insignificante
Monday, January 31, 2005
 
Ontem vi, em grande forma, o político mais capaz da minha geração. António Vitorino é sem sombra de dúvida o melhor e mais qualificado actor da voda política portuguesa. Há outros, mas ele destaca-se.
Hoje vi mais uns miseráveis cartazes do sr.Lopes. É triste a rábula que ele está a fazer nesta campanha, cheia de insinuações torpes (será que o Velez ainda está por traz?), e abjecções cívicas. Sem a ponta de uma ideia e anunciando o seu próprio descalabro. Em seu redor o vazio, total e absoluta, ou as "santanetes". Estamos falados.
Do outro lado vejo, também à mistura com alguma "daquela" tralha, pessoas com capacidade e ideias, alguns discretamente, outros que bom vê-los, de novo, em forma e com ideias e projectos.
Assim é que é. Para recuperar o sentido de futuro.i
 
Sunday, January 30, 2005
 
Longe do fátuo dos jornais e dos ruídos ocos das televisões realizaram-se dois participados e muito interessantes encontros.
O da ASPEA, onde como habitualmente os militantes da sustentabilidade e da educação ambiental trocaram experiências e conhecimentos, num ambiente da calma e serenidade que dará certamente novas energias aos participantes. Foi muito bom encheu a alma.
E um Encontro do CEDA onde só faltou foi que os políticos resistissem à posse e não fossem lá só arrotar postas de pescada, agora transformadas em manadas de elefantes brancos com que querem encher o Alentajo. Como ficou demonstrado à tarde contra zorros e Zorrinhos as alternativas não são pântanos que não servem para nada a não ser projectos mirabolantes para patos bravos e o capital especulativo mas o envolvimento das pessoas e das comunidades em projecto à escala da racionalidade. Outra racionalidade que os políticos, estes não conhecem. A das pessoas para quem falam e que não ouvem.
Talvez mais cedo do que se esperaria a barragem sejam esvaziada...i
 
Thursday, January 27, 2005
 
O treçolho afinal é um quisto, de modo que foi com o olho baço que falei de gastronomia italiana e apresentei o Charles Ranieiri, cozinheiro do Nova Lisbona, onde fomos jantar a seguir, janter tertuliano, simpático e prolongado.
Cozinha e o resto, sexo, política, costumes tudo passou por uma longa noite com muitas grapas no final.
O Bloco perdeu mais três votos. E ainda vamos à cozinha goesa antes das eleições.
O Louça que se babe com as sondagens, a pensar na sua boçalidade..
 
Tuesday, January 25, 2005
 
Notável a língua de pau do catequista Louça, que deve estar à rasca com a patada que deu. Nos costumes, na seriedade, na coerência. De defensores do massacre de Cronstad tudo é possível, tudo se pode esperar.
Em artigo hoje no Público faz o que é habitual nos mentirosos em que os políticos (quase todos!) se vão convertendo.Atira ao lçado, chuta para o ar e não dá uma para a caixa. Há muito que está a pedir reforma.
P.S. Erros de batida, distracções, lapsos de escrita são por aqui abundantes.
Ontem foi mesmo erro de português, para o qual só o google me alertou. Então não é que tresolho é treçolho? Isso mesmo, com c, cedilha! Como tremoço!t
 
Monday, January 24, 2005
 
O tresolho voltou, com um pequeno aviso gripal, numa altura em que oiço a 9ª de Beethoven e dou os últimos retoques (aqueles que nunca acabam...) no livro sobre "Energias Sem-Fim" e alterações cçimáticas que estas poderão minorar e preparo uma comunicação sobre gastronomia italiana, enquanto dou uns retoques num powerpoint sobre aquelas.
Hoje encontrei mais uns exvotos no Bloco, graças ao inspirado sicário da intolerância e outros apaniguados do pensamento único (Louçã e Cia).
Falámos sobre as consequências daquele desvario (que eu penso ser estrutural). Eu, salvo algum expurgo (e o que acontecerá se o Bloco descer de votação e deputados?), Bloco nunca mais.Não fui o único. É preciso outra coisa. O quê?r
 
