insignificante
Monday, May 30, 2005
 
Ainda com o vento da morna nos ouvidos e o saber desse tempo nos olhos fiz agit.prop hoje de manhã. Fotocópias, cola e acção.
Colei, devidamente comentada a carta com o despacho urgente do tal vice-presidente de 27 de Abril e ainda não cumprido e distribuia por vários vizinhos (curiosamente no mesmo dia da carta do tio Isaltino...). Fui ao Centro de Informação da Câmara dizer o que tinha feito.
E notávelmente quando regressei a casa verifiquei que entre as 14 e 14.30 tinham tapado os buracos.
Notável.
Notável, quando sabem que perderam mais uma duzia de votos eles aí estão!!!
Façam muitas destas e custar-lhes-à ainda mais. F
 
Sunday, May 29, 2005
 
Cabo Verde é um artigo de fundo. Breve visita ao Sal e Boavista sugere-me uma primeira reflexão.
Pontos fortes:
As gentes, o clima, a terra.
A genuidade e o caracter agreste da gente e da terra.
A capacidade de querer do povo.
A excelente formação e empenho do pessoal nas unidades hoteleiras por onde passámos o Odjo d’Água (www.odjodagua.net) e o Morabeza no Sal, o Estoril Ressort e o Parque Dunas Village (www.parquedasdunas.com) na Boavista. A simpatia e amabilidade de toda a gente dos muitos sítios onde comemos. E até os taxistas nota positiva.
Os hóteis, e destaco os dos sites, com uma lógica integral de envolvimento dos clientes e com tudo o resto (um artesanato autoctene, um apuro na culinária, uma estratégia de criação de percursos) o caminho poderia ser auspicioso.
Caprichar mais nesses aspectos e na genuinidade e dotar-se de novas tecnologias (todos os hóteis deveriam ter um ou dois locais onde os hóspedes pudessem aceder à internet, por exemplo!)e porque não investirem em novas tecnologias energéticas (solar activo e passivo que permitiria reduzir a zero as facturas energéicas e sistemas inteligentes de contrle de fluxos de água e recuperação dessa).
Esse é o caminho que deve ser seguido.Com um investimento gradual na melhoria das estradas locais e das de terra, que fazem a genuidade.
Uma reflexão positiva seria assente nestes pontos e no seu aprofundamento.
Mas, há sempre um mas.
Os pontos fracos…
A ganância, a especulação, a megalomania, o descontrole de planeamento, a total falta de ordenamento e desinvestimento urbanistico, o disparate (um aeroporto internacional na Boavista, por favor alguém ponha algum bom senso nos responsáveis por essa enorme asneira!) que tem livre curso e que se arriscam a liquidar a galinha de ovos de ouro (a destruição do tradicional, a desvalorização do autêntico, por exemplo é incrível a invasão do artesanato dito-africano via senegaleses dominantes!, também comercializado por badios e guineenses,e o novo riquismo e vigarice, de que mais um exemplo, na linha do que vi, há três anos, no Maio, é o Marine Club, na Boavista, e as asneiras que se vão fazendo na errada florestação ou ausência de cuidado com as doenças dos palmares).
O investimento é feito casuísticamente e não se nota qualquer lógica ou ideia de futuro, que envolva as populações e os verdadeiros empresários.
E o povo passa ao lado, e sente.
A excelente unidade que é o Dunas Village vai ter (irá?) um aeroporto em cima quando o que falta é criar acessos em condições para um correcto usufruto da ilha (mas claro assim não havia muitos a encherem os bolsos desta inutilidade a 15 minutos de um excelente aeroporto internacional! E a 45mn de outro!).

