pelo inefável Rammonet, agora apoiados pelo Miguel Portas que busca não sei o quê... o seu projecto é a ausencia de razoabilidade e de qualquer alternativa de facto senão sons e fúrias (e agora descobre-se que até defendem as pulgas , os piolhos já o sabiamos!)
Esses já o sabemos à muito tempo, sempre o soubemos, não significam nada, nada mesmo.
A construção de alternativa social e política é cada vez mais necessária...

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Sunday, August 19, 2007
 
Itinerância...
Não me permite alongar-me mas não quero deixar de registar que assim o soube coloquei na lista da ambio uma nota com a minha maior repulsa por um atentado (fogo posto) realizado por um grupo de vândalos sem nada na moleirinha senão a sua própria excreta contra a propriedade um agricultor algarvio por ele cultivar (no seu direito e no quadro da lei) plantas genéticamente modificadas.
Inqualificável que esta acção violenta e criminosa seja dita não violenta (...) e apoiada pelo Bloco da Esquerda e só dois dias depois sancionada em nota do Governo ( não tendo visto a sua obvia censura senão pelo PSD e por Macário Correia, que aqui saudo com um abraço!).
Esta acção descabelada e banditesca é ainda por cima um rombo irremediável no casco daqueles (em que me incluo) que lutam contra o desenvolvimento agro-industrial destas modificações, quando não há elementos para os controlar adequadamente e sem que esteja implementada a sua rotulagem e medidas de protecção.
Não pode haver a mínima complacência com esta piolhagem criminosa que a troco de ums minutos de glória (e tudo isto foi articulado com as TVs e teve a complacência intolerável das autoridades policiais!) promovem o contrário do que defendem e destróiem o trabalho continuado e abnegado dos verdadeiros activistas.
São uma canalhada, do piorio. E quem os apoiar!
Ecotopia?
Ecofascismo. como diria nos seus tempos o jornalista e pioneiro ambiental Afonso Cautela.

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Friday, August 10, 2007
 
Nojo,
de vez em quando não há nada mais a dizer. Antes de uns dias sem internet e já a correr a encher a mala de livros e outros documentos, hoje só nojo, imenso nojo.
E lamento que o nojo não se estenda (ou será que não ouvi?) ao sem muros e outros...
Lula da Silva acaba de dar mais um passo no sentido do excreta, da história, da moral e da ética.
É um sacripanta.
Expulsou dois cubanos que lhe solicitaram asilo. Claro para ele (Lula) só podia estar loucos, então fugir do paraíso é loucura ou não?
Triste e vil canalha e, talvez, com o apoio do Ramonet... que vai perdendo o pé e as melhores causas.
Não há Galiza que lhe valha a pena.
 
Thursday, August 09, 2007
 
Uma nova política ( o pós Bloco)
O Bloco da Esquerda vai, no prazo de 2, 3 anos esfrangalhar-ser e ainda bem, para mim que defendo uma política social-liberal e sou um procere do radicalismo político e libertário esse implodir, com alterações na substância do PSD e do PS pode permitir o desenvolvimento de uma corrente política que priveligia as liberdades, uma política económica que dignifique o mercado e só o obrigue ao respeito pela lei(s), que tenha transparência e lógicas de participação em complemento da maior democracia política.
Foi na esfera do Bloco que se juntou algum do pensamento político afirmativo dos ultimos tempos, infelizmente as marcas de origem, os muros que cerceiam a leitura da realidade, mesmo quando se dizem sem eles tornaram o Bloco no que se irá verificar, um ninho de vespas, com utilidade ambiental mas incapazes de lógicas colectivas.
Por outros lados seria positivo que o PSD implodisse e finalmente a Madeira se tornasse independente, assim como a cola que junta e neutraliza qualquer ideia de pensamento no PS (já para não falar no Eduardo Prado Coelho!) se dilua com o tempo.
Claro que em Lisboa veiu tudo à tona. Claro que quem não compreende o que o Bloco assinou com o PS não pode senão atirar foguetes para o ar e assobiar para o lado.
Um novo pensamento político, uma nova entidade para o acolher, com novos protagonistas tem, lentamente vindo a crescer na sociedade, nos debates e tertúlias por aqui e por ali, lenta e firmemente.
Talvez venha a emergir nas suas diversas variantes, como é timbre das novas organizações, desorganizadas, talvez esse desabrochar seja mais rápido do que se pensa mas não mais que isso que sabemos os efeitos da amalgamaga... de tudo no nada.
Voltarei a este tema... que é independente do que se passou com o movimento cidadão que iluminou Lisboa, mas tem tudo a ver com essa nova lógica e dinamica socio-política.

