insignificante
Wednesday, December 29, 2004
 
MPT apoia PSD e os ecologistas?

“Porque se batem os homens pela sua própria servidão como se da sua salvação se tratasse?”, in Anti-Édipo, Deleuze e Guattari

Desde há 29 anos que me envolvo na militância cívica ambiental.
Mal ou bem penso que estive em todas as lutas importantes do ambiente português, e nalgumas internacionais, entre 1975 e 1992.
Nessa altura comprometi-me no projecto de formar um partido político ecologista. Foi um processo atribulado, que começou no “Movimento Alfacinha” e foi desde a sua formação (altura em que se deu o meu 1º afastamento) assaltado por pato-bravos e arrivistas de todo o lado.
Embora me tenha sempre continuado a empenhar civicamente e com uma perspectiva ambiental, sobretudo na minha terra e em defesa da sua cultura e continuidade, voltei a participar nesse grupo, após expurgo da 1ª vaga de oportunistas. Fiz o que se chama a edição do 1ª programa eleitoral nacional, mas voltei a afastar-me por entender que a autonomia política do partido não se justificava, de per si. Fui derrotado nessa posição.
Hoje à pala do pior 1º ministro da nossa história, quando manifestamente se vê a incapacidade de estabelecer quaisquer políticas por parte do PSD, quando a sociedade portuguesa vive o seu momento mais desencatado das últimas três décadas, num momento em que se deve assumir uma clara oposição ao desvario em que estamos mergulhados e em que o importante é defender valores, sendo para isso que os partidos devem existir como referência o MPT conubia-se com este PSD.
Que faz, agora, correr o MPT? Será a sua salvação?
Por motivos de dignidade e para que fique claro, porque o mundo é pequeno e ainda, por vezes me associam a esse grupo onde mantenho, é certo, amigos venho aqui afirmar publicamente que não tenho nada, absolutamente nada a ver com este grupo político.
Não tenho nada, absolutamente nada a ver com o MPT.
E venho referir que irei abandonar o lugar em que como independente fui eleito para a Assembleia Municipal de Barrancos para dar o contributo que penso mais útil para uma alternativa social e com capacidade de governo para este país.
Independentemente de discordância profundas (insuperáveis no que toca a organização autárquica e o poder dos seus eleitos nesse) que tenho com o Partido Socialista e pese achar que o bom senso poucas vezes se faz nele ouvir por entre o ruído de fundo que a “tralha guterrista” ainda produz.
E independentemente de achar que uma política de rigor e que destrince claramente o que houve de positivo, nomeadamente com a chancela o anterior 1º ministro, e não deite fora o bebé com a água do banho, estar longe de estar garantida com o P.S. (ver a questão das Scuts, lei das rendas, tratamento de resíduos, entre outras), penso que a moeda boa tem que afastar a moeda má…
O MPT estava há muito a pedir que alguém lhe pusesse fim ao prazo de validade. Pelo menos agora sem Verdes e sem MPT, os dois afundados na mesma irrelevância, fica espaço para outra coisa.
E, desta vez, votar no Partido Socialista é dar hipótese que se outra coisa vier a surgir seja sustentada política, social e eticamente.
Votar no Partido Socialista é também, e essa é a razão substancial!, a única hipótese, do meu ponto de vista, para recentrar a política portuguesa em torno de um eixo liberal, social e europeu.
Para bom entendedor…



ó
 
 
Schemetterling, papillon, butterfly, farfalla, mariposa, efémera borboleta, que passa e que continua. Que muda e fica.
Desde sempre, para sempre. Sempre a mesma.f
 
 
Um convívio de velhos amigos, que termina com uma discussão, após a saída do Velez, sobre ética, principios e caracter.
Devo dizer que é com algum incomodo que compartilho estes momentos ... Tenho um passado de contradições e oposições com ele. E amizade com a Eulália e as miúdas histórias e invenções.
Penso que a verticalidade é o mais importante e não consigo encontrar sentido para o actual papel do Velez.
Não é, obviamente por ter mudado de ideias,não é por ser agora um agente do mais reles que há na política portuguesa, pois tenho amigos da extrema direita à extrema esquerda passando por cima as divergências sendo que não partilho com nenhums qualquer intolerância, por isso penso porque razão este mal estar com o Velez.
DE facto é para além da racionalidade este papel a que se está a prestar, talvez isso o que destrói a base da amizade...q
 