Saturday, January 22, 2005
 
Faltam 5 semanas para as eleições e deixei de ver telejornais. Deixei também de ler nos jornais as putativas notícias sobre o ilusório que são os programas e tricas eleitorais. Se calhar vou deixar de comprar jornais nacionais.De facto a discussão está abaixo do nojo (e aquela brincadeira do catequista Louça deu vómitos!). Parece que estamos rodeados de mete nojo, tal a boçalidade quem tudo invade, qual efeito Santana. É claro que de Cardosos, Menezes e outros também autarcas só havia a esperar excreta. Vão se salvando bem poucos, muito poucos.
Folgo em que desses só os consiga encontrar pelo P.S. Parabéns ao António Vitorino e ao Alberto Costa, pela excelente entrevista ao Gazeta das Caldas (embora discorde...da Ota..e doutras coisas!)
 
Wednesday, January 19, 2005
 
O verdadeiro problema do nosso país, é para além desse mesmo (deviamos ser todos Olivença!) o da produtividade e da inovação (cultural, tecnológica, e de genes).
Ontem em Encinasola, com 4 primos proprietários estivemos a discutir o subsidio da vaca, o enorme, e despercebido da classe política de Lisboa e Porto, problema nacional que é a maior seca da ultima decada que está a afectar os nossos campos e desde já prejudicou a actual safra de montanheira (a boleta não esteve boa!), e o desenvolvimento de nichos de produção ( e agora que o vinho de reguengos vai servir para pias isso é fundamental!).
Estivemos a tarde inteira a interagir.
Isto é que faz a "nação" metade em português metade em espanhol!
 
Sunday, January 16, 2005
 
Desliguei a TV quando começaram os telejornais e ainda faltam 35 dias de tortura. As televisões contribuem fortemente para o achincalhamento do debate, de todo e qualquer debate. Hoje começavam com as "ideias" do Sr. Lopes, que basicamente consistem em atacar o adversário e mandar umas bocas (será que criadas pelo Velez?) para o ar que é disso que o povo é suposto gostar. Pensa ele, também de que.
Do outro lado o juizo também se vai degradando e infelizmente os deslizes para a porcaria também se começam a manifestar...
Desligar a televisão e ouvir as excelentes gravações que o Publico está a vender (haveria que escalpelizar estas vendas...qualquer dia estão-nos a vender margarina com o jornal diário!) e um Monte Cristo nº 5 enquanto volto a reler Casa-Grande e Senzala é melhor que qualquer boçalidade televisiva. E para humor não há quem bata o Seinfeld, agora picado ocasionalmente nums canais marginais. É que o resto é de vómito.
 
Saturday, January 15, 2005
 
Tudo parece parado, a economia, a sociedade, as pessoas. Tudo parece estar à espera, tudo parece estar sem sentido e direcção.
Reuniões são adiadas, projectos atrasam-se, contratos esfumam-se para o horizonte. Conforme texto, atribuido a Eça, que tem circulado intensamente, o país, pois o país afunda-se.
Cada notícia (e não é isso que a corja sanguinária dos portadores de microfone quer?) só funciona no dito soundbyte e nada mais, sendo que os amigos do Santana copiam o estilo do chefe, a disparar insulto e piadas de caserna a todos os ventos. Ideias (ai Velez, Velez) nenhuma, nenhuma mesmo.
Será que só podemos ir ao fundo (sem piada para o grande mergulhador!)?
 
Friday, January 14, 2005
 
Notável. Um ministro, que só ficará na história pelo seu mergulho no Bom-Bom e outras leviandades, de um governo cujo 1º ministro só existe devido às revistas de Cú e Caras, acusa o Eng. Sócrates (que lhe dá, é certo, algum flanco) de ser só cosmética...
Vai ser esse o nível que essa gentalha (e o Velez?) quer para a campanha.
Só o bom senso do povo pode limpar esta porcaria, e mandá-los definitivamente para os Bom-boms....e
 
Thursday, January 13, 2005
 
Caneladas e cotoveladas é com esta linguagem brejeira que os figurantes, os ridículos figurantes da nossa política acham que não se resolve o problema, o problema assustador, dos direitos humanos.
Pois claro que não, como até qualquer imbecil pode reconhecer.
Resolvem-se com atitudes, atitudes firmes e não de cócoras!
É que é preciso distinguir a China (ditadura totalitária, torcionária e colonialista, sem respeito por quaisquer direitos sociais ou laborais, e aproveitar para passar a mão pelo lombo do sr. Sousa) do "Arizona", como já nos dizia S.Exupéry...