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Ciao Farfalla,
borboleta na sua versão nacional, monarca na Macaronésia, e uma didáctica exposição no Museu de História Natural onde aproveito para visitar o borboletário e temer por alguma acção animalista de libertação das mesmas.
As borboletas são insectos notáveis que documentam a evolução da vida e são sensores do estado dessa e do, no planeta,
São lindas nas suas diversas formas e uma lição.
Nesta exposição que deve ser divulgada e incentivada desde logo para os mais novos e crianças de todas as idades que somos em busca de conhecimento é uma realização do grupo Tagis e neste não deve ser deixado de mencionar o grande borboletador que é Ernestino Maravalhadas.
Borboletas sempre!

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Tuesday, August 07, 2007
 
As Mulheres do meu Pai,
acabei, após um inicio difícil, a velocidade de cruzeiro.
Não é o melhor do meu querido amigo Agualusa, mas lê-se com agrado. Nota-se alguma preguiça e ares por aqui e ali diletantes, e muita lógica de conto, o que torna o livro nalguns segmentos de complicada leitura.
A história é bem achada mas os personagens, por vezes perdidos, muitos sem densidade e outros sem conteúdo.
Tem aqui e ali alguns requintes, mas também aqui e ali algumas desnecessidades.
Faltou, e isso é absolutamente claro e a grande responsabilidade do menor virtuosismo deste romance(?), editor, alguém que acompanha-se a trama e sugeri-se alterações, aprofundamentos ou reescritas.
As mudanças da D. Quixote podem ser disso responsáveis... ou talvez algum nonchalantismo tenha tornado menos poderosos uma trama, algumas identificações e tempos, do que poderia ser outro grande ROMANCE!
Dito isto, como a mesma sinceridade e amizade de sempre tenho que dizer que temos aqui matéria.prima, trabalho e investigação no caminho de um grande romancista/contista.
Mas para estas "Mulheres do meu Pai" faltou aquilo que faz o gemer e o caminho do nirvana, mais transpiração e outra edição.
Por uma história que me encheu com gosto estes dias e por tudo um abraço ao Zedu.

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De vez em quando... tenho que voltar à lenga-lenga:
Sou liberal, europeista, anti-nacional, anti-todas as ditaduras e restrições às liberdades públicas, sócio fundador da secção portuguesa da Amnistia Internacional, que é junto com algumas associações locais a única entidade que me acolhe.
Membro ocasional do Partido Radical e da associação anti-proibicionista internacional e partidário de todas as causas cívicas que em torno dos direitos, da vida do direito este tem protagonizado.
E claro libertário e com uma velha costela concelhista via Rosa Luxemburgo, Castoriadis, e Kronstadt ( e claro anti os talhantes dessa e de outras liberdades!)
Teorico e prático da gastronomia e vagamente aficionado às cores e sons da tauromaquia seja na sua versão popular ( e intransigente defensor da lógica socio-cultural do povo onde tenho origens, Barrancos!), seja na erudita portuguesa ou espanhola, defensor das tradições de cultura popular e da inovação tecnológica que as poderá fazer evoluir, com a participação da sociedade e do seu tempo.
Ecologista militante de nuitas causas, fundamentalista e anti-fundamentalista.
Defensor de uma ideia para o sistema político, de ruptura com os actuais mecanismos eleitorais e criação de outras lógicas para a representação, com base obviamente no voto.
Sem totens nem tabus.
Porque este blog tem sido mais visitado aqui fica o esclarecimento.
Este ano envolvi-me em dois combates políticos e de cidadania.
Pela legalização da I.V.G. e por uma alternativa cidadã e de criação de novos eixos para a política municipal em Lisboa.
A vida é assim.
Amanhã outros ventos podem soprar. Há muito que ocupo lugar neste barco!