Tuesday, December 28, 2004
 
O Amante do Vulcão é um dos mais envolventes romances que li. A trama histórica, a respiração dos personagens, acaracterização dos tempos, que são também todos os tempos, de que a Susan Sontag era uma participante activa, arrastam-nos por momentos de prazer do texto.Sublimes.
Escavadora das imagens e dos seus significados e um pouco como Chomsky farol de alerta contra as perversões da realidade deixou-nos o seu brilho.
Que continuará a brilhar porque os seus textos há muito que são mais que signos que perseguem signos. Fazem parte da nossa imensa alma.
Hoje em recolhimento.e
 
 
É inacreditável. O PCP ainda, ainda mantinha um deputado no círculo de Beja. O calmo Rodeia Machado, com o seu bom senso discreto manteve à justa o lugar do PCP em Beja nas últimas eleições... Pois agora foi substituido pelo troglobita (sem nada pessoal que até é uma pessoa estimável), pelo politicamente troglobita, ex chefe do sindicato dos ocupantes de terras, dito dos trabalhadores agrícolas, José Soeiro.
Inacreditável. O PS se fugir aos Saleiros e outros que tais tem hipotese de fazer o pleno em Beja!
Oxalá essa gentalha seja corrida pelo PS e o "stlalinista" operário conheça, também aqui mais uma derrota.
E honra seja ao meu querido amigo Claudio Torres que encabeça o Bloco. Só contra o Saleiro terá o meu voto, mas tem o meu apreço e amizade.
m
 
Monday, December 27, 2004
 
Ontem tirei o dia para ler o livro mais pornográfico e sádico que poderá passar pela minha vida.
Tal como o mais discreto “Lust” ou os mais requintados, do Marquês é sobre o poder.
Com ilustrações de Gustavo Doré, que lhe dão uma emoção enorme ontem li a Biblia. Não consegui perceber porque lhe chamam sagrada.
Acabei no dialogo entre o Aparain e o Sepulveda e os “melisos” Grim. Também sobre o poder, sem tanto sangue e cabeças cortadas e prostitutas.
t
 
Sunday, December 26, 2004
 
Passou o dito Natal.Não faz mal...Além do diálogo com o lume na praça e uma sem conta de meios, que se prolongou até ás tantas o dia passei-o a acabar o último Moisés, que se perde quando busca o fenício, mas que nos resto nos inspira a conversa com o lume e o seu crepitar. Entre o fundo de duas garrafas ainda li um interessante livro sobre energia e alimentação, da Fund. Gulbenkian e uns notáveis textos do Edgar Morin, edtados pelo CNC.
Perdi meia hora a vociferar contra as estupidas mensagens de Natal que entupiam o meu tele.As operadoras agradecem...o quê?
O estulto espúrtúlio!
Vou ficando mais culto neste dias...até dei uma lição a um bio-químico...entre copos claro.o
 
Saturday, December 25, 2004
 
Por motivos de dignidade e para que fique claro, porque o mundo é pequeno e ainda, por vezes me associam a esse grupo onde mantenho, é certo, amigos venho aqui afirmar publicamente que não tenho nada, absolutamente nada a ver com este grupo político.
Não tenho nada, absolutamente nada a ver com o MPT.
AEloy
 
Thursday, December 23, 2004
 
Faz frio. A lareira crepita enquanto o espírito se atulha de leituras. O poder, de Jelinek, a física quântica de Bryson, a religião de Moisés, devorados em três dias, com leituras intercalares de textos do Morin. Acordei com dor de cabeça, não sei se do excesso, se das brasas da lareira, se de um licor de melão, da Amareleja.
Como de costume o Natal traz os seus mortos, para já o pai do meu primo Jesus, atropelado pelo tempo, em forma de veículo de velocidade.
A vida continua, seja nos triliões de bactérias, que exercem o seu poder sem se preocuparem com o infinito.
Leio hoje também porque rir mexe as meninges a e afasta o mal da cabeça o DN. Fabuloso encarte, que nem serve para a lareira, nem para limpar o que era tradição dos jornais e por toda a Africa continua. Aquilo não é o orçamento, aquilo é uma leitura política do dito, relevando alguns aspectos e valorizando o executivo. (Ai Velez, Velez, contunuas na sacanagem…e logo vais ao jantar, velhaco…)
E vemos o pade em que este governo se transformou…agora é a palhaçada do Guedes.
O Sampaio continua em pé. Sempre em pé.
©
 