 
Tuesday, January 11, 2005
 
Noticias inesperadas, acontecimentos imprevistos, encontros "celestinos", rodeiam o quotidiano. Será que o quotidiano é agora? Será que o quotidiano passa? Será que o quotidiano é futuro?
Como um personagem do Yellow Submarine, tanto para perguntar, tão pouco por saber.
Talvez uns dias de férias, ver o sol a pôr-se na aberta e o mar a rebentar no Facho.E uma bica no Central, antes de umas piscinas e um copo com os amigos, resolvam a consciência.
 
Monday, January 10, 2005
 
O 1º ministro mais incomodo da democracia portuguesa (e já houve muito) referiu hoje que era incomodo um ministro à pala do contribuinte ir dar mergulhos a S.Tomé.
E certamente, conforme ele disse (terá sido o Velez que lhe soprou essa?), mais por estarmos num reríodo pré eleitoral em que todos estão prontos para lhe dar facadas. Pois eu penso que foi o próprio Sr. Morais que lhe deu mais um uppercup, é claro aproveitando o facto do Sr. Lopes estar de gatas.
Não temos santo que lhe valha (haverá S.Velez?)
 
Sunday, January 09, 2005
 
Como se fosse um "tempo" sem principio nem fim...o enigma da nossa existência consiste no facto do seu "tempo" todo se acumular no presente, neste momento...
Agora.
 
 
O sotaque, o vos que soa tão carinhoso, os artigos que voam, e as paisagens físicas e humanas que os enchem e constituem. Fui ver os Diários do Che Guevarra e lá está isso e também a invenção do santo, do ícone, com base em pequenas histórias, com base em invenções. Tal como os textos sagrados que imaginam os anos do desaparecimento, os anos em que o messias esteve em sítio nenhum.
O comandante de fuzilamentos precisa de romance. Este tem sotaque, tem paisagens, é bonito.
A ficção engana na realidade quem se dispõe a ser enganado. A crença não se modifica com a verdade. Ou será que a verdade é relativa da crença?e
 
Friday, January 07, 2005
 
Ontem ao jantar antecipámos o editorial de JMF e o artigo de MST. Se as listas do PSD são o espelho de seu chefe, absolutamente de gargalhada, sem uma restea de qualidade e entregues a toda a vilanagem conhecida (e agora até querem fugir delas!), as do Ps são o que são. Gente de qualidade misturada com os conhecidos narcisos, tralha guterrista da pior (Pinas e cia), e o golpe indescrítivel da viuva "opus".Do programa do PS tamb´wem o bom oscila com o mau e o muito mau.
Mas tentámos convencer um elemento arredio que só o voto no PS é alternativa. Por todas as razões, sendo a mais ovbia a de que qualquer maioria do PSD com os seus parceiros levará este país do pântano para o tsunami e que um Ps sem a maioria absoluta ficaremos nas mãos do operário Sousa ou dos inconsistentes bloquistas.
Votar PS tem dos boas razões para não ser um voto negativo: dar possibilidade de construir um partido social e liberal nos escombros deste PSD e ver se a boa moeda, que para lá há, consegue derrotar os Pinas e Narcisos...
ó
 
Thursday, January 06, 2005
 
Com um olho fechado fui ontem às urgencias oftalmologicas do Egas Moniz.
Deu gosto; serviço rapido, diagnostico simpático (embora penso que se poderia dispensar a penicilina e trocá-la por uma sopa!) e salvo alguma burocracia (papel para cá e lá) que se poderia simplificar, tudo um mimo.
Porque não são os outros serviços e hospitais assim?
Hoje já comecei a abrir o olho. Nestes tempos que correm temos que os ter bem abertos....
 