Ao ver as pérolas que são estas unidades (e a arquitectura que parece como as gentes a saudar o espaço e a fazer vibrar o tempo ao som das mornas…)temo pelo seu futuro. Afogados na irresponsabilidade “escudada” de governantes visão e que abandonaram à muito quaisquer ideiais e de empresários inescrulosos é de temer pelo futuro!
Finalmente uma palavra para a excelência, também, da Morabitur, que bem podia dar alguma “sabe” à SolTrópico (que acabo de saber, será pelas muitas queixas que acumula?, que não aderiu ao protocolo voluntário das agências de viagens para serem escrutinadas por um Provedor. Comigo, nunca mais contam!)
A saborear o carppacio do Beach Club, as braçadas no oceano, a caipirinha de grogue na espectacular esplanada do Odjo d’Água, o deserto fabuloso que são as dunas móveis em Viana e a noite mágica no Dunas Village, a saborear tudo isso porque o tempo que sabe não passa temo pelo futuro, se for um futuro como o que se vê e sente no Sal e que ainda (será que ainda pode ser invertido) será triste.
E igual a qualquer Quarteira, de miséria e degradação humanas e guetos sociais de luxo, isolados da vida…
Cabo Verde vive entre as verdadeiras “tartarugas” e as de ceramica, madeira ou na camiseta para turista comprar, importadas de Dacar.
Ora como sabemos (e o Brasil tem história para contar…sobre isso) o que conta é a natureza viva. O que rende e sustenta é a capacidade do vivo de encantar, a partir dela.
Cabo Verde merece mais. Muito mais.
Voltarei. A Cabo Verde!
 
 
Regressado de Cabo Verde, sobre o que escreverei mais longamente tive que enviar a seguinte carta à:
Presidente da Câmara de Oeiras.

Venho informá-la que a partir de amanhã distribuirei amplamente pela vizinhança cópia de ca rta que recebi dia 28 de Abril, datada de dia 27 dos vossos
serviços. com referência 035035, que me informa de despacho URGENTE do Vice- Presidente.
Passados mais de um mês penso que esse sr. estaria melhor noutras funções e noutra profissão onde se dess e ao respeito, dado que o est ado do pavimento que
referiu ter despachado para reparação com urgência se tem vindo a agravar diariamente.
Sem quaisquer outros comentários,
com os melhores cumprimentos
António Eloy
 
Saturday, May 21, 2005
 
Já foi Vigário, também se chamou Branca, agora com um nome estrangeiro (pois parece chic) de advantages-card, atacando a classe média baixa, preferenciamente, e com apoio do famigerado Romeu, dito Francês, a grande piramide ataca nos hoteis, por todo o país.
Com o apoio ou beneplácito do Estado, (que, pois então, até colecta impostos da vigarice...) cidadãos honestos e incautos são exportelados à barra farta, com metodos inqualificáveis.
Eu estive lá! Vi e ouvi!
É claro que é tudo muito soft e cor de rosa (até Francês, que lhes inventou a chafurdice dos cartões para fugir, mas fugir quem?, aos impostos).
Então quem não se lembra também de uns senhores bem vestidos e perfumados que animavam as salas da Branca? E quem não se lembra da elegância do Vigário?
O Estado? O Estado é conivente com o roubo e a albrabice. A alta.
Chame-se advantages-card, Branca, ou roleta russa. Esta é a grande piramide. Quando der o estouro haverá quem diga que não sabia. Outros já estarão nas Cayman...
 
Thursday, May 19, 2005
 
SolTrópico, podia ser outro operador de viagens. O engano do cliente, que normalmente fica disposto a tudo, por supor que está nas mãos deles, é comum.
Vende-se um produto, altera-se depois de tudo estar pronto e o papalvo é suposto comer.
Pois não é assim. Comigo não é assim. E a agência Sunset Travel com quem preparei as coisas também não baixou a bola.
Protestar, reivindicar direitos só faz crescer. A Soltrópico voltou atrás no embuste (e curiosamente tive direito à viagem que quiz originalmente e eles...não tinham).
Não deixarei de informar o Dr. Vera Jardim e referir o que foi o comportamento exemplar da agência Sunset Travel.
Porque este negócio tem regras. E a principal é a da confiança.
Vender gato por lebre?
Para mim não obrigado..
 