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Fantástico.
Duas noticias mostram que a capacidade humana para a brincadeira não tem limites.
1- A República China proibiu, repito proibiu, o Dalai Lama de reencarnar.
Sem comentários e com pausa para nos rebolarmos a rir!
2- O Presidente António Costa distribui os pelouros.
Lá estão todas as empresas municipais e uma que não faz qualquer sentido na sua actual versão ( Lisboa E-Nova) até foi para o Sá. Que coitado nem sequer fica com a tutela de qualquer direcção municipal. Para ele só um departamentozito.
Vê se aguentas o sr. Dr., Inês que a vida são dois dias e no caso dele talvez nem dois anos de gestão....
Mas o resto é revelador de uma lógica de aparelho intolerável. Então o jovencito (bem sei que é um dos yesmen de A.Costa!) vai para vice-presidente?
Talvez os negócios de Manuel Salgado já tenham chegado ao Presidente? Uma mulher a vice seria demais? Haveria que checar com quem assesorou o FéFé para saber mais...
Para completar a C.M.L. ressuscita o velho Chico Rodrigues... estamos mesmo na silly season...
vai uma bejeca para a mesa do canto!

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Monday, August 06, 2007
 
Ai Timor...
Como nos diz a Fretlin consumou-se o golpe de estado que a mando da Austrália desde à dois anos se vem desenrolando nesse país agora completamente falhado.
Xanana, um títere dos interesses do Império Austraaliano e casado com uma agente do mesmo só enganou quem queria ser enganado em conubio com o catequista Horta vai poder desmantelar a favor dos interesses o acordo sobre o petróleo no mar de Timor que foi com grande esforço concluido por Alkatiri e que (será coincidência?) no dia seguinte levou ao despoletar de toda esta sequência que agora tem fim ( Reinaldos e c&a são meros agentes de toda esta fandanguice!).
É claro que Maari cometeu muitos erros, sobretudo na avaliação de colaboradores e de personagens sombrios de que se rodeou, é claro que foi induzido ao disparate que é o português como língua em Timor em vez de promover o tetum praça e o inglês (ou mesmo o bahasa), é claro que houve falhas e demasiada conciliação/cedência (num espírito que não é nada timorês/asiático) e que o papel da igreja será tema de tese, como é habitual, e que houve muita sobranceria... mas... agora ... pois agora o bandido tomou conta do castelo todo.
Vamos ver como um Estado falhado se rende ao Império...
Recomendo para quem gosta de seguir os acontecimentos:
http://timor-online.blogspot.com/
...mas conhecendo o catequista Horta... talvez ... o filme ainda não tenha chegado ao fim...

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Sunday, August 05, 2007
 
Nada é pouco,
de facto entrámos num período em que a realidade parece continuar sózinha e em que toda a responsabilidade parece estar de férias. Lendo os jornais, talvez pelos editores estarem fora, talvez por os fazedores de títulos e publicistas estarem em controle só lemos mentiras, mentirolas e artigos feitos, escritos com os pés e sem ponta de cabela, só carruncho.
Felizmente o JPP não está de férias, embora a quantidade disparatada de fotografias no www.abrupto.blogspot.com mostre que aquela cabeça já passou melhores dias, mas é a vida ou o pagamento de favores, ou falta de ideias, ou falta de assunto.
Lisboa está magnifica, lugar em todo o lado e um desejo que fosse assim para sempre...mas já sabemos que passado Agosto voltaremos à rotina e ao lufa-lufa do espaço a comprimir o tempo.
Voltaremos a outras insanidades como o rongo-rongo absurdo da campanha sem ideias e sem dignidade para o lugar de chefe do P.S.D. ou melhor para, qualquer que ele seja o do derrotado das próximas legislativas, que este país parece não ter rumo nem alternativas consistentes, articuladas estruturadas e com lideranças capazes. O Chão da Lagoa foi a extrema unção de Marques Mendes e só se passa por essa uma vez... Do Menezes está tudo dito, basta lembrar o seu emúlo Santana e...pronto, já disse outra vez!
Agosto vai passar, neste mês temos dias para recordar, acontecimentos para registar em memória presente e as festas, ah as festas do povo.
Agosto vai ser quente...