Saturday, December 18, 2004
 
Na 4ª dia 15, no espaço da InterCulturaCidade, nos Poiais de S.Bento demos inicio ás "Conversas do Tacho".
Em Janeiro, Fevereiro e Março, nas 2ª, 3ª e 4ªs quarta feiras iremos, em principio, continuar a falar dos cinco sentidos e do sentir à volta de cozinhas do mundo, presentes nos restaurantes da zona.
Começámos com a Feijoada brasileira, e o Clovis do "Bahia de Todos Os Santos" foi o chefe que deu a receita.
Na linha da introdição aos colóquios, abaixo, fiz o enquadramento gastro-antroplógico.
Bom apetite.

A gastronomia elemento fundamental da interculturalidade.
O modo como os seres humanos usam as plantas e os animais na sua alimentação forja os valores que organizam a sociedade.
A comida deixa-nos felizes ou sonolentos, inquietos ou alerta, deprimidos ou excitados.
Comer uma planta ou um animal é, também para alguns povos, um modo de nos apoderarmos do seu poder, de assimilar a sua magia.
A alimentação é um importante determinante social, seja de lógicas de religião ou de grupos específicos, seja como elemento que forja identidade de grupos ou regiões.
A comida partilhada integra os elementos no grupo, da mesma forma que a recusa da comida em conjunto leva à exclusão do indivíduo.
A gastronomia, agora consagrada como património e procurando níveis progressivos de elaboração e sofisticação é todavia, não podemos esquecê-lo, um elemento primordial da afirmação.
Diz-nos o sociólogo Gilberto Freyre, na sua obra de referência "Casa Grande e Senzala" que o brasileiro é o produto da sobreposição de três culturas diversas, caracteriza-se no quadro da sua função alimentar e é nessa que podemos facilmente encontrar a diversidade dessas origens e descobrir a "creolização".
Hoje todos nós o somos. E aqui, agora o verificamos, comendo.
É em torno dos alimentos que podemos descobrir uma sociedade e o que ela tem para oferecer. Os alimentos são um espelho da paisagem, os alimentos ligam-nos à história, os alimentos são resultado da construção que gerações fizeram sobre o tempo, a organização social e os sentidos.
Hoje, todos estes dias, queremos festejar a diversidade de povos e culturas que fazem este povo, este espaço e que nesta zona de Lisboa testemunham a perenidade e a sua continuidade, as diversas tradições e os seus processos de adaptação.
E onde há adaptação há adaptados.
Comer e beber é festejar a vida e a sua diversidade, toda a diversidade das suas formas e das gentes que as constróem.
Å
 
Friday, December 17, 2004
 
Raiz & Utopia. Não podia faltar à sua comemoração, recordação e futuro.
Com a Raiz e a sua utopia também moldei presentes, nela também deixei rasto e dela fiz exemplo para outras radicalidades.
Dela recordo, para além da Helena, força da natureza que nunca nos definhará na alma, o José Baptista, que não superou a sua angústia da vida, com quem formei a Aministia Internacional e que era entre as suas dúvidas um exemplo de ética e direito, e o Prof. como com receio o chamavamos quando o visitámos em sua casa em Campo de Ourique e ele logo acedeu a participar numa conferência anti-nuclear que encheu todas as expectativas, o António José Saraiva era um prevísivel imprevísivel e isso diz-nos tudo de um espírito estrutralmente viajante...
Deles e de outros que passaram e passam ficam sementes que se emnracinaram nos espítitos e ajudam a ouvir o vento. O vento que também passa.
 