Wednesday, January 05, 2005
 
Há alguns a entretanto falecida jornalista Helena Sanches Osório, com a petulância e ignorância que a caracterizavam, acusou-me a mim e honrando-me por me juntar ao Miguel Sousa Tavares, de irresponsável por referir as alterações que a barragem de Alqueva iria, sem qualquer benefício, introduzir no clima da região.
Sabemos que estava ligada aos lobbies do cimento e de inúmeros pato-bravos, lho disse em vida!
Hoje infelizmente sem que ela o veja o clima da região é radicalmente diferente. O vinho de Reguengos, os enchidos de Barrancos, os queijos de Serpa não serão os mesmos. A humidade na troposfera altera a uva, estraga a boleta e modifica a carqueja e ervas que alimentam o gado.
O único desenvolvimento de Alqueva são as barracas de farturas que inundam a ponte da barragem ao Domingo.
E a água para regadio com as toneladas de matéria orgânca que foi deixada(só isso na zona da ribeira de Alcarrache) nos fundos a acrescer aos resíduos equivalente a 5 milhões de habitantes que o rio traz de Espanha e ao preço da directiva só para loucos ou ....algodão (com o trabalho escravo como na Andaluzia!).
Temos pena de não puder desmentir na prática quem nos acusa...(ou acusou!)
Felizmente que nem sempre!q
 
Tuesday, January 04, 2005
 
A última Assembleia Municipal em que participei durou 3 horas e meia... Como de costume só um deputado interveiu... Nesta tive ocasião de fazer uma intervenção de fundo, sendo que na 2ª metade explicito as razões que me levam a não participar mais nesta, sem contudo tencionar renunciar ao mandato que recebi do povo.
Por pensar que o enquadramento que fiz da situação internacional e nacional, a 1ª parte dessa intervenção poderão ter elementos de reflexão, aqui o deixo:
"Vivemos tempos complicados.
A reeleição de George Bush significa um continuar do empobrecimento dos Estados Unidos (hoje o país com maior divida do mundo) do enriquecimento das multinacionais, do aumento dos focos de conflito e intolerância, assim como de políticas unilaterais, ao arrepio da solidariedade internacional e planetária.
A intolerância, sobretudo a animada pelo islamismo radical, é outro dos focos de conflito e preocupação sobretudo pelo seu alastramento colocar em questão direitos civis e liberdades públicas, no quadro de necessária opções securitárias, que nem sempre observam a legalidade democrática. A intolerância também vai singrando nos discursos de outras correntes religiosas, seja nas que animam o estado de Israel, o Vaticano ou o Evangelismo dominante na Casa Branca.
A juntar a estes dois elementos sendo paralelo a este conflito entre poderes (o estado das multinacionais versus a religião tornada estado) vemos o crescente poder económico de um país sem liberdades públicas, nos antípodas de qualquer lógica de mercado, que desenvolve com a maior selvajaria a economia capitalista e que vai lenta e insidiosamente invadindo e controlando os mercados incapazes de para este totalitarismo de produção e centralismo de poder encontrar antídoto. Falo da China e vejo o horizonte.
Face a este quadro pouco animador e num quadro de complexos desafios a União Europeia mostra-se sem liderança, incapaz de articulação de políticas e dilacerada por questicúluncas irrelevantes. Penso que com a aprovação da Constituição e a abertura da adesão à Turquia, a UE poderia constituir-se um polo de capacidades e energias que invertesse o actual descalabro mundial.
Sou absolutamente favorável a mais Europa e contra quaisquer dogmatismo espúrios de pretensa defesa nacional, espúrios no quadro em que o Estado Nação se desvanece e só é susceptível de se afirmar pela cultura e factores de identidade e renovação permanente desta.
Defendo, se se vier a realizar um claro sim ao projecto de tratado constitucional embora, para mim não vá suficientemente longe na construção de um poder federal europeu.