Wednesday, May 18, 2005
 
Foi há 25 quilos menos que conheci a tribo. A tribo sãos os amigos, alguns amigos que me têm acompanhado pelos tempos. No Troviscal com a Vera e o João com quem passei tempos que não esqueço, com outros "indios" do tempo, sempre ele a não ter consciência de si. passamos, escoremos mais uma tarde da vida. Foi bonita a festa, pá!
No dia seguinte em Barrancos soube de invejas, das que bloqueiam o país, os concelhos, o futuro. Será que as águas continuarão turvas?
Turvo não foi certamente o curso de formação que orientei no Barreiro e que acabou (será que alguma vez acaba?) ontem. Notável a participação, o convívio, a tertúlia, a empatia. Se bem que tenha chumbado (eu? o curso? todos?) segundo um dos inquéritos (terá sido engano?) os trabalhos e a qualidade da participação deixaram-me satisfeito, Não há longe nem distância já dizia uma ave perdida, em regresso ao seu rumo. Obrigado a todos.
Hoje novas lutas, novos desafios, novas novidades.
Sempre!
 
Sunday, May 15, 2005
 
Do tempo, do fundo mais fundo do tempo, do tempo que não se recorda que é tempo, desse tempo primevo temos uma árvore, orgulhosa a enfrentar os frios e calores, a contar o tempo que não existe senão na passagem da sua casca, no ciclo da vida.
Hoje é a mesma árvore. O sobreiro.
 
Friday, May 13, 2005
 
Estou a orientar um curso de formação a professores sobre Integração do Ambiente nos Currículos, que como é habito está a decorrer convivialmente e com agradável participação.
Ontem a conversa foi para os "envelopes". A prática nacional dos jeitinhos, da retribuição, do empenho. Lá veiu a Inquisição e a bufaria à colação.
Somos também este país de videirinhos e bufos. A espinha direita e a defesa de valores e coerência não tem crédito senão na consciência.
E como dizia o Ary há sempre uma que resiste, há sempre uma que diz não!
 
Thursday, May 12, 2005
 
É fantástico. É o BES, Banco Espírito Santo, mas podia ser outro qualquer (salvo que habituados a propinas não consta que haja outro!).
Há três semanas entreguei os papéis para um empréstimo. Segundo a publicidade (essa grande ilusão que se esfuma assim que tentamos comprar dinheiro,(pese todas as garantias, casa, carro, quotas comerciais, fiador, eu sei lá!) é tudo na hora, em 24 horas.
Finalmente passadas duas semanas estava tudo pronto. Até 2ª ou 3ª teria o crédito na conta.
Aqui entra o surrealismo. Por 300 euros (o,25%) do crédito (resultante de ajudas de custo municipais) ficou tudo bloquedo mais uma semana. Fantástico.
Este país nem com choques tecnológicos vai a lado nenhum. E a culpa não é do sector público. Nem do sector privado.
A culpa é superiormente diagnósticada pelo José Gil. É que por cá só ficou a ralé. E nem o regresso do estrangeirados foi capaz de limpar o peso dessa. Em tudo.
Ai Benavente, Benavente.
 
Tuesday, May 10, 2005
 
Não é possível calar. Sobretudo quem esteve envolvido, desde sempre e com alguns riscos, na luta pela liberdade e independência do povo Timor.
Não é possível calar porque uma nova, e a pior delas, ditadura se começa a formar sobre o Ramelau. A ditadura da padralhada, a ditadura sobre os espiritos a que se seguirão, já se seguem (pois prisão, tortura, inquisição já estão presentes na sede da diocese de Dili!) o dominio dos corpos, a pretextos da salvação das almas (e do dízimo, claro do dízimo).
A igreja em Timor, alguma igreja e sobretudo os bispos que nela mandam (sem terem sido eleitos por ninguém!) procuram construir, a exemplo dos ayatolas uma teocracia em que eles e só eles mandem (vejam o Afeganistão taliban que é o seu modelo!).
Começam por impôr leis e a demissão dos eleitos pelo sufrágio. Impõe em seguida a doutrina e essa transformam em lei geral. A seguir são eles o poder, que é divino, claro e portanto acima da constestação dos mortais.
É o programa da reles inquisição, de todos os papas, talibãs, ou edires.
Todos os que prazemos a liberdade e a expressão dessa, nessa temos que dizer não.
Não à ditadura dos bispos, de quaisquers avatares de qualquer divino sobre a nossa vida!e
 
