insignificante
Tuesday, April 27, 2004
 
E depois o regresso às cavernas "talibans".
The Italian government has decided to abolish the teaching of all aspects of Darwinian evolutionary theory in middle school (i.e. students of 11-13 years).
This just shows that religious fundamentalism is a phenomenon spread
across the whole world. If you want to sign the appeal against this decision please go to:
http://www.repubblica.it/speciale/2004/appelli/scuola2/index.html

 
Monday, April 26, 2004
 
Hoje dando busca a materiais num computador que tenho fora de uso encontrei o seguinte texto que aqui edito. Foi escrito quando se estava para iniciar a guerra contra o Iraque...

Guerra e paz
É conhecido e assaz repetido o conto de Bertold Brecht sobre a ascensão do nazismo.
É, essencialmente, um conjuro ao nosso dever de agir, de fazer alguma coisa, por pequena e insignificante que possa parecer, é um desafio a não ficarmos calados, a sairmos da passividade e intervirmos.
No final desse pequeno e exemplar conto, conto que ainda por cima é um espelho da história que permitiu o domínio do nazismo, diz o personagem que ignorou, que não agiu, que calou, quando vieram buscar os judeus, os ciganos, os homossexuais, os comunistas, os sociais democratas, que quando vieram por ele já não havia quem pudesse protestar.
Muitos tem feito ouvir a sua voz, tudo ou quase tudo tem sido dito. Esta questão com uma amplitude dependente dos valores individuais de cada um, independentemente de eles se consubstanciarem ou não em organizações é fracturante, é um pouco como a defesa de valores de civilização, como por exemplo a luta contra a pena de morte, pelos direitos de todos, iguais perante a lei, pela dignidade humana num mundo cada vez mais inumano. É fracturante pois é uma questão de absolutos. Não há meio termo, como um bocadinho de guerra ou um bocadinho de paz.
Nos anos 70, estive, por lutar pela paz, detido dos dois lados do muro. Nos dois lados por defender a mesma posição, que também me valeu algumas agressões num encontro pela paz soviética. Defendia, como continuo a defender a não violência política e o desarmamento unilateral, como instrumento deste. Devo dizer que esta proposta gandhiana, baseada nos ensinamentos de tantos teóricos, era uma proposta que tanto de um lado como do outro era impossível de engolir. Porque ela correspondia a dotar a sociedade de instrumentos e mecanismos de defesa contra atropelos à democracia e às liberdades, e era portanto execrada a Leste por um poder oligárquico e uma nomenclatura que só tinha como sustentáculo o poder policial e militar e era execrada a Oeste por puder revelar o absurdo da corrida armamentista, principal suporte, então como hoje de um dispilfário de recursos e sustentáculo de todo o sistema económico construído a partir da 2ª guerra mundial, de controle de recursos e soberanias limitadas.
A União Soviética não desarmou unilateralmente mas implodiu unilateralmente, por força da incapacidade de controlar a informação, por força das muitas resistências que não se calaram. Implodiu porque a economia de mercado é capaz de desenvolver áreas e sectores económicos que as lógicas estatizantes cerceiam, nomeadamente nas áreas fundamentais que são as de investigação, inovação e desenvolvimento. Implodiu porque o processo de acumulação capitalista iniciado em Outubro de 1917 conduziu a economias esgotadas, por nunca ter assentado em lógicas de participação dos cidadãos e programas económicos racionais e sustentáveis e não ter podido ultrapassar a face do capitalismo industrial. A revolução comunista de Outubro não foi senão um processo de conduzir a sociedade russa feudal e agrária para o mais despótico capitalismo de Estado, tal como os primeiros processos de acumulação primitiva baseado na mais abjecta selvajaria e desrespeito por todos os direitos civis.
Fazem hoje falta, muita falta pensadores esclarecidos como Castoriadis, que nos conduzam a níveis diferentes de racionalidade, embora muitos se esforcem por lutar contra os bloqueios informativos, e continuem em busca da areia com a qual podemos fazer as estruturas que alberguem o pensamento rompendo com o asfalto e as pedras do pensamento dominante (basta ver as posições editoriais de todos os jornais portugueses, ao arrepio do senso comum e do sentir deste!).
A guerra contra o Iraque? Se for para a frente como tudo indica que se verificará poderá ser o primeiro passo da afirmação do bloco que ficou armado contra moinhos de vento e que agora contra eles arremete. Qual D. Quixote.
Como Cervantes nos conta em cada uma que o Cavaleiro se mete, sempre com a maior das insensatezas e o mais profundo delírio, o resultado é, sempre, o pior possível.
Infelizmente não vivemos num livro de aventuras. Infelizmente a lança em riste do Império poderá arrastar a humanidade para um enorme braseiro.
Ainda estamos a tempo de parar este delírio. Não nos podemos calar.