Vivemos tempos complicados.
Seria necessário ir aos textos de Antero de Quental e nomeadamente ao famoso “Causas da Decadência dos povos peninsulares” para analisar o actual estado do nosso país, hoje infelizmente dissociado do estado Espanhol, onde a sociedade civil, a economia, os costumes e a cultura, para além dos níveis de organização política parecem a olho nú a anos luz dos nossos e cada vez criando maior avanço em relação ao que se passa neste canto extremo.
Se até ao inicio dos anos 90 parecíamos bem encaminhados no sentido de superar as diferenças que nos separavam da Europa, a partir da 2ª legislatura de Cavaco Silva continuada, em moldes diversos pelos Governos de Guterres (se bem que inicialmente e até ao queijo limiano aparecer em cena se tivesse vislumbrado um resquício de ideias) o abismo que nos separa da sustentabilidade do desenvolvimento têm-se vindo a ampliar, por total ausência de desígnio nacional, de formulação de objectivos para a sociedade e economia que não fossem o arrastar atrás de um comboio de fundos investidos sem eira nem nexo.
Embora não me tenha envolvido na sua campanha pareceu-me que Durão Barroso (após a inesquecível fuga do Eng.) poderia alterar as coisas e apelei ao voto nas suas listas.
Sucessivamente, sendo que desde logo o envolvimento com o CDS me mereceu reparos, embora tivesse concluido algumas reformas (lei das rendas, projecto de financiamento das scuts, criação de sistema de tratamento de resíduos industriais) positivas, a sua fuga na sequência de tremenda derrota eleitoral, em eleições em que tive o prazer de colaborar na eleição de um eurodeputado, fuga talvez inspirada na do seu antecessor, o inenarrável personagem, o sr. Lopes, que lhe sucedeu acabou de conduzir este país, a sua economia e sociedade a um estado catalítico e pré comatoso.
Dessa fuga e do caricato processo em que um Presidente enredado em gongorismo despoletou em Dezembro resultou desde logo uma perda significativa para o poder local.
A urgente e necessária reforma do sistema político eleitoral para as Câmaras Municipais ( a supressão do sistema de dois orgãos) irá continuar adiada, quando manifestamente já ninguém lhe dá crédito e sobretudo não permite uma lógica de legitimação permanente.
Sendo que também a limitação dos mandatos autárquicos continuará adiada para as calendas.

Vou envolver-me no actual processo eleitoral, da forma que entendo melhor corresponder aos interesses nacionais e no quadro do que me parece serem os mais qualificados candidatos a representantes do povo.
Não me merecem qualquer simpatia regressos à pré-história (de apoiantes dos piores regimes à face da terra) protagonizados por pretensos operários, assim como me dão asco incapazes figurantes de revistas sociais que não foram capazes de passar dois dias no governo sem se contradizer o dobro das vezes.
Se bem que resíduos da tralha Guterrista não me mereçam sombra de apreço considero que é em torno do Partido Socialista que é possível recuperar alguma sombra de credibilidade institucional.
E embora pense que o arejamento e a evolução dos tempos ainda não tenham soprado por blocos feitos à Esquerda, caso fosse eleitor em Lisboa ou Porto eventualmente consideraria o apoio a esse."


 
 
O ano começa devagar. Oxalá fosse sempre assim. Ontem almocei no Mólho Bico e na calma cheguei a Lisboa. Hoje na calma dei algumas voltas, fiz alguns contactos, muita gente ainda fora.
Ao almoço falei do tsunami e voltei a referir o risco do reajuste das placas sismicas pós terramoto puder vir a afectar a zona do pacífico (Japão, Califórnia): Parece que por cá vivemos os 250 anos do anterior sem cuidados em relação aos avisos...que referem que os 250 podem ser o tempo dos reajustes...
A calma destes dias seguir-se-à a agitação e o frenessim de uma campanha eleitoral sem jeito, como já se anuncia. Pelo menos levou à extinção (antes de começar das aberrações que eram o PPM e o MPT), que não voltarão a fazer barulhos.
A campanha, estou convencido, levará também ao ocaso do sr. Lopes com os seus amigos e assessores, e as santanetes. Só assim haverá espaço para uma política de valores, sim de valores e projectos.
Para já sabemos onde não estão.r
 
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