Sunday, May 08, 2005
 
Hoje fui ver um filme militante "Mondovino" de J. Nossiter.
Saí da sessão absolutamente seduzido (embora deva dizer que já perfilhava essa lógica) pela globalização (e por uma Constituição Europeia!).
O filme que pretende ser um manifesto contra a lógica de abertura de mercados e inovação tecnológica dá um autêrntico tiro no pé. O que apresenta em alternativa é mau, muito mau, seródio, pacóviamente provinciano e do mais reaccionário socialmente.
Quem conhece alguma coisa de vinhos sabe o que digo e vendo o filme vê o absurdo dos nacionalismos que activistas contra a globalização defendem.
Viva o vinho, abaixo as mixórdias, viva a globalização abaixo o nacionalismo!
 
Friday, May 06, 2005
 
Tony Blair ganhou, pese uma enorme queda, com pouco mais de 35% tem maioria absoluta. Registe-se-
Os liberais democratas com cerca de 25% tem menos de 10% da representação parlamentar.
Democracia exemplar!
Por cá com o aproximar das autarquicas o pouca-vergonhismo, da maior velhacaria nacional, que são os perpétuos autarcas, que através de conhecidos jogos de influência, grande e muito grande corupção, se mantém na gestão das áreas com maior responsabilidade na degradação continuada do património nacional, “vítimas” dos enriquecimentos mais escandalosos e as maiores sacanagens e traficâncias, essa gentalha, Valentins, Narcisos, Ruas, Almeidas, Costas, etc. enchem os jornais e envolvem os espíritos.
Pobre país nas mãos desta patifaria.
Pobres de nós, que poucos damos voz ao Zé.
A grande porca continua a dar mama a toda a labrostada!

 
Tuesday, May 03, 2005
 
A propósito de um dos mais notáveis homens, que fizeram humanidade escrevi:

"Sem palavras

Estava perdido!
No meio do sonho mais delirante procurava secretas conspirações que, de forma nenhuma, conseguia denunciar.
Incapaz de som e sentido agitava pedaços de pano que haveria de transformar em guardanapos para limpar beiças reais ou plebeias.
Imaginava opíparas refeições, para as quais criaria instrumentos a que daria o nome de “forchetta”, que haveriam de permitir enrolar as massas e garfar as carnes.
Perseguia-me um sorriso, parecido com o meu mas, invertido.
Cortem-lhe a cabeça, ordenou a despropósito a rainha.
Baralhado com o aparecimento da Alice no meu desvario de Leonardo acordei.
Era a hora da gata."
Perseguir as palavras e invertê-las é um dos prazeres da vida.
 
 
Reclamando.
Fui aos CTT. Com uma pequena reclamação. Cordial e eficaz. Fui ressarcido na hora. Certo que era menos de um euro. Mas registe-se. Em Sto António, Oeiras e por todo o país os CTT mostram simpatia e eficiência!
Da cratera na rua. Recebo hoje comunicação do despacho do sr. Vice Presidente da Câmara de Oeiras, sobre uma queixa minha com quinze dias. Datada de dia 28 de Abril refere que COM URGÊNCIA, deu ordens de reparação da cratera na via pública referida. Estamos a 3 de Maio.
Será que os funcionários ainda estão a trabalhar para o Isaltino?
Ou é só ineficácia?
 
 
Fantástico. Será Santana Lopes a assombrá-lo?
O serviço de reclamações da CML (Câmara Municipal de Lisboa) e nesse o sr. Romão é uma piada, trágica.
Os reclamantes, que tiveram o cuidado em nome do turismo e da saúde pública de reclamar do mau serviço ou deficientes condições sanitárias são tratados como criminosos e tem que se apresentar com duas testemunhas... Fantástico!, para serem crediveis!
E então a reclamação, o livro dessas está lá para quê?
Em Oeiras (salvo as reclamações dos buracos na via pública que está lamentável!) já teria o proprietário sido investigado contra-ordenado e pago!
Mas há munícipios que estão nas mãos da incompetência! Fantástico!
E não há quem dê lógica a isto? E direito?
 
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