 
Sunday, April 25, 2004
 
Faz trinta anos foi um dos dias mais felizes das nossas vidas.
E essa felicidade da libertação, da libertação do sentir aprisionado, dos sentimentos censurados, dos gestos contidos, da palavra limitada não será nunca apagada da memória.
Essa felicidade nunca será vencida pelo esquecimento, enquanto houver vivos, enquanto as pedras continuarem a fazer calçadas.
ˇ
 
Friday, April 23, 2004
 
1- arrepiante : , o poder das empresas privadas na guerra do Iraque. Por cá, como foi hoje denunciado em Grândola vivemos a ditadura dos "editores" ninguém fala...
2- E também ninguém repercute a denúncia brutal e arrepiante de Xanana Gusmão, feita ontem na Aula Magna, do neo-colonialismo da Austrália que delapida os valores naturais e patrimoniais do território de Timor Leste.
3- Claro está tudo ligado ao superfluo da aventura do Valentim Loureiro. Eu testemunhei que o motorista da câmara entrava numa escola atrás do senhor com um saco de moedas, que ele distribuia pelos miúdos, com um apertão na bochechas- não te esqueças de dizer ao teu pai...
É um bandido e recebe a solidariedade dos seus pares.
Também isso foi hoje falado em Grândola...m
 
Wednesday, April 21, 2004
 
Pelo país vários, vários, alguns embriagados, presidentes de Câmara tem tentado intimidar arbitros. Pelo país, Mesquita Machado, Fátima Felgueiras, Fernando Gomes, Valentim Loureiro, Fernando Costa, Ferreira Torres, Santana Lopes e um ror imenso de autarcas, são agentes desportivos, são ou foram, e nessa função deveriam ser investigados.
O tráfico de influências, as trocas de terrenos, as licenciças e isenções de urbanizaçõs, e o menor que é a compra do espectáculo e dosa resultados (e das apostas....).
Esses e muitos outros estariam, se a justiça em Portugal fosse justa onde está o traficante de batatas roubadas e larápio de um famoso cheque (de que no BCP sabem bem a história!) e por muito tempo.E deles ver-nos-iamos livres definitivamente.
(Vi o sr. Loureiro entrar numa escola e dar dinheiro aos miúdos, dizendo e diz ao teu pai que te dei cem,duzentos escudos...)
Mas infelizmente por cada juiz justo que se levanta outros há que não aspiram ao reino dos ceús.
 
Tuesday, April 20, 2004
 
30 anos de revolução e evolução nunca mais, deveria ser o mote dos festejos. Evolução na continuidade era o pobre marcelismo e a pobre situação que viviamos. Houve revolução e nessa obviamente diferentes tempos e diferentes modos. Hoje a sociedade portugu esa é uma democracia liberal, limitada pela nova e emergente "ditadura" dos média, dos seus proprietários e editores, dos que fazem as capas e das caras que nessas co-habitam.
6ª feira vou estar em Grandola, Vila Morena, num colóquio sobre "A nova Cidadan ia" e no lançamento de um novo jornal, "O Novo Cidadão", que procurará romper com a essa dita e desenvolver a "revolução".
Sábado com amigos festejaremos, de todas as cores a revolução que aqui nos trouxe.
25 de Abril Sempre. Fascismo Nunca Mais!ae
 