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Saturday, August 04, 2007
 
Lisboa
Mistérios insondáveis agitarão estes dois anos de gestão e "tempos" parados já parece agitarem o executivo, um executivo manietado por vontade própria e que mais cedo ou mais tarde se irá desconjutar.
O Sá Fernandes será a Nogueira Pinto do P.S. e não lhe dando maioria absoluta só lhe irá dar dor de cabeça, que será partilhada pelo B.E. que agora vai ter um imprevisivel à solta a limitá-lo na sua política global.
A gestão casuistica a que A. Costa será obrigado (e desde já nos próximos meses moldado por orçamento que não é dele, nem do Sá) será uma manobra de alto risco, que lhe poderá custar caro, oxalá não sejam os alfacinhas a custearem o buraco.
É claro que estes dois anos serão de poucas ondas, o tempo não está para exuberâncias e o acordo entre o P.S. e o B.E. não tem qualquer relevância ou sombra de qualquer efectividade a não ser amarrar o B.E. ao orçamento ( deêm a volta que derem isso está lá preto no branco!) e à tutela do Plano do Gonçalo, que terá grandes dificuldades em ser implementado apropriadamente, pese boa gente que rodeia o Sá, por manifestamente ele estar desintonizado com o trabalho do sector camarário e pessoalmente longe, muitto distante, de uma visão integrada dos espaços verdes e da lógica da sua moderna gestão. No resto o acordo remete para outros horizontes ou longas discussões sobre quem é quem e não passa de um alibi para ele fazer o que sempre quis e o B.E. dar inicio à sua integração no poder, embora com um passo em frente e um assobio para o lado.
Penso que este nó "górdio" só se desataria se não houvesse a lógica politiquês de execução de políticas.
Não faz sentido senão gerir a CML como uma organização global, integrando todas as energias e valorizando todas as aproximações, dando substância a todas os projectos de cidade.
A gestão da cidade não é tema de política partidária/ideológica.
Claro que há que fazer cortes e tomar opções, claro que há projectos diferentes, mas o facto é que nenhum foi sufragado para governar sozinho e governar com 40% de votos é redutor do espírito da cidade.
E para governar ninguém deve adbicar ( o que tanto o P.S. como o B.E. facilmente fizeram e que nem sequer era necessário porque é insuficiente!) dos príncipios, da palavra, nem da identidade mas tão só comprometer-se pela governança.
Claro que Carmona e & são neste momento persona non grata, claro que o P.C.P. deixou Lisboa pela manutenção de outras fidelidades, claro que o P.S.D. não podia depois do descalabro senão passar para a oposição.
Claro que tudo isso será discutido sobretudo quando de novo orçamento, que é o único momento sem trégua, até pela oposição na A.M.
E aí o Sá até pode ter o Carmona e & com ele e aí se verá a coerência.
Nada é o que parece e por vezes quando pensamos que pensamos sem muros (http://www.miguelportas.net/blog/) eles lá estão ou pelo menos as pedras que no subconsciente se mantiveram, no politiquês da forma, dentro do discurso, na tresleitura da realidade. Que embora hoje seja consensual que gira nem todos se apercebem que isso é independente do seu pensamento e integram esse dado na análise.
Mas vamos continuar a brincadeira, como dizia o Vasco, Santana, "Chapéus há muitos"...

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Thursday, August 02, 2007
 
Ritual...
ignoro quantos países tem este estranho ritual de passagem de poder, de assumir poder. Entre nós é herança do Estado Novo, com todos os seus salamaleques e bajulação, sempre presentes neste beija-mão que é como que o exercício do direito de pernada.
Pela 2ª vez na vida assisti à entronização do Presidente da C.M.L., desta vez percorrendo todo o referido ritual.
E divertido andei por ali, por acolá, por aqui. Só não andei por aí, local que por razões de higiene sempre evito não vá encontrar voces sabem quem.
Foi assim.

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