Thursday, December 16, 2004
 
UDP, trinta anos de velhacaria, deveria ser o título do inqualificável opusculo que essa organização editou para encerrar as suas "sinistras" actividades.
Oxalá se diluam completamente e deles não reste memória, sobretudo se a memória for a desta panfleto, ao melhor estilo pidesco e estalinista.
Omissões rascas, mentiras do tamanho do kremlim e que bem recordam as práticas... e deturpações, são constantes e abundantes em todas as páginas e todas as linhas, convertendo inclusivé acções que mereceram a sua oposição,,, em acções por si protagonizadas.
Um panfleto execrável que mostra o nível a que podem contaminar o Bloco...o
 
 
Moisés Espirito Santo é um personagem fascinante e um dos doutos portugueses que nos explica nós mesmos. Ontem foi a sua lição final, a sua aula de jubilação. Teve muitos amigos mas foaltou o reconhecimento da academia, para o que é do meu ponto de vista um marcador fundamental da nossa vida, historia e seguimento, enquadramento desta.
Que ficará registado e será comentado, quando personagens que hoje lhe faltam à homenagem e agradecimento mergulharem fundo no esquecimento.
Para a memória foi ontem lançado, edição da Assírio e Alvim um volumoso trabalho do Professor "Cinco mil anos de cultura a Oeste".
Dele já podemos dizer só com o folhear das páginas que já há algo de novo!e
 
Saturday, December 11, 2004
 
o sr. Santana Lopes parece a rainha da Alice no País das Maravilhas. Toma cinco decisões diferentes antes do pequeno almoço. E é este o país que temos. Com um Presidente que se parece com o rei Palhaço..
 
 
Absurdos os quase três meses sem governo e em disparate permanente, ou melhor em Carnaval, em que este país vive, vai viver. 72 dias contados de hoje até às eleiçoes. Na generalidade da Europa já estaria formado e votado a posse de um novo governo e já teria cumprido trinta dias de governo. Por cá vamos durante estes dias aturar o indescritivel, ouvir o inaudível, e enfrentar todos os palhaços.
Este país não tem remédio...e vendo o gongórico presidente a fazer o redondismo discursivo (o nós sabemos que ele sabe que nós sabemos...foi um prenúncio do tema do carnaval) não pressagia nada de bom.
 
 
Faz frio. Para o lume começa-se a juntar a lenha que arderá a partir da tarde de 24.
A vida rege-se por rituais, assim que a Senhora virou as costas ao povo e entrou na igreja apareceram por que artes? os primeiros pauzinhos, para o grande lume reminiscência de outros tempos e outras solidariedades.
Na solidão dos sentimentos escrevi um longo texto de análise da situação política internacional (e não é de chorar ver o pretenso operário Jeronimo defender a China?), nacional (onde me dei conta que sou um eleitor do centro e que sempre que tenho mudado o mundo muda comigo...), e autarquica (onde a incapacidade de correr com os espartilhos se vai pagar caro).
Os meus colegas na A.M. ter-me-ao que ouvir durante vinte, trinta minutos...
Quem quizer, com embargo, posso deixar espreitar.p
 
Tuesday, December 07, 2004
 
Parabéns Mário Soares.
Com o sentimento de ser o maior estadista português do século XX e de consigo ter partilhado lutas e alguns segredos, pequenas histórias que ficarão com os protagonistas, desses tempos controversos.
Com o sentimento de em ocasiões fundamentais e fulcrais para a nossa actual vivência ter directa ou indirectamente estado consigo,
também por isso aqui deixo registado o meu regozijo, e por o ver fino e pujante como sempre, como nunca.
Parabéns e obrigado.
s
 
Monday, December 06, 2004
 
Num notável artigo, no Monde Diplomatique, Elfriede Jelinek, disfarça a palavra de nervos e texturas e torna-a palpavél como a liberdade do seu nome.
Diz-nos no meio de de todo este sabor/saber que, infelizmente a realidade não é uma história de arrepios, de horrores. Ele é a própria História.
Sabe/soube bem gostar de saber o sabor das palavras sobre o corpo de vida que vivemos.
Infelizmente, também, como diria o Ruben A., o mundo já se evaporou da racionalidade e só vemos os disparates em que se vai convertendo.
Com mais ou menos sangue, com mais ou menos papel.