Sunday, April 18, 2004
 
Notável a entrevista de Edgar Morin, hoje no nminimo. Por cá ninguém fala do processo da extrema direita contra ele... Uma resposta:
-Muitos intelectuais judeus tinham uma visão universalista da política. Foi isto que
os conduziu ao comunismo, ao trotskismo, ao maoísmo. Eles defendiam uma
revolução universal, que emanciparia o planeta. E quando perderam a fé e a
esperança muitos se refugiaram de certa forma na identidade judaica. Isso
verificou-se com Annie Kriegel, que era uma intelectual comunista de peso, com
Benny Lévy, um chefe maoísta que se tornou talmudista. Foi verdadeiro para uma
geração cuja decepção com a revolução levou-a a fechar-se na identidade judaica. É
um retorno, como aconteceu também na França, no início do século XX, quando
muitos intelectuais eram leigos, universalistas e depois sentiram o vazio da
ausência de Deus, a ausência das garantias divinas – é realmente angustiante viver
somente com sua liberdade e sem a proteção divina. E houve conversões ao
catolicismo. O neto de Ernest Renan, que era o maior espírito leigo, converteu-se ao
catolicismo. Charles Péguy converteu-se. Acho que a conversão a uma religião de
salvação se dá pela angústia de ter perdido a fé. É uma das explicações para esses
intelectuais. Por outro lado, há a ação muito bem feita dos organismos comunitários
que tentam criar a solidariedade e a identificação total com Israel. E essas pessoas
se voltaram para o judaísmo e se puseram a defender Israel e a justificar tudo.
Você sabe, infelizmente os intelectuais são máquinas de justificar. Os intelectuais
comunistas stalinistas passavam seu tempo a justificar o injustificável. Ora, os
intelectuais “comunitaristas” passam seu tempo a justificar o injustificável e a
condenar a compaixão.
 
Saturday, April 17, 2004
 
A propósito das insultuosas declarações do sr. Sampaio (ocasionalmente Presidente)sobre os ecologistas...e a defesa do ambiente!

Nunca dei qualquer crédito, nem mais nada ao oco que actualmente ocupa
o inútil cadeirão de Belém, sendo que o tenho por responsável pela
continuação e acelaração da destruição de Lisboa, dos seus espaços,
leituras e convivialidade.
Aliás por isso mesmo devia saber que se ainda há algum lugar para tomar
café na Av. da Liberdade é porque escapou à sua sanha destrutiva e
lógica de betão, enquanto presidente da câmara.
Arrotar "postas de pescada" é a sua grande especialidade, normalmente
floreada por gongorismos, na linha de presidente da república que
tivemos antes da REVOLUÇÃO!
Não havendo a esperar nada desta farsa a que chamou presidência do
ambiente, deveríamos esperar pelo menos elegância e boa educação do sr.
Presidente, Sampaio de seu nome.

Retirado de uma lista de discussão:

 
Thursday, April 15, 2004
 
Do Fingidor:

Não me tragam estéticas!
Não me falem de moral!
Tirem-me daqui a metafísica!
Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) – das ciências, das artes, da civilização moderna! e
 
 
Mto interessante artigo/dossier sobre os judeus na Ibéria, na revista Historia y Vida.
Nesse vemos também um artigo interessante sobre a Revolução (será evolução?) dos cravos.
A vida essa evoluiu na sua permanente revolução.É preciso ler as entrelinhas...ã
 
Tuesday, April 13, 2004
 
Amanhã ou depois os inenarráveis habituais irão dar-nos uma notícia. É bom que se saiba que é mais uma das colossais mentiras do império.
http://www.commondreams.org/headlines04/0413-02.htm
Hoje não há nenhuma notícia, em nenhum jornal que não corresponda a outros interesses que a verdade.
 
 
No verdadeiro mundo temos presidentes de câmara que se embebebam regularmente e são conhecidos por agarradores (de paredes) vice-presidentes que fazem strp-tease nos bailes da sede de concelho e gente que vive e morre e que se continua. No verdadeiro mundo a vida é assim. Aí paramos a esfumaçar um Monte Cristo nº5 e a beber um Luis Felipe. A comer uma carne de alguidar e a conversar horas inúmeros ao sabor do tempo sem fim. No verdadeiro mundo vivemos coisas ridículas (como um parente meu que hoje foi levar terra, sim terra da sua propriedade a analisar a Lisboa, para receber uns subsídios...não há quem perceba o non sense... ou somos todos estúpidos...).
No verdadeiro mundo a vida é diferente, todos os dias.o
 
Saturday, April 10, 2004
 
No campo vivemos todos os dias a luta da memória contra o esquecimento, no ritual que é o passar do tempo que comemoramos no que também chamamos tradição, que é mais um momento de memórias, de acumular de tempos.
O tempo que para quem vibra no campo, na ruralidade tem outra dimensão e se expande por outros territórios. Só quem cá vive ou cá tem raízes é que percebe este valor e porque razão defendê-lo é uma aposta central da sustentabilidade.a
 
Thursday, April 08, 2004
 
A propósito das do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular:

" Agendas 21: Um instrumento de planeamento para a sustentabilidade ou um enorme embuste?"
Ver:
http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=6730

a
 
Wednesday, April 07, 2004
 
Pensar.É uma actividade de risco, de alto risco. Hoje revi os meus últimos artigos sobre a guerra do Iraque. Os americanos asteavam a bandeira sobre Bagdad. Disse que a guerra, a verdadeira guerra ia começar. Foi-se desenvolvendo lentamente. Hoje irrompe violenta por sob todas as areias. Será pior que o Vietnam. Será muito pior que o Vietnam, porque hoje todos os médias, ou melhor basta um, um média para que a repercussão seja mil vezes maior.
O G.Bush está fodido. Neste ano de eleições, e toda a gente sabe isso, terá que sair do Iraqaue, com o rabo apertado entre as pernas. E infelizmente para o nosso modo de vida, de democracia política e liberdades com isso só nos resta, só ficamos com a besta, que ele libertou (já devia ter tudo preparado, com o Cheney!).
Felizmente (com que sucesso, ainda estará para ver..).mas, lá para o fim de Abril,a entrar por Maio, maduro Maio...vai aparecer um novo meio de comunicação nacional...e sem vender Enciclopédias (os quiosques estão a ficar doidos!com essa treta).
Talvez um dia, algum dia as mentiras, os directores editoriais, os mandantes deste e daquele, os opinadores sem opinião, e outros tantos outros que são a voz do dono nos libertem percebam que a verdade é mais forte que as algemas. E há sms. Também.
Bjs.

 
Monday, April 05, 2004
 
Estive hoje pelo "verdadeiro país", pelo interior minhoto, do desordenamento do território, do têxtil que por ser do pataco está todo a fechar portas, porque o pataco na China é mais barato, dos rios cor azul, das terras com estátuas dos comendadores no meio, ou prédios dos comendadores e dos amigos galegos a dominarem o Atlântico.
Parei para almoçar num templo, o Tanoeiro em Famalicão. A vida existe, e não é preciso descobri-la sob as pedras da calçada.A lampreia estava divina!
 
Sunday, April 04, 2004
 
O Bloco do Embuste é como hoje, para mim, as cinco pessoas que me acompanhavam e muitas outras com que me cruzei ficou identificacado do dito de Esquerda.
Talvez por deixarem a organização da festa nas mãos dos sicários das organizações esquerdistas que a inda o dominam (e totalmente nos aspectos organizativos!) quando cheguei à bilheteira para comprar um bilhete... foi-me afirmado que tinha que comprar para os dois dias (inacreditável, dado que um dos dias era ontem!). Na mais genuína lógica do neo-libera lismo e do capitalismo selvagem, tive que me confrontar com um trostquoestalisnista que não podia (claro!) tomar decisões.
Não sei quantos votos terão perdido, mas para gente que ainda sonha fazer a revolução talvez não seja importante...e assim possam con tinuar a gritar vivas ao Bin Laden!
Continuo esperando que esta gentalha vá pentear macacos e que o bloco cresça e mande essa revolução passear!th
 
Friday, April 02, 2004
 
Para pensar, no reino da Dinamarca:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/economia/story/2004/04/040401_amazoniamla.shtml∞
 
 
Levantámo-nos da mesa do almoço eram quase 17 horas. Com velhos amigos a conversa, as situações, a troca de ideias e sentimentos, ao ritmo de um charuto e uma bagaceira, espraia-se e volteja.
Face ao disparate em que vamos sendo mergulhados e aos palhaços de 2ª ordem que nos supõe representar é criando espaços de liberdade que nos mantemos vivos. Graças ao 25 de Abril pelo menos esse temos para nós, sem que nos possam prender...
 
Thursday, April 01, 2004
 
Ainda me lembro quando na minha juventude era fácil descobrir a mentira(as) do 1º de Abril. Hoje, e isso deveria merecer um estudo aprofundado sobre a (in)credibilidade dos média, tudo pode ser mentira. Não há quase uma que não possamos pensar ser uma invenção deliberada ou uma manipulação grosseira. Ao que os média chegaram
E depois queixem-se, que tem que vender a banha da cobra (as inenarráveis enciclopédias ou produtos de beleza, é tudo igual!) para manterem o negócio, pois se aquilo é tudo, quase tudo só negócio. (Hoje o publico traz para aí 20 artigos de opinião, e tirando o P.P. que mesmo quando não tem razão, tem argutentia, desde vaidades pessoais, a conversa de engate está lá tudo, lamentável!)
 
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