 
 
Até Domingo Gordo vamos viver num carnaval permanente. Não sei se vamos aguentar de tanto rir, de tanto disparate, de tanta insanidade.
Não sei, mas pelo andar da carruagem vai ser um fartote. O pior é que inevitavelmente virão as cinzas…
E não temos ninguém que não diga disparates e piadas grossas. A começar pelo “palhaço” que se senta em Belém. Então anuncia que vai dissolver o parlamento…anuncia que quer o orçamento do governo e da sua maioria aprovado…anuncia que continua tudo a funcionar como se não tivesse anunciado nada…não sabe o que fazer no seu redondis…mas continua sereno… emocionalmente… sem deitar uma lágrima de que tanto gosta… é um fartote de rir.
O Santana ( e o Velez, com ele) já desceu ao fundo de toda a vigência. Não há quem o aguente, não há pachorra para a sucessão de passes de falsa mágica, todos eles contraditórios, da manhã para a tarde e desta para a noite… com ele continuamos a rebentar pelas costuras…
E agora ouvimos, numa altura em que lhes competia bom senso e prudência nas palavras, apesar da expectativa não ser animadora, do lado do Socrates os disparates do costume… Como é possível que anuncie como 1ª medida anular duas das boas (das poucas!) medidas do governo anterior (rendas de casa e scuts). Como é possível que já vejamos a rodeá-lo o pior, o pior que há não só no PS, mas no país, sim no país todo….o pior da tralha guitarrista, de que ele se devia antes do mais ver livre, para também poder limpar a imagem? Continuamos a rir.
No PC agora só de gargalhada, com um secretário geral que se diz operário e nunca trabalhou na vida, salvo nas cadeiras do sindicato e do parlamento e uns personagens que só de susto… Para variar das gargalhadas… oxalá se vão de vez.
E o Bloco…bom o bloco continua entre a modernidade e os velhos e estafados discursos obreiristas e sem bases. Se não forem capazes de apresentar (Onde? Quem? Como?) continuarão a depender de algum génio do Louçã e de um ou outra ideia liberal, por entre a tralha dos avós… Também para o susto.
Bem pregava que dizia que a moeda má corre com a boa. O pior é que não há regresso. Haverá?
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Sunday, December 05, 2004
 
Entre a igreja de S. Gonçalo e o Diado e Diaba, hoje postergados para o excelente Museu de Amadeo Sousa Cardoso, o Palácio de Mateus e o templo romano em honra do Deus Serafis visitei outros templos que aqui registo.
O ferrador, no Marco, onde saudei a amizade com o Serafim, o Quelha em Amarante onde bebi à saúde do Lampreia e o excelente tonel do Terra de Montanha em Vila Real. No regresso de repouso na Casa da Calçada um almoço no Jozita em Oliveira e o corte de umas couves para a sopa, concluiram uns dias iniciados com laudo pitéu de carneiro com os compadres.
A vida é muito mais que o frenessim das notícias, cada vez mais sem conteúdo e o trepidar de uma sociedade que degeneresce.
É por aqui por estes templos de cultura e saber que ela se vai continuar.i
 
Wednesday, December 01, 2004
 
Desde Domingo que se sabia, que o apostava em todas as conversas.
A moeda boa ia desafiar a moeda má. Ou melhor a escorrência, a presporrência ia desvanecer-se, e oxalá o Santana Lopes se candidate e leve consigo os amigos e o Velez, também, e vão todos para as revistas sociais debitar inanidades que é de onde nunca deviam ter saído como resultante da vontade popular.
Infelizmente não creio que isso esteja garantido.
Por isso hoje o meu telemóvel chamou. Em várias direcções, para vária gente, para o "old friends' group".
Não podemos baixar os braços. Nunca devemos baixar os braços para defender o que pensamos justo. Para lutar pelas nossas convicções.
Mesmo quando para elas o lugar que resta é incomodo.
Isto, nem no final do Guterres esteve tão mau.
Deixar esta gente a dominar o nosso futuro pode ser ainda pior. Pior?
 
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